quinta-feira, 6 de março de 2014

Frigorífico brasileiro volta a exportar para a Rússia

Autoridades sanitárias russas retiraram a suspensão temporária imposta em dezembro de 2012

O Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário russo (Rosselkhoznadzor) levantou as restrições contra a empresa frigorífica brasileira BRA S.A., autorizando a retomada de suas exportações de carne suína para a Rússia. De acordo com os sanitaristas, veterinários e biólogos do órgão, a companhia do Brasil atendeu a todas as exigências sanitárias para consumo humano, deixando de processar carne cujos animais fossem alimentados com ractopamina, substância utilizada por pecuaristas para engorda e fortalecimento do gado.
A Rússia considera esta substância como nociva para seres humanos por identificar em sua composição agentes cancerígenos. As importações de carne de porco do Brasil para a Rússia, por parte da empresa BRA S.A., estavam restritas desde dezembro de 2012.

 Diário da Rússia

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Acordo sobre transferência do frigorífico Boi Bravo é vislumbrado


Acordo sobre transferência do frigorífico Boi Bravo é vislumbrado

A localização da sede do frigorífico é tema de discussões antigas
A novela envolvendo o frigorífico Boi Bravo e os moradores do bairro Abadia está próxima de um final. Os vereadores Paulo César Soares – China (SDD) e João Gilberto Ripposati (PSDB) se reuniram com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Edson Alves Fernandes, e o empresário Romeu Teles para discutir sobre a desapropriação da área do frigorífico para um local para apropriado. “Na próxima semana, empresários de Belo Horizonte estarão na cidade para conhecer a área e, caso haja interesse, iniciará o processo de negociação”, declarou Fernandes.
No encontro, China sugeriu que a área seja destinada à instalação de um shopping popular, acrescentando que esteve recentemente em Juiz de Fora para conhecer um modelo e aproveitou para convidar alguns empresários para conhecerem o potencial econômico de Uberaba, bem como fazer o mesmo investimento, já que eles manifestaram interesse, garantindo que, em breve, estarão na cidade. “A reunião foi positiva porque o empresário Romeu Teles disse que está aberto a qualquer tipo de negociação, pois reconheceu que está na hora da empresa ser transferida para um local apropriado, onde tenha condição de aumentar sua produtividade”, explicou.
Segundo China, o empresário disse que governos passados desapropriaram parte da área para construção de um campo de futebol e abertura de uma rua. O valor negociado na época com a PMU foi de R$ 10 milhões, dinheiro este que não foi repassado a ele, mas o subsecretário ressaltou que a atual administração tem conhecimento desse fato e deixou claro que esta dívida não irá interferir no atual processo. “Eu estou confiante, porque acredito que o momento é favorável para que aconteça a desapropriação, já que o empresário está disposto a negociar com o atual prefeito. Agora, depende dele entrar na discussão. Eu já estou fazendo a minha parte”, ressaltou. 
Outra possibilidade – Caso a PMU e o empresário não cheguem a um acordo, o vereador informou que entrará com um projeto de iniciativa popular na Câmara, pois vem colhendo assinaturas num abaixo-assinado que tem pontos fixos no calçadão e na UPA do Mirante. Inclusive, na próxima semana, será instalado também ponto na UBS do conjunto Silvério Cartafina. “Semanalmente, estamos colhendo cerca de 1.500 assinaturas e a meta é chegar a 50 mil. Ou seja, não teremos dificuldade para apresentar uma proposta popular para resolver esse problema”, concluiu. (LR)
Jornal de Uberaba

