Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Frigorífico de iranianos inicia os abates em Fernandópolis
O Frigorífico Boifrig, em Fernandópolis, que foi arrendado por um grupo de empresários iranianos, reiniciou ontem o abate de bois com escala diária de 200 animais. Segundo um dos sócios proprietários, Mohammad Ahmadi, quando o frigorífico estiver operando com capacidade máxima vai adquirir o equivalente a R$ 2 milhões em gado por dia. O Boifrig pretende atender o marcado interno e fazer abate pelo método halal para exportar carne bovina para o Irã.
Ahmadi afirmou que completou-se em janeiro um ano que a planta frigorífica foi arrendada. A unidade industrial pertence ao Grupo Mozaquatro, foi arrendada pelo frigorífico IFC, depois pelo Estrela Alimentos e em seguida para o Arantes Alimentos. Em janeiro de 2010, o grupo iraniano manifestou interesse e arrendou as instalações.
Desde então, os novos arrendatários das instalações fizeram os ajustes necessários e conseguiram as licenças e documentação para voltar a legalidade, inclusive a habilitação no Siscomex para operar no mercado internacional. “Agora, está tudo legal”, afirmou Ahmadi em um português ainda carregado de sotaque. Ele afirmou que a meta é abater entre 700 e 800 cabeças de gado por dia, destinando metade da produção para o mercado doméstico brasileiro e metade para a exportação, inicialmente para o Irã. “Temos de exportar 16 mil toneladas em sete meses.”
Para atender à demanda, Ahmadi afirmou que empresa vai ampliar o quadro de 250 para 600 empregados. O empresário disse que conta com um chefe de abate iraniano que vai orientar a execução do método halal, que segue orientação da religião muçulmana. Ahmadi explicou que o Irã aceita apenas a importação de carne de machos bovinos. Atualmente, o Boifrig conta com uma relação de 100 fornecedores de gado que pretende ampliar para atender as necessidades da unidade industrial.
Por conta de atrasos e falta de pagamento em ocasiões anteriores, os pecuaristas estão condicionando a venda dos animais ao pagamento à vista. O Sindicato Rural de Fernandópolis está orientando os pecuaristas da região a vender o gado somente com pagamento imediato. Segundo o presidente da entidade, Marcos Mazeti, os pecuaristas receberam a terceira parcela do Plano de Recuperação Judicial em janeiro e o pagamento do arrendamento teria contribuído com isso. Ele afirmou que existe uma expectativa positiva entre os criadores pelo fato de existir mais um frigorífico comprando gado na região.
De acordo com a Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal Halal), “halal” significa “lícito”, permitido ao consumo humano, legal. O princípio obedece a jurisprudência islâmica e é aplicado a vários tipos de alimentos. Por este método, o abate deve ser feito o mais rápido possível para que o animal tenha uma morte rápida. Dentre outros preceitos, o halal exige que o animal abatido tenha completo esgotamento do sangue.
Ahmadi afirmou que completou-se em janeiro um ano que a planta frigorífica foi arrendada. A unidade industrial pertence ao Grupo Mozaquatro, foi arrendada pelo frigorífico IFC, depois pelo Estrela Alimentos e em seguida para o Arantes Alimentos. Em janeiro de 2010, o grupo iraniano manifestou interesse e arrendou as instalações.
Desde então, os novos arrendatários das instalações fizeram os ajustes necessários e conseguiram as licenças e documentação para voltar a legalidade, inclusive a habilitação no Siscomex para operar no mercado internacional. “Agora, está tudo legal”, afirmou Ahmadi em um português ainda carregado de sotaque. Ele afirmou que a meta é abater entre 700 e 800 cabeças de gado por dia, destinando metade da produção para o mercado doméstico brasileiro e metade para a exportação, inicialmente para o Irã. “Temos de exportar 16 mil toneladas em sete meses.”
Para atender à demanda, Ahmadi afirmou que empresa vai ampliar o quadro de 250 para 600 empregados. O empresário disse que conta com um chefe de abate iraniano que vai orientar a execução do método halal, que segue orientação da religião muçulmana. Ahmadi explicou que o Irã aceita apenas a importação de carne de machos bovinos. Atualmente, o Boifrig conta com uma relação de 100 fornecedores de gado que pretende ampliar para atender as necessidades da unidade industrial.
