Segundo a revista The American Journal of Clinical Nutrition, os pesquisadores acompanharam 2001 pessoas durante cinco anos, avaliando a associação entre o consumo habitual de carne processada e carne vermelha no aumento da incidência de diabetes. De acordo com os pesquisadores, não é exatamento a carne processada de vaca ou porco que eleva o risco da diabetes e doença cardíaca mas o sal e conservantes que são usados no processo de produção dos mesmos. A conclusão dos pesquisadores foi que cada porção diária (50 gramas) de carne processada representa um aumento de 42% no risco cardíaco e de 19% no risco de desenvolver diabetes. |
Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Carne processada aumenta risco de doenças como diabete
Justiça aceita recuperação de frigorífico
Mondelli já tem um administrador judicial e tenta retomar a produção, parada por causa das dificuldades
CRISTINA CAMARGO
cristina.camargo@bomdiabauru.com.br
CRISTINA CAMARGOcristina.camargo@bomdiabauru.com.br
A juíza Rossana Teresa Curioni Mergulhão, da 1ª Vara Cível de Bauru, aceitou nesta terça-feira (14) o pedido de recuperação judicial apresentado no final de janeiro pelo Frigorífico Mondelli, que vive uma crise financeira.
Segundo informações do cartório da 1ª Vara, já foi nomeado o administrador judicial. É Fernando Borges, o mesmo que atuou na recuperação do Frigol, de Lençóis Paulista.
O advogado Geraldo Gouveia Júnior, da Advocacia De Luizi, contratada pelo Mondelli para a recuperação judicial, disse no final da tarde desta terça-feira (14) que o administrador nomeado já esteve na empresa para verificar a situação.
Agora, o Mondelli tem 60 dias para apresentar à Justiça um plano de recuperação. A empresa contratou a consultoria internacional KPMG Restructuring para dar suporte à reestruturação.
Com o pedido aceito, o próximo passo é tentar retomar a produção. Há conversas com investidores para que o frigorífico consiga voltar a abater animais e comercializar carne.
A intenção é que isso aconteça em breve.
Os advogados também trabalham para liberar as contas bancárias do Mondelli, bloqueadas por meio de liminares pedidas pela Hapi Comércio Alimentícios, que representa franceses investidores no frigorífico desde o ano passado.
A empresa alega que o frigorífico só pode começar a recuperação judicial após pagar cerca de R$ 12 milhões aplicados numa operação chamada sociedade em conta de participação.
“Pelas regras legais, o Mondelli só poderá entrar em recuperação judicial, ou até mesmo falência, depois que liquidar o investimento feito pela empresa francesa. Ou seja, é preciso devolver este dinheiro antes de qualquer outra coisa”, afirma o advogado Thiago Munaro, que defende os franceses.
A Hapi, no entanto, é tratada pelo frigorífico como mais uma das credoras.
“Tudo é feito às claras, dentro da lei ”, diz o advogado do Mondelli. “Essa medida [o pedido de recuperação] foi tomada para que a empresa evite a falência. Não há nada mais claro, nada mais transparente do que um processo de recuperação judicial”, reforça.
Pagamento de vales ainda é dúvidaSegundo o advogado do frigorífico, a intenção é continuar pagando os funcionários em dia, mas “isso foge da vontade da empresa”. Novamente o bloqueio das contas foi citado como fator que atrapalha. O vale salarial teria de ser pago no próximo dia 22.
700É o número de funcionários do Mondelli, indústria histórica de Bauru instalada no Mary Dota
Processo vai revelar o valor da dívidaCom a abertura do processo de recuperação judicial, a empresa terá de publicar todos os seus balanços. O valor da dívida ficará público. “O que pauta a recuperação é o pagamento dos credores”, diz o advogado Geraldo Gouveia Júnior. Na avaliação dele, o frigorífico é viável e poderá superar a crise e continuar no mercado.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Brasil amplia potencial de comércio com a China
Novos frigoríficos brasileiros serão habilitados a exportar carne bovina, suína e de aves para a China. A ampliação do comércio bilateral foi anunciada pelos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e Zhi Shuping, da Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena, da China. O anúncio ocorreu durante a 2ª Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), realizada em Brasília, nesta segunda-feira, 13 de fevereiro. O Vice-Presidente da República, Michel Temer, chefiou a delegação brasileira, e o Vice-Primeiro Ministro da China, Wang Qishan, a delegação chinesa.
