quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ação trabalhista pede falência do Boi Bravo

Mais um impasse envolvendo o Frigorífico Boi Bravo. Desta vez, ação pedindo falência da empresa foi protocolada na Justiça. O processo é movido pelo ex-funcionário Luiz Gonzaga da Silva, que não recebeu dívida trabalhista.
De acordo com o advogado Paulo Marcio Miranda, a ação trabalhista tramitou em 2011. Na época, o Frigorífico Boi Bravo foi condenado ao pagamento de verbas rescisórias da ordem de R$ 27.579,21. Porém, não houve o pagamento por parte da empresa. Ainda segundo ele, quando a dívida não é paga e nenhum bem é nomeado para penhorado por parte da empresa, uma das formas de receber o valor é através do pedido de falência. “Não é algo muito comum, mas é uma possibilidade”, afirma o advogado.
O processo está em tramitação na Vara de Execuções Fiscais e Falência da Comarca de Uberaba, cujo titular é o juiz João Rodrigues Neto. O magistrado já expediu mandado para que a empresa se posicione no processo. O proprietário, Romeu da Costa Teles, ainda não foi citado.
Procurado pela reportagem, ele encarou a situação com naturalidade, afirmando que se trata de um processo que tem como objetivo pressionar a empresa ao pagamento da dívida trabalhista, e não conseguir a falência, propriamente dita. No entanto, ele alega que, a partir da notificação, irá tomar as providências necessárias.

Jornal da Manhã

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Cadeia de carnes que ampliar negócios com Brics

Segunda-feira, 14 de Julho de 2014, 08:44:47Economia
As cadeias da avicultura e suinocultura querem aproveitar a próxima reunião da cúpula dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), para ampliar a participação no mercado internacional.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os dois setores, encaminhou ofício para o Ministério das Relações Exteriores e para a Presidência da República solicitando apoio nas negociações dos países durante o encontro, que ocorre na próxima semana, em Fortaleza (CE). Há demandas para todos os países do bloco, que envolvem abertura de mercados e mudança nas condições comerciais.
No caso da Rússia — a principal compradora da carne suína brasileira — a demanda é por estabilidade nas negociações, argumenta o presidente da ABPA, Francisco Turra. “No passado ocorreram restrições à carne brasileira sem justificativas muito claras”, contextualiza. Ele explica que isso desestimula a produção nacional, e limita a capacidade de oferta em momentos de aumento na demanda, como o que ocorre agora devido aos problemas da propagação da diarreia epidêmica suína (PEDv) nos Estados Unidos.
Para a China o objetivo é garantir ampliação nos negócios. A nação asiática já autorizou a compra de carne oriunda de 29 frigoríficos avícolas e 6 suínos, mas ainda não houve nenhuma aquisição.
Tarifação
A incidência de tarifas sobre a carne brasileira é o alvo dos pleitos junto à África do Sul e Índia. A ABPA indica que no caso indiano o maior impacto ocorre na avicultura, que é onerada em 35% para o frango inteiro e de 100% para cortes e processados. “É inviável fechar negócios fechar negócios com essa taxa. Isso só pode ser resolvido através da diplomacia”, aponta Turra. Há demanda semelhante para os sul-africanos, já que houve ajuste de 27% para 82% na tarifa de importação de frango inteiro oriundo do Brasil, fato que também limitou os negócios.

A entidade avalia que há potencial para forte incremento nas vendas nos quatro países que formam o bloco. Isso também favorece os dois setores no longo prazo, sinaliza Turra. “O objetivo, especialmente na suinocultura, é garantir que haja mais opções, sem que haja dependência de nenhum mercado.”

