Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
terça-feira, 2 de março de 2010
Carne com osso
A negociação de boi inteiro com osso no Rio, ficou em traseiro R$ 5,90 , dianteiro a R$ 3,70 e ponta de agulha a R$ 3,50 kg a vista.
A missão europeia visita um frigorifico e duas fazendas em MT para fiscalizar procedimentos
É rotina a vinda ao Brasil e demais países exportadores de carne para o mercado europeu, da missão técnica do FVO (Food and Veterinary Office), órgão da Comunidade Europeia responsável por fiscalizar o cumprimento da legislação sobre segurança alimentar, saúde animal, sanidade vegetal e bem-estar animal. A missão já chegou ao Brasil e é composta por duas equipes. A vista técnica em Mato Grosso começa no domingo. Os técnicos chegam em Cuiabá e seguem direto para Pontes e Lacerda, onde na manhã de segunda-feira (08), fazem auditoria no frigorifico do grupo Arantes. No dia seguinte (09) embarcam para Tangará da Serra, onde a fazenda Matovi será auditada e na quarta-feira (10) viajam para o município de Querência, para fazer o mesmo trabalho na fazenda Roncador.
“Essa é uma visita esperada e sem sobressaltos. Não existe segredo. A missão vem checar se as regras do Sisbov (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina) estão sendo cumpridas, já que essa é a condição principal para os produtores, que querem exportar carne in natura para esse mercado tão disputado”, analisou o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso - Acrimat, Luciano Vacari. Para a Acrimat, o potencial de Mato Grosso é muito grande para atender o mercado europeu, pois além de ter o maior rebanho do Brasil, com mais de 27 milhões de cabeças, “cumpre todos os requisitos sanitários exigidos pelo bloco europeu”.
Hoje Mato Grosso conta com apenas 338 propriedades aptas a exportar para a U.E. e 99 estão na lista de espera para serem auditadas. Segundo a coordenadora do programa Sisbov da Superintendência Regional do Mapa em Mato Grosso, Patrícia Borges Dias, as auditoria nas propriedades retornam ainda no mês de março, "logo depois da visita da missão europeia e de forma mais ágil”. A coordenadora informou que hoje a superintendência regional do Mapa conta com 29 auditores e o Indea - Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso, com 45, “isso significa que temos 37 equipes formadas, já que cada equipe tem que ter no mínimo 2 auditores”.
“Esperamos que essas equipes realmente façam o trabalho de campo e agilizem o processo de auditagem. A Acrimat vem alertando para a morosidade do trabalho e a necessidade de ampliar o número de auditores. Quando maior o número de propriedades aptas a exportar para a Europa, maior a nossa participação no mercado. Hoje a realidade é outra, pois a queda nas exportações continua acentuada”, ressaltou Luciano Vacari. Mato Grosso possui mais de 100 mil propriedades rurais voltadas para a criação de gado.
A visita da missão técnica vai durar uma semana e está sendo realizada em seis estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás e Minas Gerais. Além do Brasil, a missão técnica do FVO realiza o mesmo procedimento no Paraguai, Uruguai e Argentina.
“Essa é uma visita esperada e sem sobressaltos. Não existe segredo. A missão vem checar se as regras do Sisbov (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina) estão sendo cumpridas, já que essa é a condição principal para os produtores, que querem exportar carne in natura para esse mercado tão disputado”, analisou o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso - Acrimat, Luciano Vacari. Para a Acrimat, o potencial de Mato Grosso é muito grande para atender o mercado europeu, pois além de ter o maior rebanho do Brasil, com mais de 27 milhões de cabeças, “cumpre todos os requisitos sanitários exigidos pelo bloco europeu”.
Hoje Mato Grosso conta com apenas 338 propriedades aptas a exportar para a U.E. e 99 estão na lista de espera para serem auditadas. Segundo a coordenadora do programa Sisbov da Superintendência Regional do Mapa em Mato Grosso, Patrícia Borges Dias, as auditoria nas propriedades retornam ainda no mês de março, "logo depois da visita da missão europeia e de forma mais ágil”. A coordenadora informou que hoje a superintendência regional do Mapa conta com 29 auditores e o Indea - Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso, com 45, “isso significa que temos 37 equipes formadas, já que cada equipe tem que ter no mínimo 2 auditores”.
