| Vaca a Vista | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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| Boi a Vista | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Boi gordo: Oferta reduzida e preços valorizados Estado afora
Arroba encerra mais uma semana em alta com reportes de até R$ 85 pela arroba
MARCONDES MACIEL
O forte período de seca que assola o Estado nos últimos meses reduziu a oferta de boi gordo e acelerou os preços da arroba para o pecuarista, que nunca estiveram tão valorizados como agora. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a arroba encerrou a semana com preço médio de R$ 83,10 à vista, incremento de 1,12% em relação à semana anterior (R$ 82,18). Há informações, contudo, de que o boi gordo estaria sendo negociado por até R$ 85 nesta semana. A vaca gorda também teve seu preço valorizado nas últimas semanas devido à escassez de oferta e chegou a ser negociada a R$ 76,74/arroba, aumento de R$ 1,08/arroba em relação à semana anterior.
Na avaliação do vice-presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), José João Bernardes, os preços pagos atualmente ao produtor mato-grossense estão sendo remuneradores e permitem uma margem de lucro mesmo com os gastos extras com a aquisição de ração para o suprimento dos animais neste período de escassez de pastagens. Na semana passada, o melhor preço registrado foi de R$ 86/arroba, na região de Sorriso (420 quilômetros ao norte de Cuiabá).
No acumulado de janeiro a julho de 2010, a arroba do boi gordo obteve alta de 15,16%, sendo comercializada, no mês passado, a R$ 76,58/arroba, no pagamento à vista. Essa melhora nos preços da arroba do boi gordo acarretou um aumento no preço pago pelo gado de reposição. Neste contexto, o bezerro de desmama (5,50 arrobas) registrou no acumulado deste ano uma valorização de 11,01%, sendo comercializado no mês de agosto a R$ 601,58/cabeça.
Na avaliação dos analistas, o aquecimento nos preços da cadeia de gado de corte se intensificou devido ao clima seco que predomina na maior parte das regiões produtoras de Mato Grosso. Os preços do bezerro também seguem firme, sendo comercializado por até R$ 720/cabeça na maioria das regiões.
ABATES - Levantamento do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) mostra que devido à redução dos estoques na época da entressafra, os abates no mês de agosto ficaram em 358,01 mil cabeças, queda de 3,73% em relação a julho. O volume abatido de machos registrou ligeira queda de 0,8%, fechando o mês em 255,97 mil cabeças. Os abates das fêmeas registraram os menores volumes do ano, com 102,03 mil cabeças.
Entretanto, segundo análise do Imea, no acumulado do ano o abate total segue com incremento de 8,73% na comparação com o mesmo período de 2009, acumulando 2,98 milhões de cabeças. “Depois de dois anos atípicos, por conta de uma crise de demanda e crédito, neste ano parece que vamos ter dois períodos bem determinados de safra e entressafra”, apontam analistas, lembrando que o aumento nos preços pagos pela arroba, as escalas mais apertadas e um abate menor são sinais da “natural movimentação do mercado nesta época do ano”.
Quando analisados apenas os dados relacionados ao abate de fêmeas, nota-se que a sua proporção no abate total vem registrando queda desde março. Neste ano – acumulado de janeiro a agosto – foram abatidos 1,04 milhão de cabeças, representando 35% dos abates totais. No mês passado, essa representatividade atingiu 29%, porcentagem mensal que não era vista desde outubro do ano passado.
Os fatores que podem justificar a queda no volume do abate é o bom momento do preço do bezerro e a falta de pasto na maioria das regiões do Estado, situação que impossibilita a engorda desses animais em algumas propriedades.