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domingo, 13 de julho de 2014

Consumo de carne vermelha pode trazer benefícios à saúde

12/07/2014

Ministério da Saúde recomenda porção de 100 gramas por dia, para adultos. Carnes ideais para o consumo são aquelas que possuem menores quantidades de gordura

Comer ou não comer carne vermelha, eis a questão. Para quem não resiste a um bife suculento, mas é preocupado com a saúde, informações conflitantes acabam deixando dúvidas em relação ao consumo deste alimento.
Segundo a equipe técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde (CGAN/DAB/SAS), consumida da forma correta, a carne vermelha traz benefícios para a saúde.
O Guia Alimentar para População Brasileira, preparado pelo Ministério da Saúde, recomenda, para um adulto, o consumo diário de uma porção de carne por dia. Isso equivale a um bife de aproximadamente 100 gramas. O ideal é que as carnes selecionadas para consumo sejam aquelas com menor quantidade de gordura. Uma orientação importante é a retirada de toda a gordura aparente das carnes antes de sua preparação.
Fonte de ferro com alta taxa de absorção e utilização no organismo, este alimento é essencial para o crescimento saudável das crianças e também para as mulheres em idade fértil, principalmente durante a gravidez. Além disso, a carne vermelha é rica em uma vitamina que só alimento de origem animal é capaz de nos fornecer: a B12, que participa da formação de células vermelhas do sangue e do metabolismo de ácidos graxos, essencial para a memória e para o aproveitamento do ferro. Ou seja, a deficiência da vitamina B12 leva à anemia e a danos neurológicos.
“Gosto muito de carne vermelha. Se tivesse oportunidade, comeria churrasco várias vezes. Evito os cortes mais gordos, ricos em gordura saturada e colesterol, para garantir a saúde da minha família. Meu filho, de um ano e seis meses, gosta muito de carne moída. Oferecemos opções de carne vermelha para ele três vezes por semana”, conta o assessor técnico da Assessoria Internacional de Assuntos de Saúde (Aisa), Jorge Ramalho. Para as crianças as carnes devem ser introduzidas a partir dos seis meses de idade, de forma lenta e gradual, até chegar à alimentação da família.




Churrasco está liberado, mas com moderação e evitando gorduras. Foto: Reprodução da internet



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Brasil embarca menos carne bovina e de frango em junho; suína tem aumento

Quarta-feira, 02 de Julho de 2014, 09:06:39EconomiaExportação
O ritmo de embarques de carne bovina in natura para o exterior desacelerou em junho, mas a exportação do produto ainda supera 2013 tanto em volume quanto em receita. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), divulgados hoje, mostram embarques de 98,3 mil toneladas no último mês, queda de 4,3% ante maio mas aumento de 12,2% na comparação com junho do ano passado. Em receita, as vendas do produto atingiram US$ 471,6 milhões, recuo de 3,6% na comparação com maio, mas incremento de 21,7% sobre os US$ 384,4 milhões de junho de 2013. O preço médio da carne bovina exportada segue subindo. Foi 0,19% maior em junho ante maio e 8,5% superior ao registrado em junho do último ano.
Já as vendas externas de carne de frango in natura caíram 11% em volume em relação a maio e 3,3% ante junho de 2013. Foram embarcadas 280,1 mil toneladas, contra 314,9 mil t de maio e 289,9 mil t de junho de 2013. A receita somou no mês passado US$ 568,3 milhões, queda de 6,12% ante maio e de 3,6% em relação aos US$ 590,0 milhões do mesmo período do ano passado. O preço médio da carne de frango subiu em relação a maio - US$ 2.028,70 a tonelada contra US$ 1.922,50 - mais ainda é menor que o registrado em junho de 2013, de US$ 2.035.40.
No caso das exportações de carne suína in natura, o destaque foi a receita, que somou US$ 157,1 milhões em junho, 42,8% maior que a de maio (US$ 110,0 milhões) e 78% superior à de junho de 2013. O resultado se deveu especialmente à alta do preço médio do produto exportado, de US$ 4.033,60 a tonelada, aumento de 19,2% na comparação com maio e de 57% acima dos US$ 2.571,60 a tonelada do mês de junho de 2013. O volume subiu 19,6% na comparação com maio, totalizando 38,9 mil toneladas. Em relação a junho de 2013, os embarques foram 13,4% superiores.
Acumulado do ano
No período de janeiro a junho as exportações de carne bovina in natura totalizaram US$ 2,727 bilhões, incremento de 14,4% ante os US$ 2,382 milhões observados nos seis meses do ano passado. Em volume, a alta é de 14%, de 525,0 mil toneladas para 598,0 mil toneladas.
Já as vendas externas de carne de frango in natura atingem receita de US$ 3,234 bilhões nos primeiros seis meses do ano, queda de 3,3% na comparação com o faturamento de US$ 3,355 bilhões em igual intervalo de 2013. Em volume, as vendas tiveram leve incremento de 0,4%, de 1,731 milhão de toneladas para 1,739 milhão de toneladas.