“Esperamos que essas equipes realmente façam o trabalho de campo e agilizem o processo de auditagem. A Acrimat vem alertando para a morosidade do trabalho e a necessidade de ampliar o número de auditores. Quando maior o número de propriedades aptas a exportar para a Europa, maior a nossa participação no mercado. Hoje a realidade é outra, pois a queda nas exportações continua acentuada”, ressaltou Luciano Vacari. Mato Grosso possui mais de 100 mil propriedades rurais voltadas para a criação de gado.
A visita da missão técnica vai durar uma semana e está sendo realizada em seis estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás e Minas Gerais. Além do Brasil, a missão técnica do FVO realiza o mesmo procedimento no Paraguai, Uruguai e Argentina.
Frigorífico tem três salários atrasados e ameaça fechar
Com três folhas salariais atrasadas (incluindo o 13º salário), o frigorífico Vitória, em Nioaque (223 km de Campo Grande), ameaça fechar as portas e vai pedir socorro ao governo do Estado, de acordo com o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Mato Grosso do Sul, Vilson Gimenes Gregório.
Representantes do frigorífico e da federação pretendem viajar a Campo Grande nesta semana para pedir a ajuda ao governo do Estado. Eles querem benefícios como isenção de impostos.
O frigorífico emprega 200 funcionários. Sem ter como pagar as contas, sindicalistas e empregados foram à Câmara Municipal nesta quinta-feira. Vilson Gimenes também participou de uma reunião com a prefeita Ilca Corral Mendes Domingos, que prometeu agendar encontro com representantes do governo, no Parque dos Poderes.
Vitória tem capacidade de abate de 450 cabeças/dia. “As alegações do frigorífico é que eles (os empresários) têm que pagar à vista os impostos e ficaram sem capital de giro. Eles não têm privilégio nenhum”, afirmou Vilson Gimenes
Representantes do frigorífico e da federação pretendem viajar a Campo Grande nesta semana para pedir a ajuda ao governo do Estado. Eles querem benefícios como isenção de impostos.
O frigorífico emprega 200 funcionários. Sem ter como pagar as contas, sindicalistas e empregados foram à Câmara Municipal nesta quinta-feira. Vilson Gimenes também participou de uma reunião com a prefeita Ilca Corral Mendes Domingos, que prometeu agendar encontro com representantes do governo, no Parque dos Poderes.
Vitória tem capacidade de abate de 450 cabeças/dia. “As alegações do frigorífico é que eles (os empresários) têm que pagar à vista os impostos e ficaram sem capital de giro. Eles não têm privilégio nenhum”, afirmou Vilson Gimenes
Alcatra e contra
No Rio embora a pedida de alcatra e contra seja de R$ 8,50 por varios frigorificos, não se encontram compradores para esse preço, provavelmente ficando em torno de R$ 8,30 a prazo.
Picanha tipo B tem ofertas a R$ 14,00 a prazo e há procura de peito e duro para industria de charques.
Picanha tipo B tem ofertas a R$ 14,00 a prazo e há procura de peito e duro para industria de charques.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Acrimat reforça pedido para ICMS do boi cair para 3,5% em Mato Grosso
A Associação dos Criadores de Mato Grosso – Acrimat – voltou a se reunir com o secretário de Fazenda – Sefaz – Éder Moraes, para solicitar, mais uma vez, a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadoria – ICMS - de 7% para 3,5% nas operações relativas à saída interestaduais de gado em pé destinado para abate. No ano passado a redução do ICMS foi concedida de abril a setembro somente para a região Noroeste e o impacto econômico foi muito grande.
“Voltamos com a pauta de reivindicação ao governo de Mato Grosso, pois a capacidade de abate no estado continua comprometida em 37% com o fechamento dos frigoríficos que estão enfrentando processos de recuperação judicial”, explicou o presidente da Acrimat, Mario Candia Figueiredo. Segundo levantamento apresentado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária - Imea - das 39 plantas frigoríficas registradas no SIF de Mato Grosso 15 estão em processo de recuperação judicial, sendo seis plantas do frigorífico Quatro Marcos, cinco plantas do frigorífico Independência, três plantas do frigorífico Arantes e em planta do frigorífico Margen.