MARCONDES MACIEL
O forte período de seca que assola o Estado nos últimos meses reduziu a oferta de boi gordo e acelerou os preços da arroba para o pecuarista, que nunca estiveram tão valorizados como agora. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a arroba encerrou a semana com preço médio de R$ 83,10 à vista, incremento de 1,12% em relação à semana anterior (R$ 82,18). Há informações, contudo, de que o boi gordo estaria sendo negociado por até R$ 85 nesta semana. A vaca gorda também teve seu preço valorizado nas últimas semanas devido à escassez de oferta e chegou a ser negociada a R$ 76,74/arroba, aumento de R$ 1,08/arroba em relação à semana anterior.
Na avaliação do vice-presidente da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), José João Bernardes, os preços pagos atualmente ao produtor mato-grossense estão sendo remuneradores e permitem uma margem de lucro mesmo com os gastos extras com a aquisição de ração para o suprimento dos animais neste período de escassez de pastagens. Na semana passada, o melhor preço registrado foi de R$ 86/arroba, na região de Sorriso (420 quilômetros ao norte de Cuiabá).
No acumulado de janeiro a julho de 2010, a arroba do boi gordo obteve alta de 15,16%, sendo comercializada, no mês passado, a R$ 76,58/arroba, no pagamento à vista. Essa melhora nos preços da arroba do boi gordo acarretou um aumento no preço pago pelo gado de reposição. Neste contexto, o bezerro de desmama (5,50 arrobas) registrou no acumulado deste ano uma valorização de 11,01%, sendo comercializado no mês de agosto a R$ 601,58/cabeça.
Na avaliação dos analistas, o aquecimento nos preços da cadeia de gado de corte se intensificou devido ao clima seco que predomina na maior parte das regiões produtoras de Mato Grosso. Os preços do bezerro também seguem firme, sendo comercializado por até R$ 720/cabeça na maioria das regiões.
ABATES - Levantamento do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea) mostra que devido à redução dos estoques na época da entressafra, os abates no mês de agosto ficaram em 358,01 mil cabeças, queda de 3,73% em relação a julho. O volume abatido de machos registrou ligeira queda de 0,8%, fechando o mês em 255,97 mil cabeças. Os abates das fêmeas registraram os menores volumes do ano, com 102,03 mil cabeças.
Entretanto, segundo análise do Imea, no acumulado do ano o abate total segue com incremento de 8,73% na comparação com o mesmo período de 2009, acumulando 2,98 milhões de cabeças. “Depois de dois anos atípicos, por conta de uma crise de demanda e crédito, neste ano parece que vamos ter dois períodos bem determinados de safra e entressafra”, apontam analistas, lembrando que o aumento nos preços pagos pela arroba, as escalas mais apertadas e um abate menor são sinais da “natural movimentação do mercado nesta época do ano”.
Quando analisados apenas os dados relacionados ao abate de fêmeas, nota-se que a sua proporção no abate total vem registrando queda desde março. Neste ano – acumulado de janeiro a agosto – foram abatidos 1,04 milhão de cabeças, representando 35% dos abates totais. No mês passado, essa representatividade atingiu 29%, porcentagem mensal que não era vista desde outubro do ano passado.
Os fatores que podem justificar a queda no volume do abate é o bom momento do preço do bezerro e a falta de pasto na maioria das regiões do Estado, situação que impossibilita a engorda desses animais em algumas propriedades.
Diário de Cuiabá
Barreira Fiscal apreende frango em péssimas condições de consumo em MG
São Paulo, SP, 4 de Outubro de 2010 - A Operação Barreira fiscal apreendeu cerca de 4.500 kg de frango impróprios ao consumo, que estava sendo transportado do Sul de Minas Gerais para o Estado do Rio, em péssimas condições e de forma inadequada. Parte da mercadoria não possuía documento fiscal ou apresentava informações equivocadas na nota fiscal. Os três veículos que transportavam o frango foram interceptados pelos agentes da Barreira Fiscal, no posto de Nhangapi,RJ, após denúncia. As informações sobre as más condições de consumo dos alimentos foram confirmadas pela Defesa Agropecuária do Estado do Rio.
