quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cotação boi 30 dias - MT

Data: 16/06/2009 Fonte: IMEA Cidade Valor Agua Boa 70.00 Araputanga 69.60 Barra do Garças 70.62 Caceres 69.60 Cuiaba 71.28 Matupa 67.00 Mirassol dOeste 70.00 Nova Canaa do Norte 68.00 Paranatinga 71.00 Pedra Preta 71.65 Rondonopolis 71.65 Sinop 68.00 Tangara da Serra 71.00

terça-feira, 16 de junho de 2009

Empresários apóiam proposta do MP para frigoríficos paraenses

A adesão de empresários ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público Federal (MPF), será a saída para retirar a recomendação às grandes redes de supermercados do país para que suspendam as compras de carne de frigoríficos paraenses que comercializam produtos comprados de fazendas que não respeitam a legislação ambiental e trabalhista. O protocolo que vem sendo intermediado pelo governo estadual foi discutido nesta segunda-feira, 15, em duas reuniões. A primeira com os procuradores responsáveis pela ação e a segunda com os empresários do setor. O objetivo é de que até o final da semana seja costurado um acordo final para adesão à proposta. Os frigoríficos que subscreverem ao TAC terão os nomes excluídos, imediatamente, da lista de infratores e poderão voltar a comercializar seus produtos livremente. Pela manhã o TAC foi apresentado na sede do MPF em Belém, durante reunião com três secretários de Estado (Maurílio Monteiro, da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia; Cássio Pereira, da Secretaria de Agricultura; e Aníbal Picanço, da Secretaria do Meio Ambiente), com o prefeito de Pau D'arco, Luciano Guedes, representando os 39 municípios da Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins (Amat) e três procuradores: Daniel Avelino, Felício Pontes e Ubiratan Cazetta. O TAC exige, entre outras medidas, que os frigoríficos sigam o Programa de Compra de Gado Bovino, adquirindo carne apenas de fornecedores livres de acusações sobre infrações ambientais e de trabalho escravo; também não podem comprar carne de pecuaristas acusados de invasão de terras indígenas e de áreas quilombolas, violência agrária, grilagem ou desmatamento. Os frigoríficos se obrigam, ainda, a implementar o Projeto de Excelência de Fornecedores, projeto-piloto para garantir a sustentabilidade no setor; devem, também, comunicar a todos os fornecedores sobre o programa, garantindo a adesão e a adoção de práticas e metas sustentáveis; e excluir os fornecedores que não aderirem ao programa. As medidas elencadas pelo TAC incluem ainda a obrigação de imprimir, em todas as embalagens dos produtos, o nome da fazenda e do município de origem do gado. Os frigoríficos também devem exigir dos fornecedores que deem entrada, em até seis meses, no pedido de Cadastro Ambiental Rural, da Secretaria de Meio Ambiente. O TAC também exige o cumprimento, pelos fornecedores, da legislação sobre Reserva Legal, inclusive a recomposição das áreas, por meio de plantios. O governo do Pará é o intermediário entre o Ministério Público Federal e os pecuaristas e donos de frigoríficos envolvidos no TAC. De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, o TAC proposto é muito bom no sentido em que dá ao poder público a garantia da origem e a qualidade da carne comercializada no Pará, bem como o cumprimento das legislações correspondentes, referentes ao meio ambiente e a trabalho escravo. "O governo do estado trabalha pelo desenvolvimento de todos os setores produtivos do Pará, mas atuando também, como não poderia deixar de ser, no cumprimento da legislação. E acredito que este TAC vai trazer um diferencial competitivo para nossa produção", disse o secretário Maurílio Monteiro. Repercussão - No início da noite, em outra reunião, desta vez na Sedect, entre o governo e os donos de frigoríficos, os termos do acordo foram apresentados ao empresariado. "Estas recomendações do MPF geraram uma perda muito grande na atividade econômica do estado. Por isso, o nosso objetivo é atender, sim, ao TAC para que seja possível fazer a pecuária neste estado com desmatamento zero", afirmou o presidente da União da Indústria da Carne (Uniec), Francisco Victer. Na avaliação de Luciano Guedes, representante da Amat, os prefeitos das cidades mais atingidas pela recomendação do Ministério Público sabem que não há alternativa para pecuaristas e empresários senão cumprir a legislação. "Não existe mais espaço para quem quer descumprir a lei. Para nós, o TAC é positivo, só precisamos aprofundá-lo para garantir que este compromisso possa ser viabilizado com responsabilidade", afirmou o prefeito. Ele disse, no entanto, que algumas alterações ainda devem ser incluídas em uma contra-proposta a ser apresentada ao MPF. Uma delas diz respeito à divisão de responsabilidades no cumprimento dos termos do TAC, a exemplo do controle e monitoramento dos fornecedores. Nesta quarta-feira, 17, representantes do governo e empresários voltam a se reunir para debater estas questões. Ascom - Sedect

