quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Em nota, BNDES diz apoiar aliança entre JBS e Bertin

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disse, em nota divulgada nesta quarta-feira, considerar positiva a união entre os frigoríficos JBS e Bertin. Acionista das duas empresas, o banco afirmou que a associação resultará "na maior empresa de proteína animal do mundo, com grande potencial de geração de sinergias, que já nasce listada no Novo Mercado (da Bolsa de Valores de São Paulo-Bovespa)".

O BNDES reiterou que vem apoiando as estratégias anunciadas pelo JBS e pelo Bertin, dentro das orientações da instituição que priorizam a adoção de boas práticas socioambientais.

A participação acionária do banco na empresa resultante da fusão será de 22,4% do negócio total. O banco analisa também como positivas as estratégias anunciadas de internacionalização da JBS e de abertura de capital nos Estados Unidos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Bertin S.A. e JBS fazem Acordo de Associação

FATO RELEVANTE As administrações da Bertin S.A. (“Bertin”) e da JBS S.A. (“JBS”) vêm a público informar que foram comunicadas, nesta data, por seus acionistas controladores, que foi firmado nesta data um Acordo de Associação que prevê, entre outras, diversas transações de forma a viabilizar a unificação das operações da Bertin e da JBS, como segue: 1. Conforme o Acordo de Associação, os acionistas controladores da JBS, J&F Participações S.A. (“J&F”) e ZMF Fundo de Investimento em Participações (“ZMF”) concordaram em contribuir para uma sociedade holding (“Nova Holding”) a totalidade das ações que ambos detêm na JBS. Os acionistas controladores da Bertin, por sua vez, concordaram em contribuir para a Nova Holding ações representativas de 73,1 % do capital da Bertin. A Nova Holding, portanto, passará a ser a acionista controladora tanto da Bertin como da JBS. 2. As Partes estão analisando a melhor estrutura de integração das operações da Bertin e da JBS. Em qualquer caso, a operação seguirá os trâmites legais necessários. Estima-se que os valores de capital próprio (equity value) da Bertin e da JBS devem estar na proporção de aproximadamente 40%-60% (data-base 30.6.2009). 3. A JBS está em processo avançado de negociação de uma capitalização de US$ 2,5 bilhões mediante subscrição privada na JBS USA Holdings, Inc. (“JBS USA”). Esta operação resultará em uma participação de, no máximo, 26,3% do capital da JBS USA pós-capitalização. A obrigação de J&F e ZMF de concluírem o negócio previsto no Acordo de Associação está sujeita à obtenção deste aporte na JBS USA para manter a alavancagem da JBS nos níveis atuais. 4. Além disso, a obrigação das partes de concluir o negócio previsto no Acordo de Associação está sujeita à aprovação da operação pelas autoridades de defesa da concorrência no Brasil e no exterior, conforme aplicável, a condições de praxe, tais como a inexistência de um efeito adverso material nos ativos a serem contribuídos, e à conclusão, de forma satisfatória, de due diligence em tais ativos. 5. A JBS realizará teleconferência em 16 de setembro de 2009 com investidores e analistas, às 12:00 horas, (+55 11 4688 8128 – não há código), e às 13:30 com imprensa, (+55 11 4688 8128 – não há código), com transmissão ao vivo pela Internet, no website www.jbs.com.br/ri. 6. O Banco J.P. Morgan S.A. e o Banco Santander Brasil S.A. atuaram como assessores financeiros exclusivos da JBS e da Bertin, respectivamente, para a operação ora descrita. Sobre a Bertin A Bertin possui mais de 30 anos de mercado, sendo uma das maiores produtoras e exportadoras de produtos de origem animal da América Latina, como carne bovina in natura e processada, lácteos, couros e produtos pet. Fornece soluções integradas na cadeia de proteínas e derivados, em sintonia com o mercado e antecipando tendências. A atuação da companhia está pautada em uma agência de evolução permanente de suas práticas socioambientais. Os produtos e serviços da Bertin são comercializados no mercado interno e em mais de 110 países, em cinco continentes. A Companhia ainda produz matériaprima para itens de higiene e beleza, que são comercializados por outra empresa do grupo, que não faz parte do negócio. A Bertin conta com 38 unidades produtivas no Brasil e no exterior com capacidade de abate de 16,5 cabeças/dia (2009E), e emprega mais de 28 mil colaboradores, incrementando o desenvolvimento econômico do País e a geração de renda para a sociedade brasileira. No exercício social de 2008, a Bertin obteve receitas de aproximadamente R$ 7,5 bilhões. Suas marcas reconhecidas: “Bertin”, “Vigor”, “Leco”, “Danúbio”, “Apeti”, “Faixa Azul”, “Super Flor”, “Funpet”, “Natural Farms”, entre outras. Maiores informações sobre Bertin estão disponíveis em www.bertin.com.br. Sobre a JBS A JBS é hoje a maior empresa de carne bovina do mundo, com uma capacidade de abate de 73,9 mil cabeças/dia e a maior exportadora mundial de carne industrializada. As operações da Companhia são realizadas em 25 plantas industriais localizadas em 9 estados brasileiros, 6 plantas em 4 províncias argentinas, além de 16 plantas nos EUA, 10 na Austrália e 8 na Itália. Adicionalmente, a JBS é a terceira maior produtora de carne suína dos EUA, com uma capacidade de abate de 48,5 mil cabeças/dia. A JBS possui operações de confinamento nos EUA, Austrália, Brasil e Itália, totalizando 18 unidades ao redor do mundo. Em 2008, a JBS obteve receitas líquidas de R$ 30,3 bilhões. Suas marcas “Friboi”, “Swift”, “Swift and Company”, “La Herencia”, “1855 Swift Premium”, “Maturatta”, “Cabaña Las Lilas”, “Organic Beef Friboi”, “Anglo", “Mouran”, “Plata”, “King Island”, “Beef City”, “AMH”, “Inalca”, “Montana” e “Ibise” são amplamente reconhecidas como símbolo de qualidade. Mais informações sobre a JBS S.A. estão disponíveis em www.jbs.com.br/ri. São Paulo, 16 de setembro de 2009. Jeremiah O’Callaghan Diretor de Relações com Investidores JBS S.A. Fernando Bertin Diretor Presidente Bertin S.A.