(O Globo) (Redação)
Marfrig conclui aquisição da Keystone e mantém executivo à frente de negócio
Buenos Aires, Argentina, 4 de Outubro de 2010 - A Marfrig Alimentos, que anunciou, na sexta-feira (01), a conclusão da aquisição da empresa americana Keystone Foods, vai manter o executivo Jerry Dean como diretor-geral da agora unidade de negócios nos EUA. A estratégia de manter o principal executivo à frente das empresas que adquire é uma marca da Marfrig, que já fez o mesmo em outras aquisições.
Na semana passada, Dean esteve no Brasil visitando unidades de produção de frango da Marfrig. Antes, passou por Buenos Aires, onde a Marfrig era uma das patrocinadoras do Congresso Mundial da Carne.
Em rápida conversa com o Valor, em jantar promovido pela Marfrig na capital argentina, Dean disse que as complementaridades entre Marfrig e Keystone foram o principal atrativo para a realização do negócio. Segundo ele, a aquisição pela empresa brasileira, que tem a matéria-prima para os produtos que a Keystone fabrica, permitirá que a companhia americana avance, o que seria mais difícil sozinha.
A Keystone, que faturou US$ 6,4 bilhões em 2009, desenvolve, produz e distribui alimentos à base de carnes de aves, peixes, suínas e bovinas, para o "food service". É a maior fornecedora da rede McDonald's no mundo e tem forte presença na Ásia, um mercado em crescimento. Fornece também para Campbell's, Subway, ConAgra e Yum Brands.
O executivo admitiu que outras grandes empresas de carne mostraram interesse na Keystone. Mas a Marfrig levou vantagem pela complementaridade que tem com a companhia, afirmou.
Segundo ele, a primeira conversa com Marcos Molina, controlador da Marfrig, ocorreu em abril deste ano, pouco depois de o fundo de participações Lindsay Goldberg, antigo dono da Keystone, informar que queria se desfazer do negócio.
A Marfrig anunciou a aquisição da Keystone em junho, por US$ 1,26 billhão. Para financiar a compra da empresa americana, a brasileira emitiu R$ 2,5 bilhões em debêntures conversíveis em ações. De acordo com a Marfrig, os resultados da Keystone serão incorporados aos seus a partir do quarto trimestre deste ano. A receita estimada da Marfrig em 2010, incluindo a Keystone, é de US$ 15,4 bilhões.
Com a Keystone, a Marfrig passa a ter 151 unidades produtivas, comerciais e de distribuição em 22 países e nos cinco continentes. Terá um total de 85 mil funcionários. Nos últimos quatro anos, a Marfrig, que tem participação de 13,89% do BNDES em seu capital, fez 40 aquisições, no Brasil e no exterior.
Na semana passada, Dean esteve no Brasil visitando unidades de produção de frango da Marfrig. Antes, passou por Buenos Aires, onde a Marfrig era uma das patrocinadoras do Congresso Mundial da Carne.
Em rápida conversa com o Valor, em jantar promovido pela Marfrig na capital argentina, Dean disse que as complementaridades entre Marfrig e Keystone foram o principal atrativo para a realização do negócio. Segundo ele, a aquisição pela empresa brasileira, que tem a matéria-prima para os produtos que a Keystone fabrica, permitirá que a companhia americana avance, o que seria mais difícil sozinha.
A Keystone, que faturou US$ 6,4 bilhões em 2009, desenvolve, produz e distribui alimentos à base de carnes de aves, peixes, suínas e bovinas, para o "food service". É a maior fornecedora da rede McDonald's no mundo e tem forte presença na Ásia, um mercado em crescimento. Fornece também para Campbell's, Subway, ConAgra e Yum Brands.
O executivo admitiu que outras grandes empresas de carne mostraram interesse na Keystone. Mas a Marfrig levou vantagem pela complementaridade que tem com a companhia, afirmou.