Também no acumulado do ano, as exportações de carne suína in natura tiveram aumento de 12,6%, atingindo US$ 636,0 milhões em 2014 contra US$ 564,8 milhões em 2013. No entanto, em volume, há queda de 1%, de 202,8 mil toneladas para 200,7 mil toneladas.

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Empresário do frigorífico Boi Bravo e vereador defendem seus interesses

01/07/2014
Por sua vez, China garante não se intimidar 
O empresário Romeu Costa Telles  vem tomando as suas medidas
 Luciana Rodrigues
A briga entre o proprietário do frigorífico Boi Bravo, Romeu Telles, e o vereador Paulo César Soares – China (SDD), parece que está longe de ter um fim. Depois do empresário ter denunciado a reportagem do JORNAL DE UBERABA, em que o vereador estava  usando estratégias políticas para tentar transferir o seu empreendimento, com a finalidade vingar de um episódio que aconteceu na década de 90, quando denunciou o parlamentar. Essa situação também acabou repercutindo na audiência pública, na sexta-feira (27), quando os organizadores precisaram acionar a Polícia Militar para resgatar a possível ocorrência de exaltação de ânimos contra o parlamentar, que recebeu palavras de ordem e reprovação por ter envolvido com um fato que lhe deixou à beira da prisão e cassação de mandato. Quando foi denunciado por corrupção e extorsão do matadouro indústria de Uberaba S.A, conhecido atualmente como frigorífico Boi Bravo.
Mesmo assim, o vereador não vem se intimidou, pois entrou com uma nova representação no Ministério Público da Saúde e do Meio Ambiente, contra o frigorífico. Alegando que se encontram funcionando sem alvará de licencia e localização desde 2011, com a conivência da Prefeitura de Uberaba. Na representação, o vereador pede para que o MP adote as providênciais cabíveis no sentido de determinar ações concretas do município, para que a empresa regularize sua situação e obtenha novo alvará ou, em caso contrário, para que seja interdita como a lei determina. Já a respeito da denúncia de vingança, onde alegam que o parlamentar tentou extorquir o empresário com a mesma finalidade de não transferir empresa daquela localidade. China além de anexar os documentos que comprovam a sua absolvição na Justiça comum e perante o Colégio da Câmara de Vereadores, também informou que entrará com processo civil por danos morais e criminosos pelos crimes de calúnia e difamação.
Como o parlamentar tenta colocar a população contra o empreendimento, vem dizendo que ao contrário dos cidadãos comuns que arcam com os seus impostos em dia, o proprietário do frigorífico estava há várias décadas sem pagar tributos.Por isso, eles não merecem viver ao lado de uma ‘carniça’ e de um empreendimento  maléfico a saúde. O empresário encaminhou cópias ao JU de certidão positiva com efeito de débitos municipais do frigorífico, onde desmentem essa situação denunciada pelo vereador. Já que no documento revela que existem débitos parcelados em nome do Boi Bravo, perante a Fazenda Municipal, mas não consta atraso nos pagamentos das parcelas pactuadas e para comprovar isso foi extraída a certidão, com validade até 30/07/2014.  Na oportunidade, também encaminhou cópia da Certidão Negativa de Débitos Municipais, com validade até 28/09/2014, onde a PMU garante que até a presente data não existem débitos tributos ou fiscais também em nome nem da antiga empresa Matadouro Indústria Uberaba Ltda. – Miusa. 
Jornal de Uberaba

Frigorífico em MS é habilitado para abate de novilho precoce

Unidade do Marfrig,localizado no município de Porto Murtinho (MS) integrará o Programa de avanços na Pecuária de Mato Grosso do sul - Proape
Carla Layane
Foi publicado no Diário Oficial na última terça-feira (1º), resolução da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur) que torna público o credenciamento frigorífico Marfrig Global Foods S/A no Subprograma de Apoio à Criação de Bovinos de Qualidade e Conformidade “Novilho Precoce”, que integra o Proape (Programa de Avanços na Pecuária de Mato Grosso do Sul).