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL E POLÍCIA FEDERAL DESENCADEIAM A OPERAÇÃO ABATE

16/06/2009 Porto Velho/RO, 16/06/09. Em trabalho conjunto, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal em Rondônia deflagraram, nesta manhã, a Operação Abate. O trabalho é resultado de mais de ano de investigações realizadas pela Polícia Federal, através do Inquérito Policial nº 387/2008-SR/DPF/RO, e pelo Ministério Público Federal, através do Inquérito Civil Público nº 1.31.000.000185/2008-96. As apurações apontaram a prática de diversos crimes cometidos para favorecer empresas frigoríficas, laticínios e curtumes fiscalizados pela Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia-SFA. Em troca, os servidores públicos envolvidos recebiam vantagens indevidas das empresas favorecidas. Além de frigoríficos, laticínios e curtumes, foi identificado um importante grupo econômico com sede em Mato Grosso, responsável por pagamento de propinas a servidores públicos da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, Banco da Amazônia, Ministério da Integração Nacional, Agência Nacional da Energia Elétrica e Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso. Estão sendo cumpridos 15 (quinze) mandados judiciais de prisão preventiva, 07 (sete) mandados judiciais de prisão temporária, além do cumprimento de 43 (quarenta e três) mandados de busca e apreensão na sede da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, na residência de vários investigados e na sede de diversas empresas envolvidas no esquema. As execuções das ordens judiciais estão sendo cumpridas em 08 (oito) Estados (Rondônia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Norte) e no Distrito Federal, envolvendo um efetivo total de 250 (duzentos e cinqüenta) policiais federais, além de 65 (sessenta e cinco) viaturas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal concederão entrevista coletiva à imprensa em geral hoje, às 14:30 horas, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Rondônia, a fim de prestar os esclarecimentos adicionais devidos à população. Fonte: Correio de Noticias

Acrimat quer que Greenpeace, MP e o Ibama apontem nomes

Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) quer que o Greenpeace, o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama, apontem quem são os pecuaristas que desmatam de forma ilegal e “não taxem todos os produtores como bandidos e destruidores da Amazônia, pois aqueles que derrubam e queimam a floresta de forma ilegal tem de ir para cadeia. É preciso separar os que cumprem a lei dos que não cumprem”, critica o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.O desabafo veio com as conseqüências da divulgação do relatório feito pelo Greenpeace, apontando os pecuaristas como os grandes responsáveis pelo desmatamento da Amazônia, e a suspensão das três maiores redes de supermercados do País, Carrefour, Wal-Mart e Pão de Açúcar, de comprar das fazendas envolvidas no desmatamento da Amazônia, sem apontar os responsáveis pelos atos ilegais. “As críticas e relatórios infundados, como de algumas ONGs, como o Greenpeace, só servem para prejudicar nossa imagem e o comércio dos nossos produtos no exterior, afetando diretamente toda cadeia produtiva”, acrescenta o diretor da Acrimat e presidente da Comissão de Meio Ambiente, Vicente Falcão. Fonte : Diário de Cuiabá

Terça-feira

Existe uma expectativa com relação a preços de carne com osso . Estão sendo entregues nessa semana boi inteiro a R$ 5,40 x R$ 4,20 x R$ 3,80kg , mas existe uma tendencia de melhora, embora com esse problema gerado pela ação do Ministerio Publico com relação a alguns frigorificos na área da amazônia possa a vir a modificar esse mercado.