Segundo ele, a primeira conversa com Marcos Molina, controlador da Marfrig, ocorreu em abril deste ano, pouco depois de o fundo de participações Lindsay Goldberg, antigo dono da Keystone, informar que queria se desfazer do negócio.
A Marfrig anunciou a aquisição da Keystone em junho, por US$ 1,26 billhão. Para financiar a compra da empresa americana, a brasileira emitiu R$ 2,5 bilhões em debêntures conversíveis em ações. De acordo com a Marfrig, os resultados da Keystone serão incorporados aos seus a partir do quarto trimestre deste ano. A receita estimada da Marfrig em 2010, incluindo a Keystone, é de US$ 15,4 bilhões.
Com a Keystone, a Marfrig passa a ter 151 unidades produtivas, comerciais e de distribuição em 22 países e nos cinco continentes. Terá um total de 85 mil funcionários. Nos últimos quatro anos, a Marfrig, que tem participação de 13,89% do BNDES em seu capital, fez 40 aquisições, no Brasil e no exterior.
(Valor Econômico) (Alda do Amaral Rocha)
Demanda menor derruba o preço do frango em SP
São Paulo, SP, 4 de Outubro de 2010 - A carne de frango, após um período contínuo de alta, começa a apresentar sinais de desaceleração. Nos últimos três dias, o quilo da ave viva recuou 5% nas granjas paulistas.
O quilo, que era de R$ 2 no início de semana, estava em R$ 1,90 ontem.
Apesar dessa queda de preço, o frango ainda acumula alta de 36% nas granjas nos últimos 12 meses.
A carne suína segue caminho inverso. A arroba já chega a ser comercializada a R$ 61 em alguns frigoríficos de São Paulo, valor que não era registrado desde dezembro de 2008.
A alta se deve à menor oferta de suínos para abate, um problema que ocorre também na pecuária.
A redução de bois prontos para o abate mantém a arroba em R$ 92 em São Paulo.
O quilo, que era de R$ 2 no início de semana, estava em R$ 1,90 ontem.
Apesar dessa queda de preço, o frango ainda acumula alta de 36% nas granjas nos últimos 12 meses.
A carne suína segue caminho inverso. A arroba já chega a ser comercializada a R$ 61 em alguns frigoríficos de São Paulo, valor que não era registrado desde dezembro de 2008.
A alta se deve à menor oferta de suínos para abate, um problema que ocorre também na pecuária.
A redução de bois prontos para o abate mantém a arroba em R$ 92 em São Paulo.
(Folha de São Paulo) (Mauro Zafalon)
Disponibilidade de carnes no Brasil supera, pela primeira vez, 90 kg per capita
Pelas últimas projeções da Conab, devem ser disponibilizadas no mercado interno, em 2010, 17,5 milhões de toneladas das três carnes – bovina, suína e de frango. Como a Conab estima, para este ano, população em torno dos 193,250 milhões de habitantes, o volume total ofertado deve superar, pela primeira vez, a marca dos 90 kg per capita. As projeções também indicam que quase metade da oferta per capita (46% do total, ou 41,5 kg) estará representada pela carne de frango. Vêm na sequência a carne bovina (35,4 kg, 39% do total) e a carne suína (13,9 kg, 15% do total). Em relação a 2003, quando a disponibilidade per capita ficou em 86,6 kg, o aumento fica próximo (mais ainda abaixo) dos 5%. E quem mais contribuiu para esse incremento chegando até a impedir que houvesse redução na oferta per capita foi a carne de frango. Em outras palavras, de 2003 para 2010 tende a ser registrada queda de 6,2 kg na oferta per capita de carne bovina, enquanto a de carne suína deve apresentar aumento de apenas 1,3 kg. Como, apesar desses desempenhos, a disponibilidade per capita global sofrerá expansão de 4,2 kg, conclui-se que a carne de frango está tendo sua disponibilidade aumentada em 9,1 kg. Feitas as contas, de 2003 para 2005 o aumento na oferta per capita de carne de frango será de 28% e o de carne suína de 10%. Já o de carne bovina recuou quase 15%.