Embargo chinês à carne de vaca do Brasil pode ser levantado em breve

Uma missão da Administração de Inspecção de Qualidade e Quarentena da China visitará o Brasil até 15 de Dezembro próximo para inspeccionar câmaras frigoríficas, disse a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, senadora Kátia Abreu.
O objectivo da missão chinesa é averiguar o estado sanitário do gado bovino do Brasil e eventualmente pôr termo ao embargo à carne de vaca brasileira que vigora desde Dezembro de 2012, adiantou a senadora em comunicado divulgado ainda no Brasil.
A presidente da confederação está em Xangai, China, onde participa hoje no seminário AgroInvest Brasil 2013, que pretende servir para apresentar a compradores e investidores chineses as oportunidades oferecidas pelo negócio agrícola brasileiro.
Kátia Abreu afirmou que os técnicos chineses poderão constatar da inexistência de vacas loucas no Brasil e adiantou haver expectativas de que, além do levantamento do embargo, ser ampliado o número de empresas autorizadas a vender carne de vaca para a China.
Recordando que a China importou em 2012 mercadorias cujo valor se cifrou em 1,75 biliões de dólares, de que apenas 41 mil milhões tiveram origem no Brasil, a senadora disse que as empresas brasileiras pretendem aumentar a venda de carne de vaca, de porco, de algodão e particularmente de café. (macauhub)

Kátia Abreu cobra em Xangai suspensão do embargo chinês à carne brasileira

Decisão pode abrir um grande mercado para a indústria da carne tocantinense

A senadora tocantinense Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, cobrou ontem em Xangai a suspensão do embargo chinês à carne brasileira, imposto, conforme a parlamentar, "sem nenhuma razão técnica". A cobrança foi feita na presença do diretor do ministério do Comércio da China, Wu Guo Liang, e do vice-diretor da AQSIQ - a agência chinesa de vigilância sanitária que tem status de ministério, no Seminário  AgroInvest Brasil 2013, coordenado pela parlamentar tocantinense e realizado pela CNA. Técnicos da agência chinesa  de vigilância sanitária devem visitar o Brasil até o dia 15 de dezembro para inspecionar frigoríficos. A mudança vai beneficiar a industria da carne tocantinense.  Números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelam que, de janeiro a setembro deste ano, o Tocantins exportou o equivalente a US$ 136,5 milhões de carne bovina desossada congelada, fresca e congelada, um índice de crescimento de 19% superior aos US$ 111 milhões exportados no mesmo período do ano passado. Inferior apenas aos US$ 400 milhões de exportações da soja no mesmo período deste ano, para  uma balança comercial de janeiro a setembro de US$ 570 milhões em exportações. A China é o maior comprador de produtos do Tocantins, o equivalente a US$ 194 milhões de janeiro a setembro de 2013.

A Senadora lidera uma missão de empresários brasileiros da agroindústria na China com a participação também de empresários do Tocantins, tanto da indústria da carne como da agropecuária. Ainda na abertura do Seminário, Kátia Abreu  cobrou mais agilidade na habilitação de novos frigoríficos e se queixou da escalada tarifária que penaliza alimentos processados que o Brasil exporta para a China.

O Semináro em Xangai comprovou o enorme interesse da China pelo agronegócio brasileiro. A previsão inicial de 150 participantes dos dois países acabou duplicada para 300, com a presença de executivos de bancos, como o HSBC, o Santander e o Banco do Brasil, entre outros; dos cinco maiores fundos de investimento da China e da estatal chinesa de alimentos, Bright Food Group, que tem uma pesada estratégia para investir no exterior.

O Agroinvest em Xangai foi o ponto alto da missão empresarial da CNA, liderada por sua presidente, senadora Kátia Abreu. Ela abriu o encontro apresentando a história de sucesso da agropecuária brasileira. Em 40 anos, o Brasil saiu da condição de importador de alimentos e, com um ganho de 300% em produtividade, passou a disputar a liderança mundial do setor com os Estados Unidos.

Para dar a dimensão exata do tamanho e da diversidade da agropecuária brasileira e das potencialidades de investimento no Brasil, a missão da CNA reuniu presidentes de sete Federações da Agricultura nos estados (MS, MG, CE, ES, MA,  RR, AP) e dirigentes de entidades setoriais – como soja, algodão, celulose e frigoríficos. Também participaram da série de painéis sobre as cadeias do agronegócio a cúpula do Senar nacional e dos estados, além de expoentes do quadro técnico da CNA.