MPF e PF combatem favorecimento de frigoríficos em Rondônia

Em trabalho conjunto, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram, nesta manhã, a Operação Abate, que cumpre 43 mandados de busca e apreensão, além de mandados de prisão preventiva e de prisão temporária Apurações durante mais de um ano apontaram a prática de diversos crimes cometidos para favorecer frigoríficos, laticínios e curtumes fiscalizados pela Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia-SFA. Em troca, os servidores públicos envolvidos recebiam vantagens indevidas das empresas favorecidas. Também foi identificado um importante grupo econômico com sede em Mato Grosso, responsável por pagamento de propinas a servidores públicos da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, Banco da Amazônia, Ministério da Integração Nacional, Agência Nacional da Energia Elétrica e Secretaria do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso. As investigações foram realizadas pela Polícia Federal, por meio do Inquérito Policial nº 387/2008-SR/DPF/RO, e pelo Ministério Público Federal, por meio do Inquérito Civil Público nº 1.31.000.000185/2008-96. No âmbito da Operação Abate estão sendo cumpridos 15 (quinze) mandados judiciais de prisão preventiva, 07 (sete) mandados judiciais de prisão temporária, além de 43 (quarenta e três) mandados de busca e apreensão na sede da Superintendência Federal da Agricultura em Rondônia, na residência de vários investigados e na sede de diversas empresas envolvidas no esquema. As execuções das ordens judiciais estão sendo cumpridas em 08 (oito) Estados (Rondônia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Norte) e no Distrito Federal, envolvendo um efetivo total de 250 (duzentos e cinqüenta) policiais federais, além de 65 (sessenta e cinco) viaturas. Representantes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal concederão entrevista coletiva à imprensa hoje, às 14h30, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Rondônia, a fim de prestar esclarecimentos à população. Assessoria de Comunicação Procuradoria da República em Rondônia

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Cotação vaca com 30 dias - Famato IMEA em 09-06-09

Cidade Valor   Agua Boa 70.00   Araputanga 70.62   Barra do Garças 70.62   Caceres 69.60   Cuiaba 71.28   Juara 70.62   Matupa 68.00   Mirassol dOeste 70.00   Nova Canaa do Norte 68.00   Paranatinga 71.00   Pedra Preta 71.65   Rondonopolis 71.78   Sinop 68.00   Tangara da Serra 71.00 

Cotação boi com 30 dias -Famato- IMEA em 09-06-09

Cidade       Valor   Agua Boa 70.00   Araputanga 70.62   Barra do Garças 70.62   Caceres 69.60   Cuiaba 71.28   Juara 70.62   Matupa 68.00   Mirassol dOeste 70.00   Nova Canaa do Norte 68.00   Paranatinga 71.00   Pedra Preta 71.65   Rondonopolis 71.78   Sinop 68.00   Tangara da Serra 71.00 

Go­i­ás abre as por­tas da Chi­na com frango.

A Per­di­gão es­tá enviando pa­ra a Chi­na 120 con­têi­ne­res car­re­ga­dos com pés de fran­go, sen­do que a sub­si­di­á­ria go­i­a­na é res­pon­sá­vel pe­la me­ta­de do car­re­ga­men­to. O pé de fran­go é um item des­va­lo­ri­za­do no mer­ca­do interno , mas é o cor­te pre­fe­ri­do dos chi­nes­es, que o uti­li­zam co­mo in­gre­di­en­te em so­pas e ma­ri­na­dos e co­mo pe­tis­cos. Fonte: Mazinho da Fé

domingo, 14 de junho de 2009

Acrisul lamenta frigorifico fechado em Nova Andradina

O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, lamentou a decisão do grupo Independência, de manter fechada a unidade de Nova Andradina, após ter recontratado funcionários.“A gente lamenta porque gera desemprego e os frigoríficos do Independência são muito importanteS para a economia dos municípios onde estão, mas não é uma surpresa”, ponderou.Com problema de fluxo de caixa e em processo de recuperação judicial, o grupo acabou perdendo credibilidade junto ao pecuarista, para os quais deve de R$ 46 milhões a R$ 50 milhões só em Mato Grosso do Sul.A Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, junto da Acrissul e sindicatos rurais estão desenvolvendo a campanha “Só à Vista” com intenção de acabar com os riscos da venda a prazo. O setor alega que quem tem de financiar os frigoríficos são os bancos. Fonte: Campograndenews