sexta-feira, 19 de agosto de 2011

BOI COM OSSO


BOI INTEIRO  COM OSSO VENDIDO HOJE  NO RIO A R$ 7,20 TRASEIRO POR R$ 4,60 KG O DIANTEIRO E R$ 4,60 KG NA PA . O DIANTEIRO DEU UMA FIRMADA NO FIM DE SEMANA NO BOIA CASADO, POIS ISOLADAMENTE FOI VENCIDO ATÉ A R$ 4,40 KG.

Suínos: preço da carne recua

Autor: Cepea

No balanço desta primeira quinzena de agosto, os preços da carne suína caíram no atacado da Grande São Paulo, conforme levantamentos do Cepea. Entre 29 de julho e 18 de agosto, a carcaça comum desvalorizou 8,7%, passando para R$ 3,90/kg nessa quinta-feira, e a carcaça especial suína recuou 4,9%, fechando a R$ 4,27/kg. Quanto às carnes concorrentes, no mesmo período, o preço médio do frango resfriado subiu mais de 12%, ao passo que o da carcaça bovina caiu 5,2% - dados do Cepea. 

De olho na BRF


O frigorífico Minerva tem interesse em adquirir ativos da Brasil Foods, segundo informou uma fonte próxima à companhia, à Agência Leia. "A lista de ativos da Brasil Foods inclui alguns ativos que o Minerva tem interesse, principalmente na distribuição", disse, explicando que o frigorífico pretende expandir a distribuição no mercado interno.
   
Por enquanto, porém, o Minerva não apresentou proposta para a Brasil Foods, mas é possível que, se algum dos ativos tiver uma importância estratégica para a companhia, uma negociação entre as empresas seja iniciada.
   
Na semana passada, o presidente da BRF, José Antonio Fay, evitou detalhar quais interessados já tinham entrado em contato com a companhia, que contratou o BTG Pactual para fazer o processo de negociação de seus ativos, exigência feita pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) como contrapartida para aprovar a fusão entre Sadia e Perdigão e que formou a BRF.
   
O Minerva, no entanto, está abrindo espaço em seu balanço financeiro para estar preparada para qualquer possível oportunidade. Segundo a fonte, o frigorífico tem uma vantagem competitiva frente os outros concorrentes do setor porque é o único que ainda não fez grandes movimentos de aquisições e, portanto, tem uma situação de caixa e dívida bastante saudável na comparação com os outros players. Além disso, a empresa está trabalhando para o rebalanceamento de sua dívida e a diminuição da utilização de hedge.
 
"Os concorrentes já fizeram muitas aquisições e estão com dificuldades de digerir o que compraram. Além disso, os números de alavancagem têm mostrado uma tendência de alta, e o BNDES já está no topo da participação acionária permitida nessas empresas. Com isso, fica mais difícil fazer novas aquisições", ressaltou a fonte.
   
Em maio, por outro lado, o Minerva fez uma captação de R$ 200 milhões por meio da emissão de debêntures. O recurso será utilizado, entre outros pontos, na liquidação da dívida de aquisição do frigorífico uruguaio Pul, comprado em janeiro, e no pagamento de parte de uma cédula parcial de crédito ao Banco do Brasil.
   
O perfil de endividamento da companhia é confortável, já que o Minerva encerrou o segundo trimestre com uma dívida total de R$ 1,906 bilhão, em que 78,9%, está no longo prazo. A dívida líquida soma R$ 1,258 bilhão e a relação dívida líquida e Ebitda está em 3,99x. A companhia terminou o segundo trimestre com R$ 613,6 milhões em caixa, o que segundo a empresa é, portanto, suficiente para saldar os compromissos até o final de 2012.
   
"Não há nenhuma pressão de caixa para compromissos de curto prazo. O Minerva está acelerando a desalavancagem para fazer frente às oportunidades que surgirem", informou a fonte à Agência Leia. Segundo ele, a companhia tem interesse, também, em adquirir novas plantas de produção para ampliar a diversificação geográfica e mitigar o risco sanitário. "Se há um foco de [febre] aftosa, dificilmente o Brasil inteiro é afetado, por isso, quanto mais diversificada geograficamente a companhia estiver, melhor", disse.
   
Sobre o recente embargo Russo à carne brasileira ter atingido a planta da companhia em Goianésia, Goiás, a fonte explica que não há impacto significativo sobre o volume de exportações e a receita da companhia. "A planta é uma das menores e a empresa pode redirecionar [a produção] para outras [unidades]", diz, informando que a capacidade de abate da unidade é de apenas 500 cabeças por dia. Por outro lado, empresa tem uma planta em Palmeiras de Goiás, com capacidade de abate de 2.000 cabeças por dia, o que é suficiente para absorver a demanda da planta de Goianésia.
Agência Leia

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Mercado Rio

Alcatra e contra filet estão sendo ofertados a R$ 12,00 kg a prazo e quanto ao dianteiro sem osso os compradores estão afirmando que só a R$ 5,80 kg  terão chances de comprar alguma coisa.