“O seminário apresentou, com precisão, um panorama de oportunidades com dados e possibilidades concretas de investimentos e os caminhos para que as parcerias possam ser desenvolvidas”, resumiu, ao final do encontro, o ex-embaixador brasileiro na China e consultor da CNA, Clodoaldo Hugueney.

Segundo o vice secretário-geral do Conselho Chinês para a Promoção de Comércio Internacional (CCPIT) em Xangai, Yu Chen, a China demanda cada vez mais alimentos. “O governo também encoraja muito o desenvolvimento de nossas empresas no exterior”, afirmou, destacando que os investimentos fora de seu país este ano vão ultrapassar 80 bilhões de dólares.

“A  China fica muito distante do Brasil, mas isso não é dificuldade”, disse o representante da CCPIT. Para que não haja dúvida e de olho nos bilhões que a China ainda vai investir, a CNA aproveitou o seminário para lançar o Portal Agroinvest Brasil (www.agroinvestbrasil.com), uma plataforma em três idiomas – português, inglês e mandarim –  que funcionará como uma vitrine de projetos e de oportunidades de investimentos on line, facilitando a concretização de negócios. “O portal apresenta projetos de forma mais detalhada e contribui para romper a barreira da língua, aproximando compradores e vendedores. Além disso, dará continuidade à ação que foi iniciada neste seminário”, explicou o presidente do Instituto CNA, Moisés Gomes.

Ao encerrar o painel sobre as potencialidades das exportações brasileiras de alimentos para a China, o ex-ministro e consultor da CNA, Roberto Brant, destacou que “o Brasil deixou claro que tem todas as condições de atender o aumento da demanda chinesa por alimentos, seja pela fartura de terras e de água, seja pelos ganhos de produtividade. Estamos prontos e com os olhos voltados para a China”, concluiu.

http://surgiu.com.br/ 
Foto: Ascom/Kátia AbreuFonte: Ascom/Kátia AbreuPostador: Fernando Calin Sá

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Rússia aprova dois frigoríficos do PA para embarque de carne bovina

SÃO PAULO, 29 Ago (Reuters) - A Rússia, importante importador de carne bovina do Brasil, habilitou dois frigoríficos do Pará para exportação aos países da união aduaneira, que inclui ainda Belarus e Cazaquistão, informou o Ministério da Agricultura nesta quinta-feira.
Segundo o ministério, a aprovação foi comunicada na véspera pelas autoridades sanitárias e os embarques podem ter início imediatamente.
A Rússia é o segundo maior importador de carne bovina do Brasil, com 177,7 mil toneladas no acumulado do ano até julho, atrás de Hong Kong, que comprou 209,7 mil toneladas no período, segundo levantamento da associação que reúne os exportadores (Abiec).

(Por Fabíola Gomes)
Reuters Brasil

sexta-feira, 12 de julho de 2013

País exportará recorde de US$6 bi em carne bovina em 2013

 

Perspectiva é positiva pela esperada retomada das vendas a países do Oriente Médio, que haviam embargado total ou parcialmente compras de carne do Brasil

 

 


Remy Gabalda/AFP
produção de carne
Produção de carne: país registrou receita recorde de 5,8 bilhões de dólares com as exportações do produto em 2012