Ao término das atividades, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, fez um balanço dos resultados obtidos com a visita da comitiva chinesa ao Brasil. Entre eles, Mendes Ribeiro destacou, como um dos principais avanços, o comprometimento do governo chinês em acelerar e finalizar o processo de habilitação de novos frigoríficos para exportar carne suína, de aves e bovina para aquele país. Na ocasião, também se tratou da ampliação das áreas autorizadas a exportar tabaco e da autorização para exportação de milho.
“Nos últimos dois anos estabeleceu-se, por meio da Cosban, um mecanismo eficaz de cooperação Brasil-China nas áreas sanitária e fitossanitária, com avanços e progressos para ambos os países”, destacou o ministro Mendes Ribeiro. Segundo ele, os governos dos dois países querem reforçar cada vez mais a cooperação e estão todos prontos para resolver, por meio de consultas, os problemas relacionados à inspeção, que impeçam o comércio bilateral de alimentos e produtos agrícolas. O ministro informou, ainda, que a partir dos entendimentos alcançados durante a Cosban, os dois governos vão aprofundar a implementação do plano decenal Brasil-China, aprovado em 2010 O plano engloba ações a serem anunciadas durante visita do Primeiro-Ministro da China ao Brasil, prevista para o próximo mês de junho. Para dar sequência às negociações, Mendes Ribeiro Filho estuda a possibilidade de ir a Pequim no final de março.
Carne suína
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) espera que 15 novos estabelecimentos de suínos sejam autorizados a exportar para a China ainda no primeiro semestre de 2012. O serviço de inspeção veterinário chinês está analisando a documentação e vai decidir se aprova esses estabelecimentos com base na análise dos relatórios de ações, que deve ser concluída até junho de 2012. Além disso, a autoridade sanitária chinesa deverá realizar visita in loco a dez desses estabelecimentos.
Carne bovina e de aves
O serviço veterinário chinês comprometeu-se, também, a acelerar a revisão de documentos para habilitação de mais nove estabelecimentos para exportar carne bovina ao país asiático. Além disso, governo do país asiático recebeu 47 questionários de estabelecimentos avícolas brasileiros, que estão em fase de análise. A autoridade sanitária chinesa vai organizar missões de inspeção a esses estabelecimentos de aves até o próximo mês de abril.
Dólar dos EUA derrubou preços do frango, diz FAO
Campinas, 14 de Fevereiro de 2012 - Ao atingir pouco mais de 214 pontos, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO (FFPI, na sigla em inglês) do mês de janeiro de 2012 voltou a apresentar leves sinais de reversão.
Isso, porém, não se aplica às carnes, cujos preços permanecem em relativa estabilidade desde abril de 2011. Em janeiro, conforme a FAO, ficaram pouco acima dos 178 pontos, aumentando cerca de meio por cento em relação a dezembro.
Mas os preços dos vários tipos de carne evoluíram em diferentes direções: frente à expectativa de aumento das importações chinesas, a carne suína aumentou 2,8%. E o preço da carne bovina permaneceu estável, mas em um nível relativamente elevado, indicativo de que o abastecimento deve continuar ajustado.
Entre as três, a carne de frango foi a única a registrar declínio de preços: na média, 1% a menos que em dezembro. “Influência pela força do dólar dos EUA em relação às moedas de outros países exportadores, em particular o Brasil”, explica a FAO.
O FFPI da FAO ainda mostra que, em comparação a janeiro do ano passado, só as carnes fecharam o primeiro mês de 2012 com evolução positiva de preços (+7%), porquanto o Índice Geral e o índice relativo especificamente aos grãos regrediram 7,3% e 9%, respectivamente.
Mas isso só é válido para um curto espaço de tempo. Pois, por exemplo, em comparação à média anual de 2001, os preços dos grãos aumentaram 162%, enquanto o Índice Geral teve evolução de 138%. Já os preços das carnes aumentaram menos de 90%.
Isso, porém, não se aplica às carnes, cujos preços permanecem em relativa estabilidade desde abril de 2011. Em janeiro, conforme a FAO, ficaram pouco acima dos 178 pontos, aumentando cerca de meio por cento em relação a dezembro.
Mas os preços dos vários tipos de carne evoluíram em diferentes direções: frente à expectativa de aumento das importações chinesas, a carne suína aumentou 2,8%. E o preço da carne bovina permaneceu estável, mas em um nível relativamente elevado, indicativo de que o abastecimento deve continuar ajustado.
Entre as três, a carne de frango foi a única a registrar declínio de preços: na média, 1% a menos que em dezembro. “Influência pela força do dólar dos EUA em relação às moedas de outros países exportadores, em particular o Brasil”, explica a FAO.