Por conta de atrasos e falta de pagamento em ocasiões anteriores, os pecuaristas estão condicionando a venda dos animais ao pagamento à vista. O Sindicato Rural de Fernandópolis está orientando os pecuaristas da região a vender o gado somente com pagamento imediato. Segundo o presidente da entidade, Marcos Mazeti, os pecuaristas receberam a terceira parcela do Plano de Recuperação Judicial em janeiro e o pagamento do arrendamento teria contribuído com isso. Ele afirmou que existe uma expectativa positiva entre os criadores pelo fato de existir mais um frigorífico comprando gado na região.
De acordo com a Central Islâmica Brasileira de Alimentos Halal (Cibal Halal), “halal” significa “lícito”, permitido ao consumo humano, legal. O princípio obedece a jurisprudência islâmica e é aplicado a vários tipos de alimentos. Por este método, o abate deve ser feito o mais rápido possível para que o animal tenha uma morte rápida. Dentre outros preceitos, o halal exige que o animal abatido tenha completo esgotamento do sangue.
Da France Presse imprimir Uma vacina terapêutica contra o vírus da Aids, desenvolvida por cientistas do Hospital Clínic de Barcelona permitiu, pela primeira vez, "uma redução significativa da carga viral" no organismo, embora o resultado ainda seja "insuficiente". Cientistas do HIVACAT, programa público-privado catalão que desenvolve vacinas terapêuticas e preventivas contra o HIV, apresentaram nesta terça-feira (1) os resultados de uma terapia celular que provocou "uma queda significativa na carga viral na maioria dos pacientes", explicou o hospital em comunicado. saiba mais Cientistas identificam proteína capaz de destruir HIV em macacos Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa Casos de Aids entre jovens devem aumentar, diz Ministério da Saúde "Esta redução foi muito importante para alguns deles, mas em nenhum caso se conseguiu que o vírus fosse indetectável", razão pela qual "a queda na carga viral continua sendo insuficiente". No entanto, "trata-se de uma melhora muito importante com relação a iniciativas anteriores, que conseguiram, com uma vacina muito similar, uma resposta modesta em 30% dos pacientes tratados", explicaram. "Nenhuma vacina terapêutica conseguiu até agora os níveis de resposta alcançados neste estudo." Mas por serem insuficientes, as pesquisas continuam. O objetivo é encontrar uma vacina que permita "minimizar a necessidade de tratamento antirretroviral", já que ele é "crônico" e "seu consumo diário é incômodo" e caro. Por isso, atualmente afirmam estar estudando se a administração conjunta da vacina e o tratamento antirretroviral permite melhorar os resultados. A vacina apresentada esta terça-feira permitirá ao paciente deixar de tomar o medicamento antirretroviral durante um ano, enquanto a anterior tinha validade de três meses. Cerca de 33,3 milhões de pessoas viviam com o vírus HIV em 2009 e 1,8 milhão de pessoas morreram por causas relacionadas ao HIV no mesmo ano, segundo números da ONU, menores em relação ao ano anterior. Atualmente, não existe nem vacina preventiva, nem para cura da Aids.
Dourados News
Seis grandes frigoríficos de Mato Grosso do Sul, que estão fechados há mais de ano por motivos variados, poderiam reabrir agora que a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) reconheceu a ZAV (Zona de Alta Vigilância) de Mato Grosso do Sul como livre de febre aftosa com vacinação, derrubando o bloqueio para venda de carne produzida nos 13 municípios que compõem a zona, onde o rebanho é de quase 1 milhão de cabeças.
“A abertura desses frigoríficos além de aquecer a economia do Estado com o mercado de exportação de carne, poderia gerar mais de 7 mil empregos em Mato Grosso do Sul”, afirma Rinaldo de Souza Salomão, presidente do Stiaac/CG (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região), que pede o empenho do governo e da justiça para que essas indústrias sejam reabertas. “Temos recebido muita pressão de trabalhadores para brigar pela reabertura dessas indústrias”, explicou.
No caso do frigorífico Independência, fechado por problemas financeiros com fornecedores e pecuaristas do Estado, Rinaldo Salomão disse que a empresa poderia arrendar para outros grupos comercializarem a carne no Estado. “Esses equipamentos estão parados, enferrujando e poderiam estar em funcionamento gerando emprego e renda”, ressaltou o sindicalista.