São Paulo - As exportações de carne bovina do Brasil devem atingir um recorde de 6 bilhões de dólares em 2013, com a perspectiva de aumento das vendas aos principais mercados, incluindo países do Oriente Médio e Ásia, disse o presidente da associação que reúne a indústria nesta quinta-feira.
"O Brasil retornou ao primeiro lugar nas exportações em outubro do ano passado. E neste ano vamos consolidar nossa posição, tanto em volume como receita", disse o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, à Reuters.
O Brasil, maior exportador global de carne bovina, registrou receita recorde de 5,8 bilhões de dólares com as exportações do produto em 2012.
Segundo Camardelli, a perspectiva é muito positiva pela esperada retomada das vendas a países do Oriente Médio, que haviam embargado total ou parcialmente compras de carne bovina do Brasil após a descoberta de uma fêmea morta que possuía o agente causador da encefalopatia espongiforme bovina (EEB), mas não havia manifestado a doença, em dezembro de 2012.
"O que nos deixa otimistas? Com a ratificação do nosso status sanitário na OIE os países que baniram o Brasil devem progressivamente se reinserir", disse Camardelli.
A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) confirmou em maio a classificação do Brasil como "risco insignificante" para a EEB, conhecida como mal da vaca louca.
A desvalorização do real é outro fator favorável à indústria, uma vez que torna o produto brasileiro mais barato em relação a seus concorrentes, como Estados Unidos e Austrália, ressaltou.
Semestre Recorde
No primeiro semestre do ano, os embarques de carne bovina do Brasil cresceram 21 por cento, para 674,7 mil toneladas, gerando receita recorde de 3 bilhões de dólares, alta de 13,6 por cento ante igual período do ano passado.
Os frigoríficos brasileiros têm conseguido compensar a queda do preço médio de carne com a ampliação do volume exportado, acrescentou a Abiec em nota.

Segundo Camardelli, a indústria tem trabalhado para ampliar sua participação em importantes regiões, incluindo a Europa, a Ásia e o Oriente Médio.

O principal destino da carne bovina brasileira nos primeiros seis meses do ano foi Hong Kong, que registrou aumento de 67,7 por cento na comparação anual, totalizando 172,8 mil toneladas no período, alcançando fatia de 25 por cento das vendas totais.
Camardelli atribuiu o crescimento expressivo para Hong Kong a uma estabilização do poder aquisitivo e à consolidação da presença da carne brasileira na região.
Hong Kong, normalmente, já comprava miúdos do Brasil, mas agora incluiu cortes melhores nas importações. Segundo o acompanhamento da Abiec, enquanto as vendas de miúdos saltaram 10 por cento no período, as de cortes in natura avançaram 140 por cento.
O segundo destino no semestre foi a Rússia, tradicional importador das carnes brasileiras, que importou 154,7 mil toneladas no período, incremento de 9,3 por cento ante igual período de 2012, com fatia de cerca de 20 por cento.
Em 2012, a Rússia foi o principal destino da carne bovina do Brasil, mas neste ano Hong Kong vem liderando as importações, segundo o levantamento da indústria.
O executivo citou ainda Irã e Argélia, com volumes menores, mas que apresentaram importante crescimento percentual, de 98,4 por cento e 60,7 por cento, respectivamente

Fonte: Exame.com

BRF vai exportar carne suína para a Mitsubishi no Japão

Será a primeira empresa brasileira a fornecer esse produto ao país
Por Redação
A BRF anunciou que iniciará processo de exportação de carne suína para o Japão. A empresa será a primeira a fornecer esse produto ao país asiático.
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Será a primeira empresa brasileira a fornecer esse produto ao país
 
A primeira carga, que sai do Porto de Itajaí no próximo domingo, está composta de filé de lombo e sobrepaleta de lombo (copa) produzidos na unidade fabril de Campos Novos (SC).
 

Falta de leite de búfala causa fraudes no mercado de mozarela

Falta de leite de búfala causa fraudes no mercado de mozarela
André Cabette Fabio -  do UOL, em São Paulo  
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

"Carne bovina não pode ficar fora da dieta", diz nutricionista





Mau humor, deficiência cognitiva, anemia, aumento de colesterol e problemas cardíacos são apenas alguns dos sintomas de quem retira a carne bovina da alimentação. Estes e outros dados foram apresentados no dia 27 de junho, durante o último painel do Congresso Internacional da Carne 2013 com o tema: Carne como alimento funcional.