O FFPI da FAO ainda mostra que, em comparação a janeiro do ano passado, só as carnes fecharam o primeiro mês de 2012 com evolução positiva de preços (+7%), porquanto o Índice Geral e o índice relativo especificamente aos grãos regrediram 7,3% e 9%, respectivamente.
Mas isso só é válido para um curto espaço de tempo. Pois, por exemplo, em comparação à média anual de 2001, os preços dos grãos aumentaram 162%, enquanto o Índice Geral teve evolução de 138%. Já os preços das carnes aumentaram menos de 90%.
(AviSite) (Redação)
BRF firma parceria com empresa chinesa para distribuição e processamento de carnes na China
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012, 10:18:19Agroindústrias
A BRF e a empresa chinesa Dah Chong Hong Limited – DCH assinaram nesta terça-feira (14/02) documentos que oficializam a criação de joint venture, que permitirá à companhia brasileira distribuir produtos no mercado chinês, processar carnes em unidades locais, desenvolver a marca Sadia e atuar nos canais de varejo e food service na China Continental, Hong Kong e Macau.O início das conversações entre as duas empresas foi anunciado ao mercado em maio do ano passado. A expectativa é que o negócio represente, no primeiro ano, volumes acima de 140 mil toneladas e receitas de aproximadamente US$ 450 milhões, com investimentos em capital de giro.
A joint venture contempla a participação de 50% para a BRF e 50% para a DCH, com abrangência em produtos in natura e processados; foco na geração de capacidade e a operação do mercado local, incluindo vendas, importação, suprimentos de produtos, customer clearance e trade marketing. A administração será compartilhada entre membros das duas companhias, que integrarão o Conselho de Administração e o Comitê Executivo.
Na primeira fase do projeto, caberá à BRF a produção, suporte técnico e marketing dos produtos a serem comercializados pela joint venture. A DCH atuará na cadeia de suprimentos e distribuição das operações, serviço de processamento, embalagem e serviços gerais de suporte de operação.
Tradição
A empresa Dah Chong Hong Limited – DCH, criada em 1949, é um dos maiores distribuidores de automóveis, alimentos e produtos de consumo na China, com estrutura para a distribuição de resfriados e congelados. As operações englobam os mercados de Hong Kong, Macau e China continental. É uma companhia aberta, listada na Bolsa de Hong Kong desde 2007, e subsidiária integral do conglomerado internacional Dah Chong Hong Holdings Limited (DCHH).
O DCHH é controlado atualmente, em aproximadamente 55,9%, pelo Grupo CITIC Pacific Limited, companhia aberta, listada na Bolsa de Hong Kong. O Grupo CITIC Pacific Limited é controlado pelo CITIC Group Corporation, companhia estatal incorporada à People´s Republic of China.Fonte: Assessoria de Imprensa BRF
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Mais 2 frigoríficos aptos a vender à Rússia
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012, 08:34:27Exportação
A Rússia, que impõe restrições aos estabelecimentos exportadores de carnes brasileiros desde junho do ano passado, deve liberar os embarques de mais duas unidades nacionais,
uma de bovinos e outra de suínos, afirmou ontem o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro
Filho. Em dezembro, quatro unidades já haviam sido liberadas pelo Serviço Federal de
Fiscalização Sanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor). Ao todo, 145 plantas permanecem
com restrições.
A confirmação da habilitação das duas unidades ainda não é oficial, conforme ressalvou
o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carne (Abiec),
Antônio Camardelli, que discutiu o tema ontem, em São Paulo, com o ministro e os
presidentes da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, e da Associação
Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de
Camargo Neto.
No encontro, Mendes Ribeiro apresentou aos representantes do setor de carnes um
relato positivo sobre a reunião que teve no início deste mês com a ministra da
Agricultura da Rússia, Yelena Skrynnik, em que ficou acertado o envio dos últimos
questionários solicitados pelos russos.
Apesar do otimismo oficial, o Valor apurou junto aos representantes das indústrias
de carnes, que o ministro não apresentou medidas efetivas para a questão. "Foi um
encontro genérico", disse uma fonte, citando a demora para a resolução do embargo
russo, que se arrasta há mais de seis meses.
Questionado sobre a lentidão, Mendes Ribeiro reconheceu as dificuldades impostas
pelos russos. "Não podemos esquecer que a Rússia está tentando fazer o seu próprio
mercado, especialmente o de aves", disse ele.
