Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Maior frigorífico de abate de frango começa a operar no Espírito Santo
Filipinas vão comprar carnes suína e de frango de Santa Catarina
-CARNES: BRASIL TEVE CINCO EMPRESAS NA FEIRA ALL CHINA LEATHER
Recuperação dos preços internacionais da carne bovina
Os importadores, com problemas de crédito e muita insegurança em relação ao comportamento da demanda, resolveram queimar estoques e comprar o mínimo necessário, a preços baixos.
Depois desse período, mediante o enxugamento dos estoques mundiais, a retomada gradual do crédito e a percepção de que o mundo não iria parar de comer (apenas deveria pagar um pouco menos pelos alimentos), as vendas reagiram e as cotações internacionais da carne bovina começaram a se recuperar.
Entre setembro de 2008 e fevereiro de 2009, quando o mercado internacional acusava o golpe da crise, o preço médio da carne in natura brasileira recuou, em dólares, 36%. Em reais, porém, o recuo foi de 17% (significativamente menor), graças à desvalorização da moeda nacional.
Já na fase de recuperação dos preços internacionais, entre fevereiro e julho de 2009, a cotação da carne brasileira, em dólares, reagiu 20%. Já em reais, não saiu do lugar, com variação positiva de apenas 0,1%.
De um lado o câmbio amenizou um pouco o efeito da queda dos preços internacionais para os exportadores brasileiros. De outro, porém, tem impedido que a atual recuperação seja internalizada.
Vale destacar que, de acordo com informações do jornal Valor Econômico, o real foi a moeda que mais se desvalorizou após a quebra do banco Lehman Brothers (início da crise). Da mesma forma, foi a que mais se valorizou este ano.
Por conta disso, o governo brasileiro está estudando medidas para tentar amenizar as oscilações do câmbio. Elas têm preocupado tanto quanto a possibilidade de uma valorização excessiva.
Quarta-Feira dia 09-09-09
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Frigorífico Friboi instala escritório regional em Dois Vizinhos
Na semana que passou diretores do grupo JBS, ao qual pertencem os Frigorífico Friboi, anunciaram oficialmente a instalação de um escritório regional em Dois Vizinhos. Quem comanda o estabelecimento na região é o empresário Itamar Boaretto.
O JBS é reconhecido como a maior multinacional do Brasil em alimentos. O frigorífico trabalha com a compra de gado de corte em toda região. São dez “compradores” espalhados pelos municípios do Sudoeste, e que direcionam as negociações para o escritório de Dois Vizinhos.
Para Carlos Catija, diretor da unidade de Maringá, o objetivo da instalação do escritório no município é oferecer novas oportunidades aos pecuaristas da região. Entre as empresas, encontram-se os frigoríficos Friboi, que trabalham com gado in natura e industrialização. Possuem 23 fábricas espalhadas por países como Brasil, Argentina, Estados Unidos e Austrália. Empregando mais de 40 mil funcionários e com abate de 55 mil cabeças de gado por dia, o Friboi se consagra como o maior abatedouro de bovinos do mundo. Somente no Brasil 20% dos abates pertencem ao grupo JBS, que possui grandes marcas.
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Coopercarnes e Banco do Brasil assinam contrato para a construção de frigorífico
Notícias Frango demais, consumo de menos
Presidente da CNA diz que é preciso investigar recursos usados pelo MST
Senadora Kátia Abreu falou também sobre Plano de Defesa Agropecuária
Em visita à Expointer, nesta quinta, dia 3, a presidente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, voltou a falar sobre a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o repasse de recursos ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A senadora disse que é preciso avaliar de que maneira os recursos públicos estão sendo usados em manifestações do movimento.
Reportagem da revista Veja informou que atos ilícitos do MST seriam financiados com dinheiro do governo e de ONGs estrangeiras, sem prestação de contas. Kátia Abreu já havia defendido esta proposta em pronunciamento no plenário do Senado, onde garantiu que há assinaturas suficientes para a criação da comissão.






