quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Exportadores norte-americanos não querem perder mercado russo de carnes.

EUA, exportações, Rússia, sanções, economia

Os exportadores dos EUA acreditam que em consequência da resposta da Rússia às sanções ocidentais eles vão perder o promissor mercado russo de carne bovina e suína, afirmou Joe Schuele, representante da Federação de Exportadores de Carne dos EUA.
Em 7 de agosto, Moscou limitou por um ano as importações de certas mercadorias provenientes dos EUA, União Europeia, Canadá, Austrália e Noruega, ou seja, os países que tinham imposto sanções contra a Rússia. A lista de alimentos embargados inclui carnes bovina, suína e de aves, bem como salsichas, mariscos, verduras, frutas e produtos lácteos.
Joe Schuele observou que em 2012 as exportações de carne bovina norte-americana para a Rússia superaram o valor de 300 milhões de dólares, um recorde no comércio bilateral entre os dois países. Em sua opinião, isso significa que o mercado da Federação da Rússia "é promissor e os Estados Unidos gostariam de ter oportunidade para suprir" à Rússia.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Liberação russa é oportunidade a ser aproveitada por bovinocultura de MT, diz Imea

Mercado representa, atualmente, 20,38% do volume embarcado pelo estado

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

boi_carne_churrasco (Foto: Roberto Seba/Ed. Globo)
A liberação de frigoríficos brasileiros por parte da Rússia é um oportunidade para a bovinocultura de Mato Grosso e que deve ser aproveitada, preenchendo o espaço deixado pelos concorrentes. A avaliação está em boletim divulgado nesta semana pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

De acordo com cálculos do Imea, com base em dados do próprio governo da Rússia, os países que foram embargados representavam 56,93% da carne bovina embarcada para o mercado russo no ano passado. No primeiro semestre deste ano, a participação já havia caído para 44,29%. Mato Grosso tem 10 plantas habilitadas a embarcar o produto para o país europeu.
“O mercado é favorável para o estado, já que países como Rússia e Venezuela têm aumentado cada vez mais suas compras de carne bovina”, informou o Imea. Segundo a instituição, a Rússia representa, atualmente, 20,38% do volume embarcado por Mato Grosso e a Venezuela, hoje o principal comprador, responde por 33,72%.
Ainda segundo os técnicos do Imea, a possibilidade de aumento das exportações para os russos deram sustentação às cotações futuras do boi gordo. O contrato para outubro, na BM&FBovespa, registrou valorização de 1,21% em uma semana, chegando a R$ 128,37 por arroba.
Já no mercado de curto prazo, o preço da arroba registrou alta de 0,62% na semana passada, passando de R$ 109,75 para, em média, R$ 110,43 no estado de Mato Grosso. Segundo o Imea, a falta de animais para atender as escalas de abate ainda sustentam os preços.
http://revistagloborural.globo.com/

http://www.assineglobo.com.br/produtos/globo-rural/GR/?site_par=1&origem_par=1&formato_par=B_GR_MENSAL&versao_par=BOTAO 

Gisele Loeblein: suspensão temporária das atividades de frigorífico em Alegrete começa em 1º de setembro

Sindicato rejeita proposta de empresa de realocar cem funcionários e desligar os demais 580 trabalhadores

Não terminou da forma esperada – pelo menos do ponto de vista dos trabalhadores – o encontro entre representantes do sindicato e da Marfrig para tratar da situação dos 680 trabalhadores da unidade localizada em Alegrete. Não há confirmação de demissões, mas a suspensão temporária das atividades tem data para começar – 1º de setembro.
O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação do município da Fronteira Oeste não aceitou a proposta apresentada pela empresa – realocação de cerca de cem funcionários e desligamento dos demais.
– O processo de demissão está definido. Não aceitamos, e agora esperamos nova proposta – afirma Marcos Rosse, presidente do sindicato.
A oferta de remoção foi criticada pelos representantes dos trabalhadores, porque não haveria contrapartida dos custos envolvidos na transferência para os outros dois municípios onde a marca mantém os abates de bovinos – São Gabriel e Bagé. Os demais funcionários da unidade seriam desligados.
Formalmente, a empresa não se manifestou sobre essa questão até o início da noite desta segunda-feira. Até agora, só divulgou nota oficial que confirma a paralisação das atividades por uma razão estratégica, sem redução do volume diário de abates – um total de 1,6 mil cabeças.
Outros frigoríficos já teriam demonstrado interesse em assumir a operação da unidade de Alegrete, o que seria uma alternativa na busca por uma solução capaz de evitar prejuízos aos trabalhadores e à economia do município.
O vazio deixado pela produção da Marfrig pode ter impacto ruim também sobre a indústria como um todo, a longo prazo, entende Fernando Velloso, da assessoria agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha:
– Mesmo com capacidade ociosa, a unidade aberta cria uma pressão de produção. A força da demanda, em algum momento, irá diminuir.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/