Segundo ele, os seis grandes frigoríficos fechados estão localizados em Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Corumbá, Aquidauana, Nova Andradina e Itaporã. “O Governo do Estado poderia intervir para que essas indústrias voltassem a produzir, abastecendo o mercado internacional que está ávido por alimentos. Nós precisamos desses 7 mil novos empregos no mercado”, insiste o sindicalista.
Em 2001, Mato Grosso do Sul havia alcançado o status de livre de febre aftosa com vacinação pela OIE. Com o surgimento de um foco da doença, em 2005, o organismo internacional decidiu suspender esse reconhecimento. Em 2008, parte do Estado retornou à condição de área livre com vacinação, exceto a ZAV, implantada na época.
Após ações intensivas na região, em agosto de 2010, o Ministério da Agricultura encaminhou o pedido do restituição do status. A ZAV é composta por 13 municípios: Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Japorã, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porá, Porto Murtinho e Sete Quedas. Essas cidades fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia.
Seis grandes frigoríficos de Mato Grosso do Sul, que estão fechados há mais de ano por motivos variados, poderiam reabrir agora que a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) reconheceu a ZAV (Zona de Alta Vigilância) de Mato Grosso do Sul como livre de febre aftosa com vacinação, derrubando o bloqueio para venda de carne produzida nos 13 municípios que compõem a zona, onde o rebanho é de quase 1 milhão de cabeças.
“A abertura desses frigoríficos além de aquecer a economia do Estado com o mercado de exportação de carne, poderia gerar mais de 7 mil empregos em Mato Grosso do Sul”, afirma Rinaldo de Souza Salomão, presidente do Stiaac/CG (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região), que pede o empenho do governo e da justiça para que essas indústrias sejam reabertas. “Temos recebido muita pressão de trabalhadores para brigar pela reabertura dessas indústrias”, explicou.
No caso do frigorífico Independência, fechado por problemas financeiros com fornecedores e pecuaristas do Estado, Rinaldo Salomão disse que a empresa poderia arrendar para outros grupos comercializarem a carne no Estado. “Esses equipamentos estão parados, enferrujando e poderiam estar em funcionamento gerando emprego e renda”, ressaltou o sindicalista.
Segundo ele, os seis grandes frigoríficos fechados estão localizados em Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Corumbá, Aquidauana, Nova Andradina e Itaporã. “O Governo do Estado poderia intervir para que essas indústrias voltassem a produzir, abastecendo o mercado internacional que está ávido por alimentos. Nós precisamos desses 7 mil novos empregos no mercado”, insiste o sindicalista.
Em 2001, Mato Grosso do Sul havia alcançado o status de livre de febre aftosa com vacinação pela OIE. Com o surgimento de um foco da doença, em 2005, o organismo internacional decidiu suspender esse reconhecimento. Em 2008, parte do Estado retornou à condição de área livre com vacinação, exceto a ZAV, implantada na época.
Após ações intensivas na região, em agosto de 2010, o Ministério da Agricultura encaminhou o pedido do restituição do status. A ZAV é composta por 13 municípios: Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Japorã, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porá, Porto Murtinho e Sete Quedas. Essas cidades fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Carne de frango mantém o 4º lugar na pauta exportadora
Campinas, 3 de Fevereiro de 2011 - Com o bom resultado alcançado em janeiro – em relação ao mesmo mês do ano passado, aumento de 51% na receita cambial – a carne de frango manteve o mesmo quarto posto da pauta exportadora. Foi, também, o segundo produto da pauta de básicos.
Mas não só isso: a receita cambial obtida correspondeu a 3,3% de todas as exportações brasileiras e aumentou 12,5% em relação ao primeiro mês de 2010.
Mas não só isso: a receita cambial obtida correspondeu a 3,3% de todas as exportações brasileiras e aumentou 12,5% em relação ao primeiro mês de 2010.
Arroba tem tendência de alta no mercado estadual
Autor: A Gazeta
O preço da arroba do boi gordo deve subir no segundo trimestre deste ano em Mato Grosso. Ainda não há uma estimativa de quanto será a majoração, resultado do longo período de estiagem no ano passado, associado à proliferação de pragas nas pastagens, o que prejudicará a oferta de pasto para os animais entre os meses de maio e agosto.