Polícia apreende 10 toneladas de carne estragada

O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante, sem direito à fiança

Uma operação da 2ª Delegacia de Saúde Pública resultou na apreensão de 10 toneladas de carne em um entreposto comercial na estrada de Itapecerica da Serra, nº 173, região de Embu.
O proprietário do estabelecimento que comprava e distribuía carnes, um homem de 33 anos, foi preso em flagrante, sem direito a fiança.
O caso foi encaminhado à 2ª Delegacia de Saúde Pública, no DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), e registrado pelo delegado responsável, Paulo Pereira.


Carne de abatedouro clandestino era transportada junto com pneus em MT


Vigilância Sanitária encontrou carne sem mínimas condições de higiene.
Este é o quinto abatedouro clandestino de animais fechado este ano em MT.

Do G1 MT
Fscais flagraram pedaços de carne espalhados sem higienização e nem embalagens. (Foto: Assessoria/Sema-MT)Fiscais flagraram pedaços de carne espalhados sem
higiene e nem embalagens. (Foto: Sema-MT)
Um abatedouro clandestino de animais no município de Carlinda, a 724 quilômetros de Cuiabá, foi interditado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). No local, os agentes da Vigilância Sanitária encontraram carne armazenada sem qualquer tipo de resfriamento e sem as mínimas condições de higiene. A fiscalização aconteceu na semana passada, mas o resultado da operação só foi divulgado agora pela Sema.
Na carroceria de um caminhão do frigorífico, os fiscais flagraram pedaços de carne espalhados sem higienização e nem embalagens, diretamente jogados em cima de pneus velhos.
O proprietário do empreendimento foi multado em R$ 40 mil. Segundo a Sema, a primeira autuação, no valor de R$ 30 mil, seria por fazer funcionar um estabelecimento potencialmente poluidor, sem licença ambiental, e a segunda, no valor de R$ 10 mil, pelo lançamento dos poluentes decorrentes do abate dos animais no curso d’água, sem qualquer tratamento.
Conforme a Sema, a operação que resultou no fechamento do abatedouro clandestino teve origem em uma denúncia anônima.
Perigo
De acordo com a Sema, este foi o quinto abatedouro clandestino fechado este ano pela Unidade Desconcentrada de Alta Floresta, sendo que três deles foram no município de Paranaíta, a 849 quilômetros da capital, e outro em Nova Canaã do Norte, a 696 quilômetros de Cuiabá.

Rússia amplia embargo às carnes

A Rússia embargou mais três estabelecimentos exportadores brasileiros, dois de carne de frango e um de carne bovina, por ter detectado bactérias nos alimentos, e ameaçou incluir outros três na lista de restrições temporárias. Essa decisão amplia ainda mais o atrito entre o governo brasileiro e Moscou, que começou com o embargo russo a 85 unidades exportadoras de carne do Brasil em junho.
As novas unidades afetadas são a Libra Terminais S.A., em Cubatão (SP), a Diplomata S/A , de Xaxim (SC) e Frigoestrela S.A., em Estrela d'Oeste (SP). Segundo comunicado do Rosselkhoznadzor, a autoridade sanitária russa, os exames mostraram a presença de parasitas e bactérias de diferentes tipos em carnes exportadas.


