Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Preços sugeridos carne sem osso
Grupo Pão de Açúcar inaugura núcleo de tecnologia em São Gonçalo
Quatro cursos serão oferecidos: leite e derivados, panificação, carne e derivados e de vegetais processados, com capacidade para 600 alunos. As instalações do núcleo contam com uma Escola de Ensino Médio Integrado, uma Unidade de Pesquisa Aplicada em Alimentos (UNIPA) e uma Unidade Consorciada de Produção de Alimentos (ÚNICA).
Para a estruturação do local, onde antes funcionava a fábrica da CCPL, construção da escola e compra de equipamentos, foram investidos R$ 6,8 milhões pelo Grupo Pão de Açúcar.
O buraco é mais embaixo
A Associação dos Fazendeiros Irlandeses (IFA) pediu a imediata e completa suspensão das importações de carne bovina brasileira. O pedido do embargo foi feito para a União Européia (UE). A IFA alega que os fazendeiros brasileiros não cumpriram as normas impostas pela UE em termos de registro, rastreabilidade e controle de movimentação do rebanho. Dizem que a carne que está sendo importada não foi aprovada pela UE. A IFA alegou também que os frigoríficos brasileiros estão desmatando a Amazônia e causando sérios danos ambientais. Papo furado. O buraco é mais embaixo. Enquanto a cotação da arroba do boi gordo irlandês está perto de US$66,00, a arroba do boi brasileiro está em US$41,00. A arroba irlandesa é 1,6 vez mais cara. Seria o caso de recomendar aos irlandeses que fossem plantar batatas e deixassem a produção de carne bovina para quem sabe fazê-lo: os brasileiros.
Indústria: Investidor árabe estuda abrir um frigorífico em Canoas, RS
A intenção é produzir carnes no município para exportar ao mercado dos Emirados.
O município gaúcho de Canoas poderá abrir um frigorífico para abate e produção de carnes bovinas com capital dos Emirados Árabes Unidos. O presidente do banco islâmico de investimentos Makaseb, Ahmed El Helw, do país árabe, esteve na cidade na última semana e conversou sobre essa possibilidade com o prefeito de Canoas, Jairo Jorge da Silva, e o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Francisco Valmor Avila.
Avila explica, no entanto, que ainda não há um negócio concreto, apenas uma intenção. De acordo com ele, o banco ficou de elaborar um estudo de viabilidade do investimento e uma comitiva da prefeitura de Canoas deverá ir aos Emirados no mês de setembro para continuar discutindo o tema. O secretário-adjunto fala que um dos fatores que fez Helw achar Canoas atrativa para a produção de carnes é a questão logística. A Prefeitura Municipal se comprometeu a doar um terreno para a construção do frigorífico.
Atualmente, de acordo com Avila, o município não tem frigoríficos instalados, mas já teve no passado. O abate precisará ser feito de acordo com as regras islâmicas. O objetivo é atender a população muçulmana que vive no país árabe. O Brasil já é um grande fornecedor de carnes para os Emirados. Segundo o secretário-adjunto, 67% da carne bovina consumida no país hoje é fornecida por empresas brasileiras. As informações são da Agência de Notícias Brasil Árabe (Anba).
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Diagro detecta casos de tuberculose em gado no Amapá
Pecuária muda após o boicote à carne
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Credores do Independência não concordam em assinar procurações
Os credores do frigorífico Independência em Mato Grosso estiveram reunidos na tarde desta quarta-feira (26), no auditório da Famato (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso) e resolveram não assinar as procurações propostas pelo frigorífico, que está em recuperação judicial. O Independência vem apresentando procurações aos credores alegando que, caso fossem assinadas, dariam ao frigorífico o poder de representar o pecuarista na assembleia que votará o plano de recuperação judicial da empresa, sem data marcada ainda. A justificativa é facilitar o processo para o produtor, que não teria que sair de sua propriedade e ir até o estado de São Paulo para os procedimentos junto ao grupo Independência. No entanto, alguns produtores estranharam a prática e resolveram fazer uma reunião para discutir a legalidade do procedimento. Marcos da Rosa, presidente da comissão de credores de frigoríficos em recuperação judicial da Famato, conta que na reunião ficou bem definido que os produtores não irão assinar as procurações e irão cuidar eles mesmos do assunto, “sem nenhum estranho fazendo o serviço”. Rosa explica que alguns poucos chegaram a assinar a procuração, já que o Independência não procurou a comissão, mas cada produtor individualmente. Ele alega que as assinaturas foram fruto de falta de informação por parte de alguns produtores, mas que agora o assunto está chegando a todos. O presidente da comissão diz que ainda está sendo verificada a legalidade do procedimento adotado pelo frigorífico e, caso não haja um novo plano de recuperação já registrado, a prática é ilegal. Quanto às procurações já assinadas, Marcos da Rosa afirma que a comissão já está trabalhando para revogar o documento. Em todo o Mato Grosso há cerca de 600 credores que, juntos, acumulam 50 milhões de reais em créditos.