"Sem estoque de pasto, pode faltar boi gordo no mercado", explica o diretor de Relações da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rogério Romanini. Segundo ele, com a demanda aquecida pela carne, os preços devem apresentar alta. "Este problema tem sido relatado por produtores de todas as regiões de Mato Grosso". Além disso, ele diz que a alternativa do pecuarista é investir em rações e outros tipos de alimentos para o gado.
De acordo com Romanini, atualmente o preço da arroba do boi disponível no mercado é de R$ 93 em Mato Grosso. A cotação para vaca chega a R$ 83/arroba. Ele ressalta que a escala para abate está em 10 dias. Conforme o representante da Famato, o Estado tem abatido mais fêmeas. "O boi demora mais para engordar em relação a fêmea", explica. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam que em 2010 foram abatidos 2,852 milhões de animais, ante a 2,684 milhões registrado em 2009.
O preço da arroba do boi gordo deve subir no segundo trimestre deste ano em Mato Grosso. Ainda não há uma estimativa de quanto será a majoração, resultado do longo período de estiagem no ano passado, associado à proliferação de pragas nas pastagens, o que prejudicará a oferta de pasto para os animais entre os meses de maio e agosto.
"Sem estoque de pasto, pode faltar boi gordo no mercado", explica o diretor de Relações da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Rogério Romanini. Segundo ele, com a demanda aquecida pela carne, os preços devem apresentar alta. "Este problema tem sido relatado por produtores de todas as regiões de Mato Grosso". Além disso, ele diz que a alternativa do pecuarista é investir em rações e outros tipos de alimentos para o gado.
De acordo com Romanini, atualmente o preço da arroba do boi disponível no mercado é de R$ 93 em Mato Grosso. A cotação para vaca chega a R$ 83/arroba. Ele ressalta que a escala para abate está em 10 dias. Conforme o representante da Famato, o Estado tem abatido mais fêmeas. "O boi demora mais para engordar em relação a fêmea", explica. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) apontam que em 2010 foram abatidos 2,852 milhões de animais, ante a 2,684 milhões registrado em 2009.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mercado Rio Confuso
Tem ofertas de boi com osso inteiro a tudo quanto é preço:
Traseiro puro de 7,20 A 7,50 e boi 1 x 1 de ......7,30X4,60 a 7,60X4,70
Traseiro puro de 7,20 A 7,50 e boi 1 x 1 de ......7,30X4,60 a 7,60X4,70
Embarques de carne têm crescimento de 6%
Esse incremento no volume de exportação é um reflexo da expansão da demanda do mercado externo, que vem aceitando níveis de preço cada vez mais elevados.
MARCONDES MACIEL
Da Reportagem
Confirmando o bom momento vivido pela pecuária, os embarques mato-grossenses de carne no mês de dezembro de 2010 registraram incremento de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior, obtendo assim um acumulado de aproximadamente 19 mil toneladas de equivalente carcaça. A tendência é de que, neste primeiro trimestre, os embarques continuem aumentando, por conta da crescente demanda internacional.
Na avaliação do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), esse incremento no volume de exportação é um reflexo da expansão da demanda do mercado externo, que vem aceitando níveis de preço cada vez mais elevados. Os principais beneficiados são os pecuaristas, que estão comemorando o avanço dos preços nas últimas safras. A semana passada, por exemplo, encerrou com o preço médio da arroba do boi gordo cotado a R$ 91,41, variação de R$ 0,56/arroba em relação ao período da semana anterior.
No último trimestre de 2010, dentre os principais destinos de exportação do Estado, a China registrou aumento de 67% (7,50 mil toneladas de equivalente carcaça) no número de embarques ocorridos em dezembro, em comparação ao mês de novembro. Em seguida veio a União Européia, que obteve um incremento de 4% (2,03 mil toneladas) de equivalente carcaça em sua importação.
Apesar desse aumento no volume nesses dois destinos, a maior quantidade de carne exportada ainda é direcionada para o Oriente Médio e a Rússia, que juntos somam 46% do volume total das exportações de carne mato-grossense.
VALORIZAÇÃO
A valorização no preço pago pela arroba do boi gordo, ocasionada pela oferta restrita de animais durante o ano de 2010, está entre os fatores que influenciaram na escalada dos preços dos produtos do varejo. Em dezembro de 2010, na comparação com o mesmo período de 2009, o preço médio da carne obteve valorização de 28,23%, em detrimento da alta nos cortes mais nobres. As principais variações ocorreram com a picanha (alta de 109,20%), seguida pelo filé mignon (71,98%) e pela costela, com 61%.
