Foi aprovada na última sexta-feira (22), o Plano de Recuperação Judicial do Frigorífico Estrela - Frigoestrela. Segundo a assessora de economia da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Adriana Mascarenhas, o plano ficou muito distante do que os produtores esperavam.
O plano prevê que os pecuaristas continuaram oferecendo o gado para abate, mesmo após o pedido de recuperação do frigorífico, receberão 100% do valor do crédito. Os considerados ‘não parceiros’, ou seja, aqueles que suspenderam o fornecimento de boi para o frigorífico, receberão apenas 50% da dívida.
Aos credores que tem até 50 mil a receber, o plano estabelece pagamento de 70% em 24 meses com parcelas semestrais e carência de 6 meses. Já os 30% restantes devem ser pagos também em parcelas semestrais, mas a partir do sétimo ano. Para os credores que tem mais de 50 mil a receber, o plano prevê o pagamento em 20 anos, com carência de dois anos.
O Friogoestrela pediu recuperação judicial em novembro de 2008. O primeiro plano não foi bem recebido pelos credores e em dezembro de 2009 o frigorífico apresentou uma nova proposta em assembléia. Esta assembléia foi suspensa, mas a base da proposta foi reapresentada e aprovada na assembléia da semana passada.
Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Preços frango e cortes in natura
coxa s/coxa................. 2,36
Moela ......................................1,85
Fígado cg..................................0,60
Frango cg.................................2,42
Peito cg Griller.........................2,60
Peito pct...................................3,10
Filé de Peito cg pct...................4,85
SASSAMI IQF ..................... 5,45
Filezinho sassami 12x1 .......... 4,45
Moela ......................................1,85
Fígado cg..................................0,60
Frango cg.................................2,42
Peito cg Griller.........................2,60
Peito pct...................................3,10
Filé de Peito cg pct...................4,85
SASSAMI IQF ..................... 5,45
Filezinho sassami 12x1 .......... 4,45
Cotação de vaca a vista MT
Cidade Valor
Agua Boa 62.44
Alta Floresta 60.39
Araputanga 61.41
Barra do Bugres 64.48
Barra do Garças 62.44
Caceres 62.44
Colider 60.00
Cuiaba 63.61
Diamantino 64.48
Juara 61.53
Matupa 60.19
Nova Canaa do Norte 60.14
Nova Monte Verde 61.41
Paranatinga 64.75
Pedra Preta 64.48
Agua Boa 62.44
Alta Floresta 60.39
Araputanga 61.41
Barra do Bugres 64.48
Barra do Garças 62.44
Caceres 62.44
Colider 60.00
Cuiaba 63.61
Diamantino 64.48
Juara 61.53
Matupa 60.19
Nova Canaa do Norte 60.14
Nova Monte Verde 61.41
Paranatinga 64.75
Pedra Preta 64.48
Cotação de Boi a vista em MT
Cidade Valor
Agua Boa 66.53
Alta Floresta 64.48
Araputanga 65.51
Barra do Bugres 68.58
Barra do Garças 66.53
Caceres 65.51
Colider 64.00
Cuiaba 67.86
Diamantino 67.55
Juara 66.41
Matupa 65.08
Nova Canaa do Norte 64.99
Nova Monte Verde 66.53
Paranatinga 68.67
Pedra Preta 66.53
Agua Boa 66.53
Alta Floresta 64.48
Araputanga 65.51
Barra do Bugres 68.58
Barra do Garças 66.53
Caceres 65.51
Colider 64.00
Cuiaba 67.86
Diamantino 67.55
Juara 66.41
Matupa 65.08
Nova Canaa do Norte 64.99
Nova Monte Verde 66.53
Paranatinga 68.67
Pedra Preta 66.53
Minas poderá exportar carne bovina para a China
Minas Gerais poderá retomar este ano as exportações de carne bovina para a China. A informação foi dada pela embaixada do Brasil em Pequim ao secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues. O documento assinado pelo embaixador Clodoaldo Hugueney informa que o Estado foi reconhecido pelas autoridades chinesas como área livre de febre aftosa. Outros 15 estados e o Distrito Federal também obtiveram o reconhecimento, segundo os critérios da Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).
