Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Consumo de frango aumenta com alta do preço da carne bovina
Brasileiro deverá comprar 43 kg do alimento este ano, segundo
projeção da Conab.
projeção da Conab.
Do R7, com Jornal da RecordA alta do preço da carne bovina faz o consumidor preferir a carne de frango no supermercado. O alimento bovino subiu, em média, 12% nas capitais brasileiras nos últimos 12 meses,
segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Carne sobe 60% por causa da seca
O economista do Dieese José Alberto de Lima Cardoso explica que, com a crise financeira de 2009, muitos produtores de carne abateram suas matrizes e, nesse momento da expansão do consumo,
está difícil aumentar a oferta de carne.
Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o consumo por pessoa deve ficar em 43 kg em 2010, contra 35 kg do consumo da carne bovina. Assista ao vídeo abaixo e veja como o brasileiro está substituindo a carne de boi pela de frango.
segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Carne sobe 60% por causa da seca
O economista do Dieese José Alberto de Lima Cardoso explica que, com a crise financeira de 2009, muitos produtores de carne abateram suas matrizes e, nesse momento da expansão do consumo,
está difícil aumentar a oferta de carne.
Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o consumo por pessoa deve ficar em 43 kg em 2010, contra 35 kg do consumo da carne bovina. Assista ao vídeo abaixo e veja como o brasileiro está substituindo a carne de boi pela de frango.
Boi gordo: atacado de carnes tem novo reajuste em SP
O mercado físico Preços atualizados em 04/11/2010
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Pecuaristas reajustam novamene o preço da carne em Roraima
04 de novembro de 2010
Portal Amazônia com informações da Folha Web
BOA VISTA - Mais uma vez, em menos de cinquenta dias, o preço da carne foi reajustado em Roraima. A carne bovina sofreu um reajuste de 9% e os pecuaristas decidiram que, de acordo com e lei da oferta e da procura, estava na hora de fazer mais reajustes para não desabastecer o mercado e garantir o lucro.
O primeiro reajuste, de 10%, começou a ser cobrado no dia 17 de setembro. A justificativa do aumento está ligada a falta do produto no mercado Amazonense, o principal centro consumidor da Região Norte. A tendência é de mais altas nos preços no decorrer do ano, conforme Cooperativa dos Produtores de Carne em Roraima (Coopercarne).
De acordo com presidente da Coopercarne, Ermilo Paludo, o preço da arroba do boi (cerca de 15 kg) no Estado continua sendo um dos mais baratos do país. Enquanto São Paulo cobra R$ 110,00 pela arroba, que representa R$ 7,33 o kg, Roraima comercializa hoje, a R$ 90,00, R$ 6,00 o kg. Antes do reajuste, o valor era de R$ 82,50, que representava R$ 5,50 o kg do boi abatido.
Portal Amazônia com informações da Folha Web
BOA VISTA - Mais uma vez, em menos de cinquenta dias, o preço da carne foi reajustado em Roraima. A carne bovina sofreu um reajuste de 9% e os pecuaristas decidiram que, de acordo com e lei da oferta e da procura, estava na hora de fazer mais reajustes para não desabastecer o mercado e garantir o lucro.
O primeiro reajuste, de 10%, começou a ser cobrado no dia 17 de setembro. A justificativa do aumento está ligada a falta do produto no mercado Amazonense, o principal centro consumidor da Região Norte. A tendência é de mais altas nos preços no decorrer do ano, conforme Cooperativa dos Produtores de Carne em Roraima (Coopercarne).
De acordo com presidente da Coopercarne, Ermilo Paludo, o preço da arroba do boi (cerca de 15 kg) no Estado continua sendo um dos mais baratos do país. Enquanto São Paulo cobra R$ 110,00 pela arroba, que representa R$ 7,33 o kg, Roraima comercializa hoje, a R$ 90,00, R$ 6,00 o kg. Antes do reajuste, o valor era de R$ 82,50, que representava R$ 5,50 o kg do boi abatido.