Embargo russo e volta da China animam pecuaristas brasileiros

Anúncio de embargo russo aos produtos de diversos países e volta das compras dos chineses reflete, boas expectativas para os pecuaristas brasileiros, que apostam em valorização



O que já era bom pode ficar ainda melhor. Essa é a máxima que começa a fazer mais sentido para o mercado nacional de produção de carne bovina, suína e de aves. O Brasil acaba de ter as janelas escancaradas para novos mercados: Rússia e China. Em julho, o país oriental anunciou o fim do embargo às exportações brasileiras. Desde 2012, os chineses haviam suspendido as compras do produto brasileiro por causa da descoberta de um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) no Paraná. Com a reabertura, a expectativa é de que haja um rendimento de US$1 bilhão a mais nas exportações de carnes brasileiras. Somado a isso, este mês a Rússia anunciou embargo à importação de produtos agropecuários e alimentícios de Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Austrália e Noruega, abrindo, assim, “uma grande janela para o Brasil”, conforme apostam produtores e especialistas do setorNa semana passada, o ministro da Agricultura da Rússia, Nikolai Fyodorov, reconheceu que cerca de 100 novos produtores de alimentos do Brasil obtiveram permissão do governo para exportar aos russos. A medida é considerada uma “revolução” para o setor de carnes, uma vez que o país deve ganhar ainda mais importância no mercado russo após os embargos aos Estados Unidos.

Mesmo antes dessa abertura, o mercado russo já vinha mostrando a sua força para o Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), as exportações brasileiras de carne bovina cresceram 19,35% em julho em comparação ao ano passando, subindo de US$ 579,8 milhões em 2013 para US$ 691,9 milhões neste ano. Em volume, foram 144,7 mil toneladas em julho de 2014 contra 133,2 mil toneladas no mesmo período do ano passado, um incremento de 8,64%. Mas o destaque do período está com a Rússia, maior comprador em julho e o segundo maior importador do produto brasileiro no acumulado do ano. Este mercado registrou um aumento de 113% em faturamento em relação ao mesmo mês de 2013, com US$ 181 milhões de carne bovina comercializada, contra US$ 85,1 milhões; e de 78,9% de incremento em volume, com 41 mil toneladas, ante 23 mil toneladas em 2013.

“A Rússia era um grande comprador do Brasil, só perdeu para a China (veja quadro), porque a demanda por carne aumentou por lá. Os russos são bons parceiros comerciais, pagam em dia e são um dos melhores que temos. Tínhamos uma média de exportação de 20 mil a 25 mil toneladas por mês para lá. Somente em julho, chegamos às 41 mil toneladas”, comenta o diretor-executivo da Abiec, Fernando Sampaio. Segundo ele, trata-se de um parceiro extremamente rigoroso, principalmente com a qualidade das mercadorias. “Os russos são muito criteriosos. Sempre há notícias de que uma indústria recebeu um embargo por não ter cumprido determinada norma”, diz.
Sobre a China, ele afirma que Hong Kong, outro bom comprador de carne do Brasil, é um polo exportador, distribuindo o produto para a região. “É um reflexo do consumo asiático, que deve crescer muito. Há uma expansão da população e da renda, o que reflete na demanda por carne. Com o fim do embargo, vão habilitar mais indústrias e a China se tornará um mercado estratégico para garantir nossas exportações no futuro”, observa Fernando, que diz ainda não ser possível estimar os impactos dessas aberturas. “O que exportamos no país corresponde a menos de 20% da produção. O mercado interno é mais expressivo”, compara.

INSTÁVEL

Apesar das boas expectativas, o pecuarista André Bartocci acredita que é preciso ter cautela com o assunto, principalmente em relação à Rússia. Fornecedor de carnes bovinas para o mercado europeu, ele diz que para ser habilitado há uma série de requisitos voltados para as propriedades, como o cumprimento de leis trabalhistas e a rastreabilidade dos animais. “Cerca de 80% do nosso mercado é interno. A Rússia é um mercado complexo, prova disso é que, quando não precisavam dos nossos serviços, não habilitavam novos frigoríficos para a exportação. Porém, com a crise na Ucrânia e a retaliação aos Estados Unidos e à União Europeia, eles passaram a habilitar nossas plantas. Da mesma forma que eles abriram essa janela, a qualquer momento podem fechar”, critica.