Desde 2005, a China restringiu a compra de carne bovina do Brasil após a descoberta de focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul. Para retomar as exportações para aquele país, os frigoríficos interessados deverão ser aprovados individualmente pela Administração Nacional de Certificação e Acreditação da China (CNCA), após apresentarem um conjunto de informações técnicas e documentos relacionados no formulário disponível no endereço www.cnca.gov.cn/cnca/extra/xzzq/00032.pdf .
A documentação deverá ser encaminhada ao Ministério de Agricultura que, após análise, irá enviar as informações para a CNCA. Se os documentos foram considerados satisfatórios, o estabelecimento poderá ser credenciado imediatamente ou ainda passar por uma inspeção in loco feita por autoridades sanitárias chinesas.
“A abertura do mercado chinês para a carne bovina é fundamental para o agronegócio mineiro e nacional. A China já é o terceiro principal destino das exportações do agronegócio de Minas e poderá subir de posto com a retomada das compras de carne bovina”, comenta Gilman Viana.
Segundo o secretário, o Estado conta com pelo menos cinco frigoríficos em condições de serem credenciadas pela China. A pedido da embaixada do Brasil em Pequim, a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais está informando aos frigoríficos instalados no Estado a possibilidade de voltar exportar carne bovina para o mercado chinês.
Mercado da China
Nos primeiros seis meses de 2009, a China importou 6 mil toneladas de carne bovina, principalmente congelada. As poucas plantas frigoríficas brasileiras que mantiveram a autorização para exportar foram responsáveis por apenas 412 toneladas, menos de 7% do total. Não houve compras de frigoríficos instalados em Minas, apesar do Estado estar há 13 anos sem registrar focos de febre aftosa em seu rebanho.
Em 2008, a importações chinesas do produto somaram 4,4 mil toneladas. O Brasil contribuiu com menos de 1% dos embarques. Os principais fornecedores para o mercado chinês naquele ano foram Austrália, Uruguai e Nova Zelândia.
No comunicado do embaixador brasileiro, são destacadas a elevação do padrão de vida da população chinesa e o rápido crescimento do consumo de carne bovina. “Dada a grande população e o limitado potencial de expansão da produção agropecuária neste país, espera-se para os próximos anos um grande crescimento das importações chinesas de carne”, informa o embaixador Clodoaldo Hugueney. As informações são de assessoria de imprensa.
Desde 2005, a China restringiu a compra de carne bovina do Brasil após a descoberta de focos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul. Para retomar as exportações para aquele país, os frigoríficos interessados deverão ser aprovados individualmente pela Administração Nacional de Certificação e Acreditação da China (CNCA), após apresentarem um conjunto de informações técnicas e documentos relacionados no formulário disponível no endereço www.cnca.gov.cn/cnca/extra/xzzq/00032.pdf .
A documentação deverá ser encaminhada ao Ministério de Agricultura que, após análise, irá enviar as informações para a CNCA. Se os documentos foram considerados satisfatórios, o estabelecimento poderá ser credenciado imediatamente ou ainda passar por uma inspeção in loco feita por autoridades sanitárias chinesas.
“A abertura do mercado chinês para a carne bovina é fundamental para o agronegócio mineiro e nacional. A China já é o terceiro principal destino das exportações do agronegócio de Minas e poderá subir de posto com a retomada das compras de carne bovina”, comenta Gilman Viana.
Segundo o secretário, o Estado conta com pelo menos cinco frigoríficos em condições de serem credenciadas pela China. A pedido da embaixada do Brasil em Pequim, a Secretaria de Agricultura de Minas Gerais está informando aos frigoríficos instalados no Estado a possibilidade de voltar exportar carne bovina para o mercado chinês.
Mercado da China
Nos primeiros seis meses de 2009, a China importou 6 mil toneladas de carne bovina, principalmente congelada. As poucas plantas frigoríficas brasileiras que mantiveram a autorização para exportar foram responsáveis por apenas 412 toneladas, menos de 7% do total. Não houve compras de frigoríficos instalados em Minas, apesar do Estado estar há 13 anos sem registrar focos de febre aftosa em seu rebanho.