O presidente da Acrimat diz está otimista com o resultado da última reunião que teve com o secretário da Sefaz. “O Éder Moraes disse que o estado está estruturado e hoje tem condições de fazer algumas concessões fiscais, devido ao combate de evasão de impostos que o governo vem realizando nos últimos anos. A proposta está caminhando para uma parceria, onde a Acrimat, junto aos seus associados, faria uma campanha para evitar a evasão fiscal na comercialização do gado em contra partida da concessão do beneficio. É bom para todos”, disse Candia. Numa primeira etapa a redução seria de 7% para 4% “e posteriormente, poderia ser dado os 50% de redução, baixando a alíquota pra 3,5%”.
A Acrimat alegou ao governo do estado que a redução torna o preço do gado mais competitivo, já que para abater é necessário percorrer longas distâncias. Com a redução do ICMS o impacto real da crise foi menor, principalmente nas cidades de Canarana, Confresa e Nova Xavantina, que ficaram sem nenhum frigorífico. A partir de abril de 2009, data em que a redução do ICMS foi instaurada, o envio de animais da região Noroeste para fora de Mato Grosso cresceu muito, sendo que entre janeiro e setembro essa opção de abate aumentou 953%, saindo de 1.288 de animais comercializados, para 13.561 animais em setembro, último mês do beneficio. Se comparado o período de janeiro a agosto do ano passado, mês em que houve o maior fluxo de animais para outros Estados o aumento foi ainda maior, 1.012%. Nos meses de setembro a novembro, período em que foi extinto o benéfico, teve uma redução de 41% na saída de animais para outros Estados.
“Voltamos com a pauta de reivindicação ao governo de Mato Grosso, pois a capacidade de abate no estado continua comprometida em 37% com o fechamento dos frigoríficos que estão enfrentando processos de recuperação judicial”, explicou o presidente da Acrimat, Mario Candia Figueiredo. Segundo levantamento apresentado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária - Imea - das 39 plantas frigoríficas registradas no SIF de Mato Grosso 15 estão em processo de recuperação judicial, sendo seis plantas do frigorífico Quatro Marcos, cinco plantas do frigorífico Independência, três plantas do frigorífico Arantes e em planta do frigorífico Margen.
O presidente da Acrimat diz está otimista com o resultado da última reunião que teve com o secretário da Sefaz. “O Éder Moraes disse que o estado está estruturado e hoje tem condições de fazer algumas concessões fiscais, devido ao combate de evasão de impostos que o governo vem realizando nos últimos anos. A proposta está caminhando para uma parceria, onde a Acrimat, junto aos seus associados, faria uma campanha para evitar a evasão fiscal na comercialização do gado em contra partida da concessão do beneficio. É bom para todos”, disse Candia. Numa primeira etapa a redução seria de 7% para 4% “e posteriormente, poderia ser dado os 50% de redução, baixando a alíquota pra 3,5%”.
A Acrimat alegou ao governo do estado que a redução torna o preço do gado mais competitivo, já que para abater é necessário percorrer longas distâncias. Com a redução do ICMS o impacto real da crise foi menor, principalmente nas cidades de Canarana, Confresa e Nova Xavantina, que ficaram sem nenhum frigorífico. A partir de abril de 2009, data em que a redução do ICMS foi instaurada, o envio de animais da região Noroeste para fora de Mato Grosso cresceu muito, sendo que entre janeiro e setembro essa opção de abate aumentou 953%, saindo de 1.288 de animais comercializados, para 13.561 animais em setembro, último mês do beneficio. Se comparado o período de janeiro a agosto do ano passado, mês em que houve o maior fluxo de animais para outros Estados o aumento foi ainda maior, 1.012%. Nos meses de setembro a novembro, período em que foi extinto o benéfico, teve uma redução de 41% na saída de animais para outros Estados.