"No setor avícola, teremos novas aberturas de unidades para a Rússia. Mas elas serão
em menor escala do que em bovinos e suínos, produtos que eles têm maior necessidade",
admitiu Turra, da Ubabef. "Certamente, os russos serão menos receptivos conosco,
até porque eles estão fazendo um trabalho de defesa do produtor local", reforçou o
dirigente, para quem os exportadores brasileiros de aves devem depender cada vez
menos deste mercado.
Além do embargo russo, o ministro também abordou as negociações para a aprovação
de novas unidades aptas para exportar carnes para a China. Ao todo, seriam entre
9 e 16 plantas de abate de bovinos e 41 de aves. "Temos convicção de que as aprovações
devem sair entre os próximos dois e três meses", afirmou Turra. Para ele, os embarques
de frango para os chineses devem crescer "no mínimo 50%" com as aprovações.
Em 2011, o Brasil exportou cerca de 200 mil toneladas de carne de frango para o país asiático - atualmente, 21 unidades de abate de aves estão habilitadas.
O acordo com a União Europeia, que passou a gestão da lista de fazendas autorizadas
a exportar carne bovina para as autoridades brasileiras, também foi tema da reunião.
Atualmente, o Brasil possui 2 mil fazendas autorizadas, com um rebanho de 4,6 milhões
de cabeças. Com o novo entendimento, explicou Camardelli, da Abiec, o número de
propriedades credenciadas poderá chegar a 29 mil, com 26 milhões de animais.Fonte: Valor Econômico
Câmara debate fechamento do Frigorífico Pacheco
Proprietário alega que fez adequações sanitárias; município pode administrar empresa.
Da Redação/Isabella Lima - Com o frigorífico da cidade fechado há quatro meses, o Fórum Comunitário da Câmara Municipal de Araxá iniciou 2012 debatendo a regularização do abate de carnes na cidade. Em outubro de 2011, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou o fechamento da empresa até que fossem cumpridas as exigências da Vigilância Sanitária.
Essa não é a primeira vez em que ocorre a interdição do frigorífico. Desde 2008, na primeira vez em que a empresa foi fechada, o Ministério Público vem cobrando adequações sanitárias através de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). O terreno onde funciona o frigorífico foi doado pela Prefeitura Municipal em 2010 para atender exigências do Mapa (a empresa opera no local doado desde 1995 quando foi concedido um termo de cessão da área pelo prazo de 20 anos).
O prazo para que os ajustes sanitários sejam cumpridos se encerra em maio. Geraldo Pacheco, proprietário do frigorífico, se defende alegando que as adequações estão prontas desde novembro passado e a empresa permanece fechada por falta da vistoria técnica do Mapa.
“Eu cumpri todas as obrigações que me colocaram, está no ponto de abrir. Não estou de braços cruzados. Desde outubro, quando foi fechado, gastei mais de R$ 300 mil fazendo as adequações”, diz.
A proposta definida durante o Fórum Comunitário para regularizar o abate em Araxá é revogar a lei que doa o terreno para a empresa e o frigorífico ficaria sob responsabilidade o município. Dessa forma, caberia à prefeitura a reforma e adequação do prédio, podendo ser gerenciado por ela, ou aberta uma licitação para escolher nova empresa.
Na reunião também levantaram a possibilidade de o frigorífico ser administrado pela Cooperativa Agropecuária de Araxá (Capal). A sugestão será repassada ao prefeito Jeová Moreira Costa.
O vereador Juninho da Farmácia (DEM), autor do requerimento que promoveu o Fórum Comunitário, justifica a proposta da retomada pelo município como uma maneira de evitar abate clandestino e reter os impostos em Araxá.
“O município não pode pagar o alto risco de possivelmente ter carne clandestina. O gado está sendo abatido em outros municípios, Araxá deixa de receber impostos e a carne retorna para a gente custando mais cara.”
A proposta não agradou ao proprietário do frigorífico. Pacheco alega já ter investido cerca de R$ 3 milhões na empresa e afirma que caso a prefeitura retome o lugar quer ser ressarcido. O promotor de Justiça do Patrimônio Público e da Saúde, Marcus Paulo Queiroz Macêdo, um dos autores da proposta da revogação da lei, explica que é preciso analisar cuidadosamente o contrato para entender se há o direito de indenização.
Abate clandestino
De acordo com a Vigilância Sanitária, não há indícios de carne de abate clandestino nos cerca de 50 açougues da cidade. Mas o responsável pela fiscalização, José Renato da Silva Júnior, admite que as ferramentas para a fiscalização são falhas. “Os açougues apresentam a nota fiscal de entrada e saída do produto, mas é complicado provar se estão certas ou não.”