Quarta-feira

Mercado da carne com osso traseiro R$ 6,00 x dianteiro R$ 3,90 kg e Pa a R$ 3,70 kg. Alcatra e contra negociado a R$ 10,50 kg embora houvesse pedida entre R$ 10,80 kg a R$ 11,00 kg. Existe pouca oferta de cortes nobres no mercado, fazendo com que os supermercados partam para comprar traseiros e coxão com osso, para diminuir o preço final para o consumidor.

JBS de olho na Bertin

As negociações para a compra da Bertin pela JBS-Friboi, ambas gigantes da produção e exportação de carne bovina, voltaram a se intensificar nesses últimos dias, segundo a coluna Radar, da revista Veja. Procuradas, ambas as empresas optaram por não se pronunciar a respeito.
No entanto, a JBS-Friboi já havia anunciado o interesse em novas aquisições tanto no Brasil como no exterior, a fim de retomar seu crescimento. O frigorífico chegou a tentar negociar a compra da Bertin, no final do ano passado, mas as empresas não entraram em acordo.
Atualmente, a JBS-Friboi também negocia a aquisição da americana Pilgrim's Pride, maior empresa de frango dos EUA, por 2,5 bilhões de dólares. Se confirmada a transação, a Pilgrim's Pride sairia da concordata iniciada há noves meses e, ainda, faria concorrência com a Tyson Foods, a maior produtora de carnes dos EUA.
Consolidação no mercado de carnes
Assim como a JBR-Friboi, o frigorífico Marfrig, um dos maiores do país, também demonstrou interesse em uma possível fusão com a Bertin. O negócio não foi adiante porque o Bertin não estava disposto a abrir mão do controle da nova empresa.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Marfrig compra frigoríficos da Cargill; dois são em MS

A Marfrig anunciou ontem a compra da Seara Alimentos Ltda, pertencente à americana Cargill. Em Mato Grosso do Sul são duas plantas: a de aves em Sidrolândia e de suínos, em Dourados, além de granjas e fábrica de rações. Os sindicatos que representam os trabalhadores acompanham a mudança de controle para garantir a manutenção de postos de trabalho e cumprimento de deveres. Só em Sidrolândia são 2,8 mil trabalhadores. “Vamos acompanhar a transição”, diz o diretor financeiro do Sindicato dos trabalhadores de Sidrolândia, Claudinei Reginaldo dos Santos. Conforme notícias veiculadas pela imprensa nacional, as aquisições incluem sete unidades industriais de aves, com capacidade de abate de 1,2 milhão de aves por dia e duas unidades industriais de suínos, com capacidade de abate de 5.800 cabeças por dia. As unidades estão nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Também estão incluídas granjas e fábricas de ração. A transação envolve R$ 900 milhões. São US$ 706,2 milhões para a compra das unidades e US$ 193,8 milhões em dívida. O negócio envolve a exploração da marca Seara.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