Marfrig negocia com Globoaves - Comunicado
COMUNICADO AO MERCADO
São Paulo, 23 de fevereiro de 2010 - Marfrig Alimentos S.A. (BM&FBOVESPA: MRFG3), comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que está em negociação com o Grupo Globoaves para aquisição ou arrendamento de duas plantas frigoríficas de pequeno porte aptas ao abate de frango caipira e pato, o que inclui os negócios de frango caipira, com a Marca Nhô Bento e de pato, com a Marca Germânia.
A negociação ainda depende de processo de "Due Diligence" e não possui qualquer caráter vinculativo.
A Marfrig considera ser estratégica a ampliação de sua atuação em aves no Brasil através de negócios em frango caipira e pato, diversificando a gama de produtos da divisão Nova Seara, que concentra sua atividade em aves, suínos e industrializados no Brasil.
Ricardo Florence
Diretor de Planejamento e de Relações com Investidores
Marfrig Alimentos S.A.
Mapa suspende frango temperado
O Ministério da Agricultura (Mapa) suspendeu a produção de carcaças e cortes temperados de aves, bem como de produtos marinados destinados ao mercado interno. A decisão foi regulamentada por ofício do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal no dia 12 de janeiro e passa a valer em 15 de março. A medida não atinge aves especiais, perus, patos, marrecos e galinhas d""angola.
As indústrias têm 60 dias a contar da data de publicação do documento para comercializar a produção estocada. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, a medida foi tomada porque não existe método para controlar a quantidade de água injetada com o tempero. "O peso estava passando dos limites." Segundo Kroetz, as aves poderão ser temperadas, mas de outra maneira. As empresas têm dez dias para apresentar a lista dos produtos atingidos pela medida ao SIF local.
As indústrias têm 60 dias a contar da data de publicação do documento para comercializar a produção estocada. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, a medida foi tomada porque não existe método para controlar a quantidade de água injetada com o tempero. "O peso estava passando dos limites." Segundo Kroetz, as aves poderão ser temperadas, mas de outra maneira. As empresas têm dez dias para apresentar a lista dos produtos atingidos pela medida ao SIF local.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Importador quer avaliar condições da produção de carnes
O Ministério da Agricultura vai receber neste ano 13 missões sanitárias do exterior, que virão para avaliar as condições da produção de aves, bovinos e suínos do Brasil. Não está definido quantas irão para Santa Catarina, mas Edson Veran, presidente da Cidasc, estatal responsável pela saúde animal e vegetal, acredita que boa parte visitará unidades catarinenses pelo fato de o Estado ser o único livre de aftosa sem vacinação.
A missão da Comunidade Europeia que foi em outubro avaliar a sanidade de SC visando à abertura do mercado europeu para bovinos e suínos do Estado, ainda não deu seu parecer final. Os técnicos do grupo que avaliou a parte de saúde pública, nos frigoríficos, solicitou mais informações à defesa agropecuária do ministério este mês e já recebeu as explicações.
A expectativa geral é de exportações de carne em alta este ano.
A missão da Comunidade Europeia que foi em outubro avaliar a sanidade de SC visando à abertura do mercado europeu para bovinos e suínos do Estado, ainda não deu seu parecer final. Os técnicos do grupo que avaliou a parte de saúde pública, nos frigoríficos, solicitou mais informações à defesa agropecuária do ministério este mês e já recebeu as explicações.
A expectativa geral é de exportações de carne em alta este ano.
Preços Pedidos por suinos
carré .......................................................R$ 4,80/kg
costela inteira ..........................................R$ 6,20/kg
copa lombo ............................................ R$ 5,20/kg
pernil c/osso ind. .....................................R$ 4,30/kg
pernil s/osso ............................................R$ 5,30/kg
barriga .....................................................R$ 4,70/kg
bacon barriga ...........................................R$ 6,30/kg
carcaça tipo exportação............................R$ 4,00/kg
costela inteira ..........................................R$ 6,20/kg
copa lombo ............................................ R$ 5,20/kg
pernil c/osso ind. .....................................R$ 4,30/kg
pernil s/osso ............................................R$ 5,30/kg
barriga .....................................................R$ 4,70/kg
bacon barriga ...........................................R$ 6,30/kg
carcaça tipo exportação............................R$ 4,00/kg
Laticínios: Itambé diz não à Friboi e quer a fusão de cinco cooperativas
A Itambé, maior cooperativa de laticínios e terceira maior indústria do setor no país, com cinco unidades produtoras, recusou, no mês passado, uma oferta de aquisição pela Friboi e trabalha agora para que aconteça uma fusão entre cinco cooperativas de leite.