A primeira palestra foi ministrada pela nutricionista e consultora Licínia de Campos. Ela falou sobre as dietas da moda, usadas sem conhecimento técnico e dos pontos positivos de uma alimentação balanceada sem restringir a ingestão de carne bovina. A nutricionista desmistificou, ainda, inverdades sobre a carne, como a demora em digerir o alimento.

"Percebo que a evolução humana se deu, em muito, porque o homem aprendeu a cozinhar. Nosso cérebro não teria a capacidade intelectual que tem hoje se não tivesse descoberto o fogo e tivesse passado a cozinhar a própria carne. Até mesmo o nosso humor reflete o que comemos. Em crianças, por exemplo, a falta de alimento causa a falta de retenção do conhecimento e não estamos falando disso na África. No Brasil, em 80% das crianças, incluindo as de nível sócio-econômico elevado, percebemos falta de proteína e os sintomas disso são inúmeros", afirmou Licínia de Campos.

Ela alerta ainda para o grande risco de dietas restritivas como as que são vistas diariamente na internet, por exemplo e ressalta perdas significativas de nutrientes. "Sem carne bovina temos índice alto de deficiência de zinco, selênio, ferro e outros vários. Os riscos para manter um padrão estético considerado bonito não valem a pena. Muitas pessoas usam, por exemplo, suplementos alimentares ricos em aminoácidos, isso é bobagem. Come um bom bife que vai ser muito melhor. Cada pessoa tem uma dieta, ninguém é igual", acrescentou.

Outra falsa crença esclarecida pela consultora é de que a carne de frango é mais magra que a bovina. Segundo ela, um peito de frango possui 3,5g de gordura para cada 100g. No contrafilé o valor é de 2,4; coxão mole 1,7 e lombo cozido 6,7. Licínia ressaltou ainda que não só o peixe possui ômega 3, mas também o boi. Como hábito perdido, ela exemplificou a sopa feita com ossos, rica em tutano e afirmou que este pode ser um dos motivos de tantas pessoas terem osteoporose.

"Temos alta densidade nutricional na carne bovina, com uma riqueza incomparável de nutrientes: B6, B12, fósforo, proteína e niacina, que é responsável por cuidar do sistema imune e combate radicais livres. Com isso é possível regenerar ossos e tendões. Muitos acreditam que o ferro está apenas no feijão. Com 100g de carne absorvemos 30% de ferro contra 15% do feijão. Para adquirir a mesma quantidade de nutriente, precisamos do dobro de calorias. A carne é um alimento funcional que previne doenças crônicas como Alzheimer", disse.

A nutricionista não se limitou a falar dos pontos positivos e brincou dizendo que ainda bem que o churrasco não é feito todos os dias. "Brasileiro adora churrasco, mas ainda bem que ele não é feito todo dia. Variedade é um dos pilares, mas carne bovina precisa ser alternada com outras proteínas", finalizou.

Confiança com o consumidor

A segunda palestra do painel ficou a cargo do diretor-técnico do Sebrae Goiás, Wanderson Portugal Lemos, com o tema:Estabelecendo confiança com o consumidor. Ele ressaltou que a qualidade da carne do século XXI, que passa por todo o processo de produção e comércio.

"Antes a gente acreditava que o produtor ditava as normas, mas quem faz isso é o consumidor. Hoje, temos vários conceitos de qualidade, o deste século é mais abrangente com fatores intrínsecos, éticos, ecológicos, sociais e seguro. A exigência atual é de sustentabilidade, uso da mão de obra sem trabalho escravo e segurança dos alimentos. De uma forma geral, a exigência está muito maior. O alimento seguro é resultado de segurança na cadeia da carne, da produção ao transporte e consumidor final. De que adianta todo o cuidado se no açougue tivermos problema de temperatura? Assim, o objetivo é trabalhar em conjunto", concluiu.

FONTE

Agência CNA (Agrosoft Brasil)