As outras três plantas que podem entrar na lista de embargo, no caso de mais violações dos requisitos veterinário-sanitários, são a unidade da Marfrig em Promissão (SP), a da Barra Mansa Comércio de Carne e Derivados em Sertãozinho (SP) e a do Mataboi Alimentos, em Santa Fé de Goiás (GO)
A autoridade veterinária russa disse em carta enviada ao Ministério da Agricultura, "que considera necessário prorrogar a aplicação do regime de monitoramento laboratorial intensivo dos produtos de origem animal exportados do Brasil para a Rússia". O ministério já havia se manifestado anteriormente dizendo que estava trabalhando para derrubar o embargo e facilitar a entrada das carnes brasileiras no mercado russo.
Segundo os russos, "a contaminação microbiológica detectada durante o monitoramento dos produtos alimentícios produzidos no Brasil é uma violação das normas e exigências veterinárias e sanitárias da Aliança Alfandegária e da Rússia".
Moscou havia dito, na semana passada, que o nível de controle veterinário brasileiro tem diminuído, em meio a uma negociação para acabar com o embargo imposto em junho.
O problema do aumento das plantas embargadas se soma ao fechamento quase total mercado nacional de carne suína para a Rússia. "O embargo iria sair, depois não sai, depois ia sair, depois não saiu. Ninguém sabe o que acontece. O Ministério da Agricultura diz que respondeu tudo e os russos dizem que não", disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. "A coisa vai ficar feia para o produtor se esse embargo não cair".
Camargo afirmou que o governo precisa dar prioridade para o assunto. "Se o embargo não tem motivo, então o governo brasileiro precisa obrigar os russos a respeitar o acordo. Se tem motivo, ele precisa resolver o problema", disse Camargo Neto.
O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Luiz Carlos de Oliveira, informou que não iria se manifestar sobre o assunto. "Eles (russos) nunca enviam os relatórios e preferimos não nos declarar sobre o assunto", disse.
Na semana passada, o governo russo, mesmo sem encerrar o embargo imposto às carnes brasileiras em junho, havia aceitado um pedido do Ministério da Agricultura para adiar a aplicação de medidas de restrição temporária a um grupo de 37 unidades frigoríficas do país a pedido do próprio governo brasileiro.
A delegação do Ministério da Agricultura brasileiro que esteve em Moscou em 6 de julho tentou colocar fim ao embargo de 85 unidades de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Em troca, ofereceu a lista de 37 plantas que poderiam ser consideradas com restrição temporária. Parte delas não exportava há mais de um ano e outra parcela havia pedido, segundo membros da delegação, a desabilitação de forma voluntária.
O Rosselkhoznadzor encerrou a nota dizendo que deverá ser informado a respeito dos resultados da investigação do governo brasileiro e a respeito das medidas adotadas. "No desenrolar da auditoria, o serviço veterinário do Brasil para provar que seu sistema de controlos oficiais é equivalente a sistemas similares da União Aduaneira".
Valor Econômico

JBS com problemas


Mais uma vez os Estados Unidos rejeitaram e devolverem um carregamento de carne bovina processada de uma unidade do frigorífico JBS. A carga, proveniente de fábrica da JBS em Barretos (SP), foi barrada após as autoridades sanitárias americanas terem detectado níveis acima do permitido do vermífugo ivermectina (produto veterinário usado no combate a verminoses).
A JBS afirmou, por meio de sua assessoria, que a devolução do contêiner de carne enlatada é um caso isolado e que tem adotado todas as recomendações do acordo entre Brasil e EUA. A empresa disse ainda que as exportações para os Estados Unidas estão mantidas e que novos carregamentos estão sendo enviados para o país.
No ano passado, os EUA já haviam feito recall de carne processada da unidade da JBS em Lins (SP), pela mesma razão que o fizeram agora. A atitude do governo americano levou o Ministério da Agricultura a suspender temporariamente as vendas do produto aos EUA. O governo e as companhias foram obrigados a adotar uma nova forma de avaliação do nível do vermífugo, em escala menor do que o usado anteriormente, como exigido pelos americanos.
O presidente da Abiec (Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes), Antonio Camardelli, considerou o caso "um fato isolado" e não vê risco de uma suspensão das exportações brasileiras. "É o primeiro caso deste ano e não será o último. É um problema de governo, pois o Ministério da Agricultura aprova a utilização de vermífugos e várias licenças precisam ser revistas", diz. Para resolver o problema, a Abiec defende diminuir a quantidade de licenças de vermífugos liberadas. "Vamos pedir que sejam revistas todas as licenças e que os de longa ação sejam suspensos do mercado".
Na maioria dos Estados do país, a fiscalização das farmácias veterinárias ocorre por convênio entre o Ministério da Agricultura e as secretarias municipais. "Às vezes os Estados não recebem recursos e acabam não fiscalizando as farmácias veterinárias", disse.
Segundo ele, os produtos enlatados passam por três checagens no Brasil. Uma com o boi vivo, outra com a matéria-prima e a última com o alimento pronto. "O produto acabou passando, pois os exames são feitos por amostragem. Como não são examinados 100% das latas nem 100% dos bois, o problema não foi detectado".
Valor Econômico

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mercado

No Rio  há oferta de alcatra e contra a R$ 12,30 kg de frigorifico  médio e ainda , o ndianteiro sem osso os compradores falando em pagar nos 03 cortes R$ 5,80 kg. 

Embarques de carnes em baixa

Autor: Suinocultura Industrial

De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de carnes na segunda semana de agosto (7 a 13, cinco dias úteis) atingiu a média diária de US$53,302 milhões, redução de 11,5% em relação a primeira semana, que atingiu média de US$60,235 milhões.

Já a média dos primeiros dez dias úteis de agosto alcançou média diária de US$56,769 milhões, 0,5% a menos em relação a julho de 2011. Na comparação com agosto do ano passado, os embarques cresceram 1,5%.