Mesmo considerando a Rússia calculista e instável, André vê que o momento poderá trazer bons impactos, principalmente para o preço da carne. “O frango, por exemplo, terá uma abertura enorme e poderá ser voltado totalmente para a Rússia. Se essa carne branca ‘sumir’ do mercado interno, a bovina será mais procurada e, consequentemente, ficará mais cara.” Na avaliação do pecuarista, o cenário atual pode ser um pulo para um antigo sonho: as janelas dos Estados Unidos. “Ainda não chegamos lá com muita força por falta de diplomacia brasileira, além do que, produtores americanos não têm muito interesse nisso”, observa.

Fonte: 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Criadores de suínos comemoram aumento de 40% no preço da carne

Milho e soja, principais ingredientes da ração, estão mais baratos. Muitos produtores aproveitam o momento para investir nas propriedades.

Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014, 09:08:07Economia, Mercado Interno
O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.
No Rio Grande do Sul, Ivo Feranti, de Erechim, região norte do estado, produz cerca de 450 animais por mês e está satisfeito com o preço.
“O custo de produção baixou e o preço do suíno subiu, então ficou melhor para o produtor hoje, para trabalhar, para poder investir na atividade também", diz.
De acordo com a Associação de Criadores do Rio Grande do Sul, o preço médio do quilo do suíno vivo é de R$ 3,94, maior cotação do ano. Em relação a agosto do ano passado, o preço está 40% mais alto.
O milho e a soja são os principais ingredientes da ração dos animais. O preço da saca de milho caiu 15% em relação ao ano passado e a tonelada do farelo de soja está 22% mais barata só este ano.
"O melhor reflexo desse custo, da queda no custo de alimentação, ele vai se dar no animal que o produtor vai comercializar em novembro, dezembro, porque esses animais que estão saindo hoje para comercialização são animais que ainda comeram a alimentação com custo mais alto. A tendência é de nós continuarmos tendo preços estáveis e essa queda do custo de produção, o que vai deixar uma margem bastante satisfatória para o produtor”, diz Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos/RS.

Outro fator que ajuda o setor são as exportações. O preço do porco lá fora está 18% mais alto do que nesta mesma época do ano passado.

http://www.suinoculturaindustrial.com.br/

Exportação de carne no MS atinge mais de US$ 711,1 milhões

No Complexo Frigorífico foram destaques as exportações de carnes desossadas e congeladas de bovinos e pedaços e miudezas comestíveis congelados de frango.

Divulgação/Novilho Precoce
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Carne Bovina
De acordo com levantamento do Radar Industrial da  Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (FIEMS), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) a exportação de industrializados de MS já ultrapassa US$ 2,17 bilhões, referente ao período de janeiro a julho deste ano.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, de janeiro a julho de 2014 as maiores evoluções ocorreram, principalmente, nos grupos “Complexo Frigorífico”, “Papel e Celulose” e “Extrativo Mineral”.

“Complexo Frigorífico”: a receita de exportação, de janeiro a julho de 2014, alcançou o equivalente a US$ 711,1 milhões, crescimento nominal de 18,6% em relação ao mesmo período de 2013, quando as vendas foram de US$ 599,7 milhões.
Quanto aos produtos exportados o destaque ficou por conta das carnes desossadas e congeladas de bovinos e pedaços e miudezas comestíveis congelados de frango, que, somados, totalizaram US$ 536,5 milhões ou 75,5% da receita do grupo, tendo como principais compradores Rússia, Hong Kong, Arábia Saudita, Japão, Venezuela, Chile e China.

Rússia importa carne de 89 frigoríficos brasileiros

O serviço sanitário da Rússia liberou mais quatro frigoríficos brasileiros para exportarem carne e miúdos de suínos para o país. Na semana passada, a Rússia já havia autorizado 89 empresas do Brasil a venderem carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos. Com as novas liberações, sobe para 93 o número de frigoríficos aptos a exportar para aquele país. A liberação da última semana foi anunciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no mesmo dia em que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá. Os EUA e a União Europeia decretaram sanções econômicas à Rússia pelo envolvimento na guerra da Ucrânia e apoio aos rebeldes pró-russos no país.