JBS vai separar Vigor e pretende listá-la na Bovespa
O frigorífico JBS pretende separar sua subsidiária Vigor e listá-la na Bovespa, com objetivo de dar mais visibilidade e valor aos negócios de laticínios do grupo. Por meio de uma oferta de permuta, os acionistas do JBS poderão trocar parte das ações que possuem do frigorífico por papéis a serem emitidos pela Vigor.
"A administração da JBS considera que, por ser a Vigor sua subsidiária integral e não uma sociedade independente, o mercado não consegue perceber seu real valor no escopo de ativos da companhia", informou o frigorífico em fato relevante nesta quinta-feira."Além disso, a indústria de lácteos costuma ter múltiplos de negociação superiores aos da indústria de processamento de carnes. Por esses motivos, a companhia entende que a realização da oferta trará valor à totalidade de seus acionistas", acrescentou.Laudo de avaliação da Vigor preparada pelo Bradesco aponta valor patrimonial por ação da empresa de R$ 11,91 em 20 de janeiro de 2012. Pelo metodo de fluxo de caixa, o preço fica entre R$ 11,35 e R$ 12,48.
"A administração da JBS considera que, por ser a Vigor sua subsidiária integral e não uma sociedade independente, o mercado não consegue perceber seu real valor no escopo de ativos da companhia", informou o frigorífico em fato relevante nesta quinta-feira."Além disso, a indústria de lácteos costuma ter múltiplos de negociação superiores aos da indústria de processamento de carnes. Por esses motivos, a companhia entende que a realização da oferta trará valor à totalidade de seus acionistas", acrescentou.Laudo de avaliação da Vigor preparada pelo Bradesco aponta valor patrimonial por ação da empresa de R$ 11,91 em 20 de janeiro de 2012. Pelo metodo de fluxo de caixa, o preço fica entre R$ 11,35 e R$ 12,48.
O valor da troca será definido em nova reunião do Conselho de Administração, antes da publicação do edital da oferta de permuta.
Quando divulgou seu resultado do terceiro trimestre de 2011, em meados de novembro passado, o JBS destacou o forte crescimento visto nos últimos meses na unidade de lácteos, com expansão acima de dois dígitos.
"Vemos no segmento de lácteos um mercado com grandes oportunidades e temos planos para 2012 que serão importantes para garantir e elevar nossa presença nele. No momento oportuno essas estratégias serão anunciadas", disse na época o presidente-executivo da companhia, Wesley Batista.
A Vigor teve prejuízo de R$ 7,6 milhões em 2011, revertendo o lucro de R$ 57,2 milhões no ano anterior. A receita líquida anual foi de R$ 1,2 bilhão, alta de quase 20%.
Segundo o JBS, a Vigor terá uma estrutura corporativa própria e independente, com novo Conselho de Administração e diretoria. O presidente-executivo será Gilberto Xandó e a companhia será listada no Novo Mercado da bolsa paulista.
O JBS assumiu a Vigor após a associação com o grupo Bertin, anunciada em setembro de 2009, que era dono da empresa de laticínos. Além da marca Vigor, o JBS é proprietário de marcas como Leco, Faixa Azul e Danúbio
Laudo diz que frigorífico é culpado pelo acidente que matou operários
CELSO BEJARANO 10/02/2012 00h00
Parecer técnico preparado pelo Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) culpa a empresa Marfrig pelo acidente que matou quatro operários e feriu 26 que trabalhavam no curtume da empresa, na manhã do dia 31 passado, na unidade de Bataguassu, cidade distante 335 km de Campo Grande.
O relatório não aponta a real causa do acidente. Essa apuração é feita pela Suatrans, empresa contratada pela Marfrig, e o resultado deve ficar pronto até amanhã, segundo autoridades ambientais.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Brasil exportou US$42,3 milhões em carne bovina industrializada em janeiro
Autor: Scot Consultoria
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em janeiro o Brasil exportou US$42,3 milhões ou 7,3 mil toneladas de carne bovina industrializada.
O faturamento é 18,3% menor que o registrado em dezembro e 50,1% em relação a janeiro de 2011.
Do faturamento total, 29,8% foi proveniente das compras dos Estados Unidos. Em dezembro, a participação dos norte-americanos foi de 35,6%.
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em janeiro o Brasil exportou US$42,3 milhões ou 7,3 mil toneladas de carne bovina industrializada.
O faturamento é 18,3% menor que o registrado em dezembro e 50,1% em relação a janeiro de 2011.
Do faturamento total, 29,8% foi proveniente das compras dos Estados Unidos. Em dezembro, a participação dos norte-americanos foi de 35,6%.
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