Começa vacinação contra aftosa por pecuaristas fluminenses
Durante todo o mês de novembro será realizada a segunda etapa anual da campanha contra a febre aftosa. Neste período, os pecuaristas fluminenses têm um compromisso com a sanidade de seus rebanhos. Considerado área livre de aftosa, há 13 anos sem o re-gistro da doença em seu rebanho bovino, o Estado do Rio vem obtendo nas campanhas de vacinação contra a doença, índices de imunização superiores a 90%. Em Campos, serão vacinados gratuitamente, a partir de hoje, o rebanho de produtores com até 70 animais. Em São João da Barra, a totalidade do gado local será vacinada pelo município. Vacinar o gado contra a doença é obrigatório, independente de apoio municipal.
Diante do índice de imunização no Estado, o resultado positivo, na avaliação do secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, é fruto do trabalho e empenho das equipes de Defesa Agropecuária, das parcerias com prefeituras, Ministério Público e da conscientização dos pecuaristas sobre a importância da imunização do gado.
— Em função dos bons índices alcançados, a perspectiva é de que nas próximas campanhas possam ser reduzidas as faixas etárias de vacinação dos animais. A parceria com o Ministério Público, que tem convocado, em alguns municípios, produtores inadimplentes com a vacinação, mostrando os riscos que representam para a sanidade do plantel bovino fluminense e as penalidades previstas na lei, está sendo muito positiva — frisou o secretário.
O controle da doença tem contribuído para a elevação dos negócios pecuários no Estado. O secretário Christino lembrou ainda que, hoje, o estado conta com 27 Núcleos de Defesa Agropecuária e 16 Postos de Defesa Agropecuária, onde os produtores podem apresentar a declaração de vacinação. E o objetivo ainda é ampliar o número de postos, através de convênios com as prefeituras.
Em Campos, a expectativa é vacinar 60 mil cabeças de gado, protegendo 25% do rebanho do município, estimado em 240 mil cabeças de animais. O produtor que não aplicar vacina no gado será multado em 2 UFIRS por cada animal, o que corresponde a, aproximadamente, R$ 20.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Pesca de Campos, Frederico Paes, sete equipes vão estar percorrendo o município aplicando a vacina nos animais de propriedade de pequenos produtores, cadastrados na própria secretaria municipal de Agricultura e Pesca. O critério para pequeno produtor é ter até 70 cabeças de gado.
Frederico ressaltou que um gado não vacinado pode trazer sérios problemas para o município, além das sanções ao produtor.
— O produtor fica impedido de comercializar e transportar os animais, além de ser multado. A febre aftosa não é só um problema sanitário, mas econômico também. A obrigação de imunizar os animais é dos produtores, mas a Prefeitura entende que é preciso contribuir para que os pequenos produtores tenham condições de proteger seus rebanhos — destacou.
SJB quer imunizar 100% do rebanho local
Em São João da Barra, a secretaria de Agricultura pretende imunizar, também a custo zero aos produtores, 100% do rebanho do município, o equivalente a 28 mil cabeças.
Para cumprir essa meta, na segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa estarão atuando três equipes, compostas por técnicos e veterinários, que irão percorrer cerca de 50 localidades.
Cadastro — Para o cadastro em Campos, o pequeno produtor rural deve procurar a sede da Defesa Agropecuária do Estado, na rua Visconde Inhaúma, 102, Parque Tamandaré, próximo ao cam-po do Americano, levando documento que prove o uso da terra, identidade e CPF.
Diante do índice de imunização no Estado, o resultado positivo, na avaliação do secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, é fruto do trabalho e empenho das equipes de Defesa Agropecuária, das parcerias com prefeituras, Ministério Público e da conscientização dos pecuaristas sobre a importância da imunização do gado.
— Em função dos bons índices alcançados, a perspectiva é de que nas próximas campanhas possam ser reduzidas as faixas etárias de vacinação dos animais. A parceria com o Ministério Público, que tem convocado, em alguns municípios, produtores inadimplentes com a vacinação, mostrando os riscos que representam para a sanidade do plantel bovino fluminense e as penalidades previstas na lei, está sendo muito positiva — frisou o secretário.