Os cortes dianteiros considerados de “segunda” foram os que tiveram os menores aumentos, como o acém, com incremento de apenas 3,56%, em relação a dezembro de 2009. Mesmo com esta evolução no patamar do preço, o mercado interno no ano passado manteve a sua participação em cerca de 80% do destino da produção mato-grossense, demonstrando um aumento no poder de compra da população.
ABATES
De acordo com o Indea (Instituto de Defesa Agropecuária), o abate total em 2010 foi de 4,33 milhões de cabeças, registrando um incremento de 3,6% em relação a 2009. No comparativo com 2008, o crescimento foi de 5,11%.
Segundo o Imea, os grandes responsáveis por esse aumento no abate total foram os machos, que fecharam o ano com o número de 2,85 milhões de cabeças, apresentando crescimento de 5,8% na relação ao ano anterior. Já pelo lado das fêmeas, o abate foi de 1,48 milhões cabeças, tendo uma ligeira queda de 0,4%.
Devido a este resultado, as fêmeas representaram 34% do total abatido no Estado, obtendo a menor representatividade da série histórica do Imea, que teve início em 2003. Outro fato que chamou atenção nos dados analisados foi o crescimento dos abates de machos mais jovens. Neste sentido, os machos com idade entre zero e 24 meses registraram alta de 76%, totalizando 119 mil cabeças e o incremento visto nos machos com idade entre 24 e 36 meses foi de 18%. “Diante deste movimento, pode-se concluir que os animais, a cada ano que passa, vêm sendo abatidos mais cedo, devido aos novos sistemas de produção que combinam o melhoramento genético com a aceleração no ganho de peso dos animais”, aponta boletim do Imea.
Da Reportagem
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| De acordo com o Indea, o abate total em 2010 foi de 4,33 milhões de cabeças, registrando um incremento de 3,6% em relação a 2009 |
Na avaliação do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), esse incremento no volume de exportação é um reflexo da expansão da demanda do mercado externo, que vem aceitando níveis de preço cada vez mais elevados. Os principais beneficiados são os pecuaristas, que estão comemorando o avanço dos preços nas últimas safras. A semana passada, por exemplo, encerrou com o preço médio da arroba do boi gordo cotado a R$ 91,41, variação de R$ 0,56/arroba em relação ao período da semana anterior.
No último trimestre de 2010, dentre os principais destinos de exportação do Estado, a China registrou aumento de 67% (7,50 mil toneladas de equivalente carcaça) no número de embarques ocorridos em dezembro, em comparação ao mês de novembro. Em seguida veio a União Européia, que obteve um incremento de 4% (2,03 mil toneladas) de equivalente carcaça em sua importação.
Apesar desse aumento no volume nesses dois destinos, a maior quantidade de carne exportada ainda é direcionada para o Oriente Médio e a Rússia, que juntos somam 46% do volume total das exportações de carne mato-grossense.
VALORIZAÇÃO
A valorização no preço pago pela arroba do boi gordo, ocasionada pela oferta restrita de animais durante o ano de 2010, está entre os fatores que influenciaram na escalada dos preços dos produtos do varejo. Em dezembro de 2010, na comparação com o mesmo período de 2009, o preço médio da carne obteve valorização de 28,23%, em detrimento da alta nos cortes mais nobres. As principais variações ocorreram com a picanha (alta de 109,20%), seguida pelo filé mignon (71,98%) e pela costela, com 61%.
Os cortes dianteiros considerados de “segunda” foram os que tiveram os menores aumentos, como o acém, com incremento de apenas 3,56%, em relação a dezembro de 2009. Mesmo com esta evolução no patamar do preço, o mercado interno no ano passado manteve a sua participação em cerca de 80% do destino da produção mato-grossense, demonstrando um aumento no poder de compra da população.
ABATES
De acordo com o Indea (Instituto de Defesa Agropecuária), o abate total em 2010 foi de 4,33 milhões de cabeças, registrando um incremento de 3,6% em relação a 2009. No comparativo com 2008, o crescimento foi de 5,11%.
Segundo o Imea, os grandes responsáveis por esse aumento no abate total foram os machos, que fecharam o ano com o número de 2,85 milhões de cabeças, apresentando crescimento de 5,8% na relação ao ano anterior. Já pelo lado das fêmeas, o abate foi de 1,48 milhões cabeças, tendo uma ligeira queda de 0,4%.