Exportação de frango bate recorde em julho

As exportações de carne de frango cresceram em volume e em receita em julho em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com os dados do período divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne de frango somaram 371,1 mil toneladas em julho, um aumento de 9,4% sobre o mesmo período do ano passado. A receita chegou a US$ 771,8 milhões, com expansão de 14% sobre julho de 2013. Segundo a ABPA, esse faturamento é recorde para meses de julho.

O presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, atribuiu o crescimento das exportações ao desempenho de grandes importadores. “Importantes mercados como a Arábia Saudita, Japão, China e a União Europeia apresentaram saldo positivo nos embarques em relação a julho do ano passado, juntamente com outros mercados que, somados, foram determinantes para alcançarmos receita recorde no mês”, afirmou Turra, de acordo com comunicado da ABPA.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Rússia autoriza mais frigoríficos brasileiros a exportarem

Na semana passada, a Rússia já havia autorizado 89 empresas do Brasil a venderem carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos

Mariana Branco, da 

Charly Triballeau/AFP
Açougueiro ajeita carnes em vitrine de supermercado em 26 de fevereiro de 2013
Carne: sobe para 93 o número de frigoríficos aptos a exportar para aquele país
Brasília - O serviço sanitário da Rússia liberou hoje (14) quatro frigoríficos brasileiros paraexportarem carne e miúdos de suínos para o país.
Na semana passada, a Rússia já havia autorizado 89 empresas do Brasil a venderem carnes bovina, suína e de aves, além de miúdos e produtos lácteos.
Com as novas liberações, sobe para 93 o número de frigoríficos aptos a exportar para aquele país.
A liberação da última semana foi anunciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no mesmo dia em que o governo russo embargou as importação de carnes bovina, suína e de aves, mais peixe, queijo, leite, legumes e frutos dos Estados Unidos, da União Europeia, Austrália, Noruega e do Canadá.
Os EUA e a União Europeia decretaram sanções econômicas à Rússia pelo envolvimento na guerra da Ucrânia e apoio aos rebeldes pró-russos no país.
Na ocasião, ao comentar o embargo russo, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Seneri Paludo, disse que tratava-se de “uma grande janela para o Brasil”.
No entanto, em nota oficial o ministério atribuiu as novas autorizações a negociações de longo prazo e a uma missão técnica enviada ao país europeu naquela semana.
http://exame.abril.com.br/

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Rosselkhoznadzor aumenta lista de fornecedores brasileiros de carne suína à Rússia

Russia, Brasil, alimentação, importação

O Serviço Federal Russo de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária Rosselkhoznadzor aumentou a lista de fornecedores brasileiros de carne suína à Rússia, incluindo quatro empresas que têm uma grande capacidade de produção, afirma um comunicado do departamento.

Assim, a partir de 18 de agosto, o Rosselkhoznadzor cancela restrições temporárias às importações de carne de porco e de produtos de carne de porco das seguintes empresas brasileiras: N 1001 BRF S.A., N 3681 BRF S.A. e N 3975 BRF S.A. Além disso, o departamento incluiu na lista de fornecedores outra empresa do Brasil - N SIF 160 BRF S.A.
No entanto, o Rosselkhoznadzor prestou atenção de colegas brasileiros à necessidade de um controle mais rígido na produção de produtos de carne de porco nessas fábricas para evitar a entrega de produtos com um teor residual de ractopamina, cuja utilização é proibida no território da União Aduaneira.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Frigorífico JBS recebe Circuito Boi Verde a partir de quarta-feira

Acontece entre os dias 13 a 16 de agosto a terceira edição do Circuito Boi Verde de Julgamentos de Carcaças (CBV), evento realizado no frigorífico JBS, na cidade de Redenção, no Pará.
A programação é composta pelas seguintes atividades:

13 de agosto: recebimento e avaliação in vivo dos animais
14 de agosto: abate e avaliação das carcaças na indústria
16 de agosto: premiação e confraternização dos participantes. 

A premiação será realizada na Chácara Agropecuária Mafra, durante o 4º Leilão de Touros Nelore Mafra.
A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil, com apoio do frigorífico JBS e da Associação dos Criadores de Nelore do Norte do Brasil (ACNNB), espera avaliar nesta etapa aproximadamente 400 animais da raça Nelore de 10 pecuaristas do estado do Pará e região.
Com informações Nelore do BrasilNotícias da Pecuária