ICMS menor eleva abate em 380%

4.898 bovinos abatidos a mais. Esse é o impacto direto da redução da alíquota do ICMS sobre bovinos destinados ao abate em outros estados brasileiros, medida foi posta em prática em abril, pelo governo do Estado. Em janeiro deste ano, 1.288 animais foram abatidos fora de Mato Grosso e em julho esse número atingiu 6.186 cabeças, registrando uma alta de 380%. A pedido da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), a base de cálculo para tributação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), passou de 7% para 3,5%, nas operações relativas a saídas interestaduais de gado em pé para abate, oriundas dos municípios da região nordeste de Mato Grosso. Os números divulgados na sexta-feira (11) pela Acrimat são fruto de um levantamento solicitado pela entidade ao Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). “Houve um impacto significativo no número de abate para fora do Estado, o que amenizou as pressões baixistas dos preços nas regiões mais afetadas com a parada das indústrias frigoríficas”, avalia o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari. A medida prorrogada por quatro vezes desde abril, beneficia apenas rebanhos localizados em 34 municípios ao noroeste de Cuiabá, região, segundo o segmento, mais afetada com a paralisação de 15 plantas frigoríficas no Estado, movimento iniciado no ano passado, após a recessão da crise mundial e agravada em 2009. Segundo o levantamento do Imea os principais destinos dos animais são os estados de Goiás (GO), quando em janeiro foram abatidos 265 animais oriundos da região nordeste de Mato Grosso subindo para 1.403 em julho, com uma alta de 429%. Minas Gerais (MG) de 101 cabeças para 1.585, aumento de 1.469% e São Paulo (SP) de 794 bois para 2.927, subindo 256%. “O abate em outros estados é uma alternativa. Isso torna o preço do boi mais competitivo, pois para abater aqui no Estado, o gado tem de percorrer distância considerável, que para o bem estar do animal e margem do pecuarista é impraticável”. Ele antecipou que a Acrimat vai pedir que a redução do ICMS seja novamente prorrogada até que a situação se normalize. “Vai ficar ainda mais delicada no final de ano, quando o volume de boi gordo no mercado aumenta com a oferta de animais confinados”. MATO GROSSO - O rebanho estadual é o maior do Brasil com 26 milhões de cabeças e a região nordeste é responsável por 24%, com mais de 6 milhões de bovinos. Quatro das seis plantas frigoríficas da região estão fechadas em processo de recuperação judicial.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Maior frigorífico de abate de frango começa a operar no Espírito Santo

O maior frigorífico para o abate de frangos do Espírito Santo entrou em operação. Na manhã desta terça-feira (08), o governador em exercício, Ricardo Ferraço, acionou o sistema que colocou em funcionamento as máquinas do setor de produção. A data foi marcada por uma celebração religiosa, no distrito de Aracuí, em Castelo, local onde está implantado o Uniaves, com as presenças do prefeito de Castelo, Cleones Nascimento; do diretor presidente do Uniaves, Ricardo Brunoro; do presidente do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Evair Vieira de Melo; do diretor de Crédito e Fomento do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A (Bandes), José Antonio Bof Buffon; do prefeito de Afonso Cláudio, Wilson Costa, lideranças locais e trabalhadores que vão atuar no frigorífico. Para construir o Uniaves foram investidos R$ 45 milhões e a viabilização do empreendimento, que tem capacidade para abater 150 mil frangos por dia e vai gerar 500 empregos, contou com apoio do Bandes, do Banestes e do Grupo Executivo para Recuperação Econômica do Espírito Santo (Geres). "Muitos desafios foram superados para chegarmos nesse dia e o Governo do Estado está presente na consolidação desse empreendimento grandioso, que vai marcar a história da avicultura capixaba. O frigorífico fica em Castelo, mas sem dúvida alguma ele possui importância regional para o Espírito Santo. Municípios como Castelo, Domingos Martins, Marechal Floriano, Afonso Cláudio, Santa Maria de Jetibá e outros, que têm a avicultura como atividade regular, terão ampliadas as oportunidades. O Uniaves conta com tecnologia de alta qualidade e terá a produção ofertada nos mercados nacional e internacional. Isso é muito bom para todos nós capixabas, ainda mais nesse ambiente de incerteza e instabilidade econômica. São novos empregos e novas chances de negócios. Isso se transforma em renda, movimenta o comércio e fortalece a economia como um todo", ressalta o governador em exercício, Ricardo Ferraço. Tido como um dos frigoríficos mais modernos do Brasil, o Uniaves vai seguir regras internacionais de produção. Segundo o diretor presidente da empresa, Ricardo Brunoro, o processo produtivo será integrado para garantir um controle rígido em todas as fases. 'Com a granja integrada ao abate vai ser possível dominar o ciclo e as etapas que vão desde a matéria-prima até o produto final. Num mercado competitivo como esse que vivenciamos atualmente pequenos detalhes fazem a diferença", afirma Brunoro. O novo frigorífico vai ocupar uma lacuna que existia na avicultura de corte do Espírito Santo. Antes, sem uma unidade de processamento, os produtores vendiam o frango vivo para ser abatido em outros estados. Essa comercialização, em alguns casos por oferecer risco à sanidade dos animais devido ao longo deslocamento, era restringida para garantir a segurança alimentar e a saúde dos consumidores. Agora, com o novo frigorífico, os avicultores capixabas têm nova opção para a venda de frango.