O controle da doença tem contribuído para a elevação dos negócios pecuários no Estado. O secretário Christino lembrou ainda que, hoje, o estado conta com 27 Núcleos de Defesa Agropecuária e 16 Postos de Defesa Agropecuária, onde os produtores podem apresentar a declaração de vacinação. E o objetivo ainda é ampliar o número de postos, através de convênios com as prefeituras.
Em Campos, a expectativa é vacinar 60 mil cabeças de gado, protegendo 25% do rebanho do município, estimado em 240 mil cabeças de animais. O produtor que não aplicar vacina no gado será multado em 2 UFIRS por cada animal, o que corresponde a, aproximadamente, R$ 20.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Pesca de Campos, Frederico Paes, sete equipes vão estar percorrendo o município aplicando a vacina nos animais de propriedade de pequenos produtores, cadastrados na própria secretaria municipal de Agricultura e Pesca. O critério para pequeno produtor é ter até 70 cabeças de gado.
Frederico ressaltou que um gado não vacinado pode trazer sérios problemas para o município, além das sanções ao produtor.
— O produtor fica impedido de comercializar e transportar os animais, além de ser multado. A febre aftosa não é só um problema sanitário, mas econômico também. A obrigação de imunizar os animais é dos produtores, mas a Prefeitura entende que é preciso contribuir para que os pequenos produtores tenham condições de proteger seus rebanhos — destacou.
SJB quer imunizar 100% do rebanho local
Em São João da Barra, a secretaria de Agricultura pretende imunizar, também a custo zero aos produtores, 100% do rebanho do município, o equivalente a 28 mil cabeças.
Para cumprir essa meta, na segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa estarão atuando três equipes, compostas por técnicos e veterinários, que irão percorrer cerca de 50 localidades.
Cadastro — Para o cadastro em Campos, o pequeno produtor rural deve procurar a sede da Defesa Agropecuária do Estado, na rua Visconde Inhaúma, 102, Parque Tamandaré, próximo ao cam-po do Americano, levando documento que prove o uso da terra, identidade e CPF.
Criadores de gado comemoram aumento do preço da carne
Preço da arroba do boi atingiu o maior nível em 16 anos.
Enquanto o consumidor sente no bolso o aumento do preço salgado da carne, os criadores de gado comemoram. No atacado, o preço da arroba do boi atingiu o maior nível em 16 anos. Isso porque, com o aumento da renda, o consumo disparou. E para piorar, o rebanho brasileiro encolheu nos últimos anos.
No açougue, o aumento chega a 40%. E na previsão dos analistas, o preço deve continuar alto, pelo menos até o ano que vem.
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1628151-17665,00.html
Enquanto o consumidor sente no bolso o aumento do preço salgado da carne, os criadores de gado comemoram. No atacado, o preço da arroba do boi atingiu o maior nível em 16 anos. Isso porque, com o aumento da renda, o consumo disparou. E para piorar, o rebanho brasileiro encolheu nos últimos anos.
No açougue, o aumento chega a 40%. E na previsão dos analistas, o preço deve continuar alto, pelo menos até o ano que vem.
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1628151-17665,00.html
Mais uma vez no ano, embarques de carne de frango recuam em relação a 2009
Campinas, 4 de Novembro de 2010 - Em outubro, o mês mais curto (20 dias úteis, como se fosse fevereiro) deixou seus sinais nas exportações brasileiras. As de carne de frango in natura, por exemplo, quando comparadas às do mês anterior, setembro, recuaram 6% no volume e 5,5% na receita cambial.
Não só isso, porém: o volume embarcado no mês também foi menor que o registrado um ano atrás, em outubro de 2009, o que ocorre pela terceira vez em 2010 (em janeiro e abril os volumes embarcados também ficaram dos registrados um ano antes).
Como, entretanto, o preço médio do produto obteve, em um ano, valorização de 8,6%, a receita cambial acabou ficando 5,7% acima daquela registrada no mesmo mês do ano passado.