O frigorífico localizado na BR-267, em Porto Murtinho (MS) fica autorizado a abater bovinos mais jovens, entre 30 e 36 meses.
 
O que é PROAPE?
 É um programa criado com a finalidade de promover o desenvolvimento da pecuária sul-mato-grossense, com produtos de qualidade, resultantes de cadeias produtivas competitivas, socialmente justas, ambientalmente corretas e economicamente viáveis.
 
Quem pode participar?
Produtores rurais do Estado de Mato Grosso do Sul.
 
Como se inscreve no Programa?
Os produtores serão inscritos através de cadastros apropriado da SEPROTUR, preenchido por técnicos (Agrônomos, Zootecnistas e Médicos Veterinários) devidamente credenciados para serem os responsáveis técnicos dos empreendimentos de produção.
 
Mais informações sobre o programa podem ser obtidos pelo telefone (067) 3318-5000.
Com informações Campo Grande News

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Audiência sobre mudança do Boi Bravo teve troca de acusações

 Muitas pessoas participaram da audiência pública da Prefeitura de Uberaba no bairro Costa Telles, em torno da proposta de mudança do frigorífico Boi Bravo. Com grupos mobilizados, o encontro só teve início na noite de sexta-feira, dia 27, após a chegada da Polícia Militar, a fim de resguardar a possível ocorrência de exaltação de ânimos.
Contra o vereador Paulo César Soares, o “China”, muitas palavras de ordem de reprovação e de menção a episódios aos quais ele já protagonizou, inclusive envolvendo o próprio frigorífico. Na década de 90, China esteve às beiras da prisão e da cassação do mandato ao ser denunciado por corrupção – extorsão ao antigo Matadouro Industrial de Uberaba S.A/ Miusa, hoje Boi Bravo. 
Os trabalhos foram conduzidos pelo prefeito Paulo Piau, com mediação do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Renato Gomes, que garantiram que a Prefeitura quer discutir o assunto com serenidade e chegar à melhor alternativa para a cidade.
 
O vereador China, que falou antes do empresário Romeu da Costa Telles, se retirou do local tão logo terminou seu pronunciamento. Sequer ouviu a posição da empresa ou as perguntas/pontuações da comunidade. Ao prefeito entregou abaixo-assinado contra a permanência da unidade no bairro, apesar da reação dos presentes de que tais assinaturas não foram levantadas na comunidade, mas no centro da cidade.
 
Durante a fala de China foi registrado um início de tumulto. É que aparteado por um participante, o vereador ordenou que ele se sentasse, disparando contra ele provocação pelo seu estereótipo. O cidadão se sentiu ofendido/discriminado e outros presentes também reagiram. 
 
O empresário representante do Boi Bravo, Romeu da Costa Telles, pontuou sobre a história da empresa no bairro, as parcerias com a comunidade, a vontade e propósito de continuar gerando empregos e garantindo a qualidade da carne consumida em Uberaba, bem como de ajustar situações, e destacou a insegurança, inclusive comercial, gerada pela forma como o vereador China trata tudo o que se refere ao frigorífico, levando a acreditar em vingança do parlamentar, por ter sido denunciado em outras épocas.
Romeu citou valores devidos pelo Município à empresa que estariam em cerca de R$ 14 milhões e manifestou ao prefeito o desejo de abrir mão deles caso haja interesse da Prefeitura, desde que o montante seja investido na construção de equipamento de saúde para o bairro. 
 
Sobre a proposta de mudança do frigorífico, Romeu demonstrou não entender o motivo de tanta polêmica por parte do vereador China, haja vista que sempre que foi chamado a tratar do assunto o fez com serenidade e espírito democrático, inclusive participando de reunião na Câmara Municipal e dialogando com o Governo Municipal. Romeu ressalta que nunca fechou questão acerca do tema, que está aberto à permanência do diálogo, mas com a preocupação de que a empresa, a comunidade e os trabalhadores não sejam prejudicados. 