Se acontecer a fusão entre as mineiras Itambé, Cemil e Minas Leite, a paranaense Confepar e a goiana Centroleite, a nova empresa passaria a ser a maior do setor de laticínios no país em volume, com 2,5 bilhões de litros de leite por ano. Ultrapassaria a Nestlé (com cerca de 1,9 bilhão de litros) e a Perdigão (aproximadamente 1,5 bilhão). Sozinha, a Itambé responde hoje por cerca de 1,2 bilhão de litros por ano.
Na segunda quinzena de março, a PricewaterhouseCoopers (empresa de auditoria) deve entregar os estudos finais sobre a fusão, com a parte que caberia a cada um no negócio. Depois, ocorreriam as conversas finais entre as cooperativas, que poderiam concretizar a fusão.
"Se o pessoal concordar com as avaliações que a auditoria definir, virá a fase mais burocrática, com diligências, contratos, advogados. Mas, se os números forem validados por todos, é um grande avanço", disse Jacques Gontijo, presidente da Itambé.
Em 2009 algumas dessas cooperativas já conversaram sobre a união, mas não houve acordo. "Estou muito animado", afirmou Gontijo.
A recusa à proposta da Friboi foi feita no mesmo dia em que ela foi apresentada em janeiro. Mas essa não foi a primeira proposta a ser recusada. No final de 2009, outras duas grandes empresas procuraram a Itambé também com propostas de compra, ambas recusadas. A empresa não quis revelar os nomes dos interessados.
Gontijo diz que "o mundo está levando" as empresas a se unirem para que sejam competitivas e que as cooperativas não estão imunes a isso. Mas a intenção da Itambé, diz ele, é que a fusão não fique apenas na criação de uma megacentral de cooperativas. Desde já, os envolvidos fazem planos e discutem a viabilidade de transformar a futura megacentral em uma S/A., com a participação de um sócio estratégico, como a BNDESPar. (PP)
Se acontecer a fusão entre as mineiras Itambé, Cemil e Minas Leite, a paranaense Confepar e a goiana Centroleite, a nova empresa passaria a ser a maior do setor de laticínios no país em volume, com 2,5 bilhões de litros de leite por ano. Ultrapassaria a Nestlé (com cerca de 1,9 bilhão de litros) e a Perdigão (aproximadamente 1,5 bilhão). Sozinha, a Itambé responde hoje por cerca de 1,2 bilhão de litros por ano.
Na segunda quinzena de março, a PricewaterhouseCoopers (empresa de auditoria) deve entregar os estudos finais sobre a fusão, com a parte que caberia a cada um no negócio. Depois, ocorreriam as conversas finais entre as cooperativas, que poderiam concretizar a fusão.
"Se o pessoal concordar com as avaliações que a auditoria definir, virá a fase mais burocrática, com diligências, contratos, advogados. Mas, se os números forem validados por todos, é um grande avanço", disse Jacques Gontijo, presidente da Itambé.
Em 2009 algumas dessas cooperativas já conversaram sobre a união, mas não houve acordo. "Estou muito animado", afirmou Gontijo.
A recusa à proposta da Friboi foi feita no mesmo dia em que ela foi apresentada em janeiro. Mas essa não foi a primeira proposta a ser recusada. No final de 2009, outras duas grandes empresas procuraram a Itambé também com propostas de compra, ambas recusadas. A empresa não quis revelar os nomes dos interessados.
Gontijo diz que "o mundo está levando" as empresas a se unirem para que sejam competitivas e que as cooperativas não estão imunes a isso. Mas a intenção da Itambé, diz ele, é que a fusão não fique apenas na criação de uma megacentral de cooperativas. Desde já, os envolvidos fazem planos e discutem a viabilidade de transformar a futura megacentral em uma S/A., com a participação de um sócio estratégico, como a BNDESPar. (PP)
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