Filipinas vão comprar carnes suína e de frango de Santa Catarina

O governador Luiz Henrique recebeu, na tarde desta terça-feira (8), a informação do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, de que o governo das Filipinas autorizou a compra de carnes suínas e de frango provenientes de frigoríficos localizados em várias cidades catarinenses. O mercado consumidor das Filipinas é de 95 milhões de pessoas e Luiz Henrique acredita que depois de iniciar as vendas para este país, fica cada vez mais fácil a abertura de mercados maiores e mais exigentes, como os Estados Unidos. "Desde que Santa Catarina recebeu o Certificado de Estado Livre da Febre Aftosa sem Vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal em 2007, nossos produtos animais vem avançando cada vez mais e as indústrias catarinenses ampliando suas vendas nos mercados mais exigentes. "Depois da Rússsia e Itália, que estão comprando bezerros vivos de Santa Catarina, a tendência é avançarmos ainda mais", afirmou Luiz Henrique. Já estão liberados para vender às Filipinas o frigorífico Pamplona, de Presidente Getúlio; frigorífico Seara, de Itapiranga, Forquilhinha e Jaraguá do Sul; a Cooperativa Central Oeste, de Quilombo; a Sadia, de Concórdia e Chapecó.
Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação

-CARNES: BRASIL TEVE CINCO EMPRESAS NA FEIRA ALL CHINA LEATHER

- O Brazilian Leather, programa de exportações de couro coordenado pelo CICB Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil, com apoio da APEX-Brasil, fez grande sucesso na feira All China Leather, realizada em Xangai, China, de 2 a 4 de setembro. Neste evento, o Brasil foi representado por cinco empresas do segmento, que registraram seu otimismo com a retomada dos negócios no sudeste asiático, principalmente por se tratar de uma das primeiras feiras internacionais do calendário do segundo semestre. De acordo com empresários que participaram do evento, este tipo de trabalho, pré e pós-evento, é uma excelente ferramenta para a concretização de negócios. Conseguimos aumentar em mais de dez vezes o volume de exportação em relação ao ano passado diz Gustavo Souza, gerente de mercado externo do Curtume Soubach. Outro participante, o Grupo Bom Retiro, vê com bons olhos todas as atividades de internacionalização que vêm sendo realizadas pelo programa Brazilian Leather ao longo dos últimos anos, destacando a abertura de novos segmentos de mercados, como feiras moveleiras (Furniture) e Nautica. Participaram da Feira em Xangai o Grupo Bom Retiro (RS), BRACOL (SP), Coming(GO), Pacific Leather (RS) e Soubach (RS). As informações são do CICB. (VA)

Recuperação dos preços internacionais da carne bovina

Entre o estouro da crise mundial (setembro/outubro de 2008) e fevereiro de 2009, os preços internacionais da carne bovina recuaram significativamente

Os importadores, com problemas de crédito e muita insegurança em relação ao comportamento da demanda, resolveram queimar estoques e comprar o mínimo necessário, a preços baixos.

Depois desse período, mediante o enxugamento dos estoques mundiais, a retomada gradual do crédito e a percepção de que o mundo não iria parar de comer (apenas deveria pagar um pouco menos pelos alimentos), as vendas reagiram e as cotações internacionais da carne bovina começaram a se recuperar.

Entre setembro de 2008 e fevereiro de 2009, quando o mercado internacional acusava o golpe da crise, o preço médio da carne in natura brasileira recuou, em dólares, 36%. Em reais, porém, o recuo foi de 17% (significativamente menor), graças à desvalorização da moeda nacional.

Já na fase de recuperação dos preços internacionais, entre fevereiro e julho de 2009, a cotação da carne brasileira, em dólares, reagiu 20%. Já em reais, não saiu do lugar, com variação positiva de apenas 0,1%.

De um lado o câmbio amenizou um pouco o efeito da queda dos preços internacionais para os exportadores brasileiros. De outro, porém, tem impedido que a atual recuperação seja internalizada.

Vale destacar que, de acordo com informações do jornal Valor Econômico, o real foi a moeda que mais se desvalorizou após a quebra do banco Lehman Brothers (início da crise). Da mesma forma, foi a que mais se valorizou este ano.

Por conta disso, o governo brasileiro está estudando medidas para tentar amenizar as oscilações do câmbio. Elas têm preocupado tanto quanto a possibilidade de uma valorização excessiva.