AviSite) (Redação)
Não só isso, porém: o volume embarcado no mês também foi menor que o registrado um ano atrás, em outubro de 2009, o que ocorre pela terceira vez em 2010 (em janeiro e abril os volumes embarcados também ficaram dos registrados um ano antes).
Como, entretanto, o preço médio do produto obteve, em um ano, valorização de 8,6%, a receita cambial acabou ficando 5,7% acima daquela registrada no mesmo mês do ano passado.
AviSite) (Redação)
Rússia anuncia que mercado interno não terá mais frango congelado
Campinas, 4 de Novembro de 2010 - A informação carece de confirmação ou, pelo menos, de mais detalhes. Mas, ontem, a imprensa russa divulgou e grandes órgãos internacionais de comunicação repercutiram a notícia de que a partir de 1º de janeiro de 2011 o governo russo só vai permitir a venda, no país, de carne de frango resfriada. Se isso for verdadeiro, exportadores como EUA e Brasil estarão alijados daquele mercado, já que a distância só permite a remessa de frango congelado.
Para Gennady Onishchenko, dirigente do Rospotrebnadzor, a Agência de Defesa do Consumidor, os produtores russos ou mesmo os exportadores (como EUA e Brasil) não serão prejudicados, “pois existem novas tecnologias que possibilitam manter um frango resfriado por até 120 dias”. Ele acrescentou que a decisão pela transição do frango congelado para o resfriado foi aprovada na Rússia em março de 2008, conforme atestam documentos arquivados no Ministério da Justiça.
“A questão foi longamente discutida com nossos produtores, pesquisadores e com a comunidade científica ligada às Academias russas de Medicina e Ciências Agrárias. É uma decisão conjunta, baseada em análises técnicas. Por isso, não haverá volta”, afirmou Onishchenko à agência de notícias Ria-Novosti.
A dúvida que cerca essa decisão refere-se à amplitude da proibição de venda do frango congelado no mercado russo. Até poucos dias atrás todas as notícias a respeito mencionavam que a restrição de uso do produto congelado, prevista para vigorar a partir de 1º de janeiro próximo, se referia apenas aos industrializados de frango (vide a propósito, no AviSite, notícias dos dias 14 e 15 de outubro de 2010. Mas a proibição pode ser mais ampla que a inicialmente apontada.
Para Gennady Onishchenko, dirigente do Rospotrebnadzor, a Agência de Defesa do Consumidor, os produtores russos ou mesmo os exportadores (como EUA e Brasil) não serão prejudicados, “pois existem novas tecnologias que possibilitam manter um frango resfriado por até 120 dias”. Ele acrescentou que a decisão pela transição do frango congelado para o resfriado foi aprovada na Rússia em março de 2008, conforme atestam documentos arquivados no Ministério da Justiça.
“A questão foi longamente discutida com nossos produtores, pesquisadores e com a comunidade científica ligada às Academias russas de Medicina e Ciências Agrárias. É uma decisão conjunta, baseada em análises técnicas. Por isso, não haverá volta”, afirmou Onishchenko à agência de notícias Ria-Novosti.
A dúvida que cerca essa decisão refere-se à amplitude da proibição de venda do frango congelado no mercado russo. Até poucos dias atrás todas as notícias a respeito mencionavam que a restrição de uso do produto congelado, prevista para vigorar a partir de 1º de janeiro próximo, se referia apenas aos industrializados de frango (vide a propósito, no AviSite, notícias dos dias 14 e 15 de outubro de 2010. Mas a proibição pode ser mais ampla que a inicialmente apontada.
(AviSite) (Redação)
Mercado Rio de Janeiro
A pedida no boi com osso no Rio de Janeiro foi a seguinte :
Traseiro R$ 8,80 kg , Dianteiro R$ 5,80 e PA R$ 5,50
A pedida no contra file e alcatra a pedida R$ 14,50 kg em média.
Traseiro R$ 8,80 kg , Dianteiro R$ 5,80 e PA R$ 5,50
A pedida no contra file e alcatra a pedida R$ 14,50 kg em média.
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