Devido a este resultado, as fêmeas representaram 34% do total abatido no Estado, obtendo a menor representatividade da série histórica do Imea, que teve início em 2003. Outro fato que chamou atenção nos dados analisados foi o crescimento dos abates de machos mais jovens. Neste sentido, os machos com idade entre zero e 24 meses registraram alta de 76%, totalizando 119 mil cabeças e o incremento visto nos machos com idade entre 24 e 36 meses foi de 18%. “Diante deste movimento, pode-se concluir que os animais, a cada ano que passa, vêm sendo abatidos mais cedo, devido aos novos sistemas de produção que combinam o melhoramento genético com a aceleração no ganho de peso dos animais”, aponta boletim do Imea.
Boi: oferta enxuta de animais faz negócios a R$ 101,00/@ aumentar
Autor: Scot Consultoria
A oferta enxuta de animais terminados em São Paulo fez o volume de negócios com o boi gordo a R$101,00/@, à vista, livre do imposto, aumentar. Ainda são negociados animais por R$100,00/@, nas mesmas condições, mas em menor volume.
Ofertas de compra abaixo destes valores também são freqüentes, mas nestas situações as escalas são preenchidas, de fato, por animais de outros estados, principalmente do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.
Aliás, a necessidade de compra dos frigoríficos de São Paulo aumentou a concorrência pelos animais do Mato Grosso do Sul e os preços subiram nos últimos dias. A referência para o boi gordo é R$95,00/@, à vista, livre do funrural, mas foram registrados negócios em R$1,00/@ a mais.
Em Goiânia-GO os negócios acontecem entre R$93,00/@ e R$94,00/@, à vista, livre do funrural, dependendo da necessidade do frigorífico.
Já no Norte de Minas Gerais, Norte do Mato Grosso, Marabá-PA, Paragominas-PA, Espírito Santo e Rio de Janeiro os preços caíram.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis.
A oferta enxuta de animais terminados em São Paulo fez o volume de negócios com o boi gordo a R$101,00/@, à vista, livre do imposto, aumentar. Ainda são negociados animais por R$100,00/@, nas mesmas condições, mas em menor volume.
Ofertas de compra abaixo destes valores também são freqüentes, mas nestas situações as escalas são preenchidas, de fato, por animais de outros estados, principalmente do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.
Aliás, a necessidade de compra dos frigoríficos de São Paulo aumentou a concorrência pelos animais do Mato Grosso do Sul e os preços subiram nos últimos dias. A referência para o boi gordo é R$95,00/@, à vista, livre do funrural, mas foram registrados negócios em R$1,00/@ a mais.
Em Goiânia-GO os negócios acontecem entre R$93,00/@ e R$94,00/@, à vista, livre do funrural, dependendo da necessidade do frigorífico.
Já no Norte de Minas Gerais, Norte do Mato Grosso, Marabá-PA, Paragominas-PA, Espírito Santo e Rio de Janeiro os preços caíram.
No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis.
Wesley Batista substitui irmão no comando do JBS
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Wesley Batista, o irmão do meio do clã que comanda o grupo JBS, assumiu ontem a presidência executiva do maior frigorífico do mundo. Ele está de volta ao Brasil após uma temporada nos Estados Unidos, quando tocou, entre outros negócios, a integração da Pilgrim?s Pride, adquirida em setembro de 2009.Joesley Batista, o caçula dos três irmãos de Goiás, deixa o cargo de CEO (diretor-executivo), mas permanece na presidência do conselho de administração, cuidando das decisões estratégicas. A mudança não surpreendeu o mercado, porque mantém a administração familiar. Também não é a primeira vez que os irmãos trocam de posição na empresa.
?Terminamos a consolidação das aquisições que fizemos nos Estados Unidos, Brasil e Austrália. O próximo grande desafio é integrar as operações de todos os países. Nada mais natural que o Wesley, que já toca 70% do negócio, assumisse como CEO?, disse Joesley Batista.
Joesley ficou cinco anos no comando da companhia fundada por seu pai, José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, em Anápolis (GO), há 58 anos. Na sua gestão, a empresa partiu para um agressivo processo de internacionalização via aquisições, como as das americanas Swift e Pilgrim?s Pride e a da brasileira Bertin. As informações são do jornal
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