Preço da carne sobe na capital de São Paulo
Gisele Lobato e Folha de S.Paulo
do Agora
do Agora
Com o aumento do preço da carne bovina, os consumidores já estão gastando mais para comprar frango, peixe e porco. Entre os dias 24 de agosto e 22 de setembro, a carne de boi subiu, em média, 5,48%, na comparação com as quatro semanas anteriores, de acordo com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
A alta ocorre porque, com o aumento do valor cobrado pela carne bovina, os clientes passaram a optar por outras fontes de proteína, provocando um efeito cascata nos preços, diz o vice-presidente da Apas (associação de supermercados), Martinho Moreira.
De acordo com a Fipe, no período pesquisado, o frango subiu 5,45%, a carne suína teve alta de 2,78% e os peixes ficaram 1,06% mais caros no município de São Paulo.
Carne de frango in natura é destaque das exportações brasileiras em setembro
O resultado foi impulsionado pela alta de 6% no preço médio da tonelada embarcada
A carne de frango in natura foi o destaque das exportações brasileiras de carne em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2009. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a receita das exportações de frango in natura somou US$ 519,4 milhões no mês passado, alta de 26,7% na comparação com setembro do ano passado. O resultado foi impulsionado pela alta de 6% no preço médio da tonelada embarcada, de US$ 1.665. Em volume, as vendas no exterior da proteína somaram 311,9 mil toneladas, alta de 19,5%.
Já as exportações de carne bovina in natura cresceram 15,9% em receita em setembro, para US$ 320,5 milhões, com aumento de 16,7% nos preços médios da tonelada (US$ 4.168). Porém, em volume, houve queda de 0,6%, com embarques de 76,9 mil toneladas de bovinos in natura. O mesmo movimento aconteceu com as exportações de suínos. A receita apresentou alta de 8,6%, para US$ 114,2 milhões, sendo a carne vendida a US$ 2.560 por tonelada - alta de 25,8% -, mas queda de 13,7% em volume, somando 44,6 mil toneladas.
Comparação mensal
A boa performance apresentada na comparação anual, entretanto, não se repetiu na análise ante agosto. As exportações de frango in natura, por exemplo, caíram em receita (-1,2%), volume (-1,1%) e preços (-0,1%). As vendas no exterior da carne bovina in natura recuaram 18,2% em receita e 19,8% em volume, mas houve um leve incremento de 2% nos valores pagos pelos mercados importadores.
domingo, 3 de outubro de 2010
BA: PRF apreende 1,5 t de carne bovina sem refrigeração
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| PRF-BA apreendeu 1,5 t de carne bovina transportada sem as condições sanitárias adequadas Foto: PRF-BA/Divulgação |
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) da Bahia apreendeu 1.550 kg de carne bovina, na manhã desta sexta-feira, durante uma abordagem realizada na rodovia BR-324, que liga Salvador a Feira de Santana (109 km de Salvador). A carga era transportada em um Fiat Fiorino, conduzido por Manoel Rocha Passos Neto, 36 anos, sem refrigeração e condições sanitárias adequadas.
O motorista disse que adquiriu a carne em um abatedouro da região metropolitana de Salvador para abastecer mercados de cidades vizinhas da capital baiana. A ocorrência foi encaminhada à Agência de Defesa Agropecuária do Estado.
Outros casos
Mais cedo, a PRF havia apreendido 400 kg de carne transportada irregularmente na BR-116, próximo de Feira de Santana. A carne também foi encaminhada a Adab.
Mais cedo, a PRF havia apreendido 400 kg de carne transportada irregularmente na BR-116, próximo de Feira de Santana. A carne também foi encaminhada a Adab.
Em outra abordagem na BR-116, os policiais encontraram 290 mil cigarros contrabandeados. A PRF deteve o motorista, que havia desobedecido uma ordem para parar seu veículo.
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