Em 2008, a importações chinesas do produto somaram 4,4 mil toneladas. O Brasil contribuiu com menos de 1% dos embarques. Os principais fornecedores para o mercado chinês naquele ano foram Austrália, Uruguai e Nova Zelândia.
No comunicado do embaixador brasileiro, são destacadas a elevação do padrão de vida da população chinesa e o rápido crescimento do consumo de carne bovina. “Dada a grande população e o limitado potencial de expansão da produção agropecuária neste país, espera-se para os próximos anos um grande crescimento das importações chinesas de carne”, informa o embaixador Clodoaldo Hugueney. As informações são de assessoria de imprensa.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Mercado
No Rio hoje, continuava o boi inteiro a R$ 5,80 x 3,40 . Alcatra e contra tinha supermercado querendo pagar 9,80 kg a prazo.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Informação
Boi inteiro tem oferta de R$ 5,80 x 3,40 x 3,40 . Alcatra e contra tem oferta a R$ 10,30 kg , mas sem vendas realizadas . Peito para industria procurado a R$ 4,50 kg . Costela foi vendido para charqueada a R$ 3,20 kg.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Mercado
Ontem foi vendido peito para industria no saco a R$ 4,50 kg , embora a maioria dos clientes que queriam esse produto estavam querendo pagar R$ 4,40 kg. Contra e alcatra tinha ontem oferta entre R$ 10,20/10,30 mas com poucas vendas.
Credores do Arantes aprovam plano de recuperação após mudança
A maioria dos credores do grupo Arantes aprovou, em assembleia realizada hoje em São José do Rio Preto (SP), o novo plano de recuperação judicial da empresa. Na quarta tentativa de acordo, 66% dos credores do frigorífico aprovaram o texto, que sofreu mudanças propostas pelos pecuaristas. O Arantes é um dos maiores frigoríficos do país.
No que diz respeito ao pagamento das instituições financeiras, que representam mais de 90% da dívida do Arantes, não houve alterações em relação ao texto original. Aprovado o plano, o próximo passo do Arantes será promover uma reestruturação e preparar uma nova emissão de títulos no valor de até R$ 65 milhões.
Uma das propostas do frigorífico apresentadas no plano condicionava o pagamento aos pecuaristas à venda de imóveis, o que levantou preocupações da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) devido à falta de liquidez do patrimônio do frigorífico e em razão das diversas disputas judiciais nas quais a empresa está inserida.
Hoje, durante a assembleia, o representante da entidade, Marcos Rosa, solicitou que o pagamento não estivesse diretamente ligado aos imóveis. O pedido foi atendido.
Para o representante da Acrimat, o resultado da assembleia de hoje pode ser considerado bom para os pecuaristas, especialmente quando comparado às demais propostas feitas a outros credores. "Alguns fornecedores vão receber em até quatro anos, sendo dois anos de carência", disse.
No que diz respeito ao pagamento das instituições financeiras, que representam mais de 90% da dívida do Arantes, não houve alterações em relação ao texto original. Aprovado o plano, o próximo passo do Arantes será promover uma reestruturação e preparar uma nova emissão de títulos no valor de até R$ 65 milhões.
Uma das propostas do frigorífico apresentadas no plano condicionava o pagamento aos pecuaristas à venda de imóveis, o que levantou preocupações da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) devido à falta de liquidez do patrimônio do frigorífico e em razão das diversas disputas judiciais nas quais a empresa está inserida.
Hoje, durante a assembleia, o representante da entidade, Marcos Rosa, solicitou que o pagamento não estivesse diretamente ligado aos imóveis. O pedido foi atendido.
Para o representante da Acrimat, o resultado da assembleia de hoje pode ser considerado bom para os pecuaristas, especialmente quando comparado às demais propostas feitas a outros credores. "Alguns fornecedores vão receber em até quatro anos, sendo dois anos de carência", disse.
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