Jornal da Manhã
 

FRIGORÍFICO Independência será reaberto

PUBLICADO EM 28/06/14 - 03h00

Em meio à seca e às dificuldades da pecuária, uma notícia promete ser uma redenção para a região Norte de Minas. As antigas instalações do Frigorífico Independência, que fechou em 2009, após falência, estão prestes a serem reativadas pelo grupo Minerva, um dos maiores do ramo no Brasil. As atividades do abate serão reiniciadas ainda neste ano, em Janaúba.
A expectativa era para junho, mas pendências referentes ao abastecimento de energia e a regras da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) estão atrasando a reabertura.
É que o frigorífico fica perto do aeroporto em Janaúba e, como a atividade pode atrair urubus, algumas medidas precisam ser tomadas para evitar o risco.
Em fevereiro deste ano, o grupo Minerva comprou, por R$ 40 milhões, a planta de abate e desossa de bovinos em leilão judicial que ofertou os ativos da massa falida do Frigorífico Kaiowa. Essa falência aconteceu em 1990. Em 2006, o frigorífico foi adquirido pelo Independência.
“A reabertura vai melhorar muito a situação da pecuária do Norte de Minas. Hoje, mandamos o gado para abate para Belo Horizonte ou para o Triângulo e o custo com o frete arrebenta o negócio”, afirma o presidente da Sociedade Rural, Osmani Barbosa Neto. 
Fonte : O Tempo

Frigorífico Dom Porquito começa a funcionar em janeiro de 2015


Por Samuel Bryan em 28/06/2014 - 11:13 AM
  
Financiamento de R$ 26 milhões completará as obras do frigorífico que será o mais moderno do Brasil (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Financiamento de R$ 26 milhões completará as obras do frigorífico que será o mais moderno do Brasil (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O Frigorífico de Exportação de Suínos Dom Porquito já está em obras na cidade de Brasileia. E nesta sexta-feira, 27, o governador Tião Viana foi testemunha de mais um passo dos sócios da empresa em torná-lo o mais moderno frigorífico do Brasil, desde que a Dom Porquito e o Banco da Amazônica assinaram um financiamento de R$ 26 milhões para a conclusão das obras até dezembro de desse ano. A previsão de funcionamento está prevista para janeiro de 2015. 
O governo do Estado também tem financiado através da parceria público/privada o ambicioso projeto de suinocultura na região do Alto Acre. Incentivando os produtores na criação dos animais e instalando modernos galpões de engorda, o frigorífico é a última etapa deste projeto, que colocará o Acre como centro de exportação de suínos. 
A fábrica terá capacidade de abater 900 animais por turno. Ela será 100% automatizada e gerará 500 empregos diretos. A ideia é aproveitar a Rodovia Interoceânica para exportar para Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Honk Kong. 
Segundo o diretor da Dom Porquito, Paulo Santoyo, a empresa inclusive já tem contrato estabelecido com o mercado peruano, que encomendou quatro caminhões de carcaça fresca de suínos por mês para Lima. “Esse Estado cresce, caminha e avança porque tem um governo de coragem. O Acre que nunca produzia está ficando para trás”, conta Paulo. 
Ao todo, o projeto de suinocultura em todo o Acre já tem passado de R$ 70 milhões em investimentos.
http://www.agencia.ac.gov.br/noticias

quinta-feira, 26 de junho de 2014

BRF firma contrato temporário para serviço de abate e desossa para Minerva

SÃO PAULO (Reuters) - A BRF, maior exportadora de carne de frango do mundo, firmou contrato temporário com a Minerva para realizar serviços de abate e desossa de gado, com o objetivo de elevar o aproveitamento das unidades da companhia, informou a companhia em comunicado.
A Minerva Foods, terceira maior em processamento de carne bovina no Brasil, informou que a BRF realizará o serviço de abate e desossa, bem como embalagem, acondicionamento e disponibilização da carne bovina em suas unidades fabris.
A Minerva vai retirar e distribuir estes produtos, disse a companhia, acrescentando que o contrato terá prazo de vigência de até seis meses.
Segundo a empresa, o negócio, aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), é independente de outra operação sobre a venda de ativos de abate de bovinos da BRF em Mato Grosso para a Minerva, anunciada em novembro de 2013 e que teve recomendação para impugnada pelo órgão de defesa da concorrência.

(Por Fabíola Gomes)
Reuters Brasil