segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Carne de frango: em julho praticamente o mesmo volume do mês anterior

Campinas, 18 de Outubro de 2010 - Dados da APINCO apontam que em julho de 2010 o Brasil voltou a produzir mais de um milhão de toneladas de carne de frango. Entretanto, o volume registrado (1.006.915 toneladas) ficou abaixo dos alcançados em dezembro de 2009 e em maio de 2010.
Em valores nominais, o volume produzido em julho foi 3,39% e 5,26% maior que os verificados, respectivamente, no mês anterior (junho de 2010) e no mesmo mês do ano passado (julho de 2009). 
Porém, em valores reais (isto é, considerando que o sétimo mês do ano tem um dia a mais), a produção de julho praticamente repetiu os resultados do mês anterior. Neste caso, o incremento efetivo foi de apenas 0,05%. 

Consumo de frango já supera o da carne bovina

Para escapar da alta do preço do bife, brasileiro coloca mais aves e peixes na mesa

POR TAMARA MENEZES
Rio - Nada como um bom tempero para dar jeito. A carne está mais cara e é hora de apelar ao franguinho ou o pescado para não deixar o orçamento desandar. As opções já ganham mais espaço no cardápio,com preços vantajosos. A troca de ingredientes é boa para quem cuida da saúde.

“Estamos comendo mais carne suína, miúdos de galinha, coisas que não costumávamos, por causa do preço da carne. Só não compramos mais peixe porque o preço é absurdo e rende menos”, contam as amigas Andrea Ferreira e Simone Gomes. 

A estudante Letícia Freitas cozinha para a família e incluiu mais frango na dieta. O taxista Floriano Marques também tem preferido o frango. “Não deixo de comprar carne, mas reduzi bastante”, diz.

Não faltam opções para deixar o prato nutritivo e saboroso sem carne bovina. De acordo com Domingos Martins, da União Brasileira de Avicultores (Ubabef), o consumo de aves barrou o de carne vermelha desde 2008.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revela ainda que o consumo de derivados de porco também cresce. Nas próximas semanas, o preço da carne vermelha deve subir menos. Na primeira semana de outubro, a alta chegou a 5,42%, segundo oeconomista André Braz, da Fundação Getúlio Vargas.

Braz, que atribui a elevação a falhas de planejamento, avisa que os preços do frango, peixe e porco subiram afetados pela demanda maior, mas em escala menor. Com preços em queda, a sardinha é a melhor pedida.
A cada R$ 10, R$ 2,50 gastos com frango
O aumento do consumo do brasileiro é notado nas vendas de alimentos, com destaque para as aves e o frango em especial. “De cada R$ 10 a mais na renda, o consumidorcompra mais R$ 5 em comida e metade disso no frango”, defende Domingos Martins, da Ubabef. De acordo com a Conab, a produção subiu 12,77% no primeiro semestre deste ano e o consumo anual por pessoa, em 2009, foi de 38,6 quilos, contra 32,8 quilos em 1994. Já a carne bovina ficou em 35,2 quilos.

Mercado do couro verde está calmo

18/10 
O mercado do couro verde está calmo, com alguma especulação a respeito de redução de preços devido ao desempenho das exportações, aquém das expectativas. O preço referência está estável em R$ 1,35/kg. Em relação às cotações do início deste ano, o valor atual é 3,8% maior.

DCI - Diário do Comércio & Indústria

domingo, 17 de outubro de 2010

Alta no preço da carne deve se manter até o final do ano

O consumidor está pagando mais pela carne bovina nestes últimos meses. Pecuaristas e indústrias frigoríficas acreditam que o preço da arroba do boi, que já oscila entre R$ 87,00 e R$ 88,00 em Maringá e Campo Mourão, deve continuar subindo nos próximos meses, por causa da menor oferta de animais para abate nas propriedades, do período prolongado de seca e do aumento das exportações. Bom para o produtor e ruim para o consumidor que acaba optando por outros tipos de carne para não pesar no orçamento.
Os preços baixos da arroba de boi nos últimos anos provocaram o abate de fêmeas em ritmo acima do normal. Com isso, houve redução na oferta de bezerros e, conseqüentemente, de bois prontos para o abate. No entanto, de acordo com Paulo Sérgio dos Santos, dono de um frigorífico na região, não é fácil dizer por que o preço subiu. “São muitas variáveis a serem consideradas. Há um tempo foram abatidas muitas fêmeas e agora estamos sentindo a diminuição na oferta de animais.” Além disso, ele coloca que o longo período de seca fez com que os grãos que alimentam os animais fossem mais escassos o que encareceu o produto final. “Nessa época, em anos anteriores, as culturas de inverno ajudavam bastante no pasto, aveia principalmente. Como houve uma estiagem os pecuaristas tiveram de achar alternativas”, completa.
Para o produtor, até o momento, já houve um aumento de 10 a 12% no preço recebido pela carne. Somente nos últimos sete dias a variação foi de 2%. “Outubro sempre foi considerado a entressafra. Este ano o problema está sendo um pouco maior. Ainda falta muito boi gordo a tendência é que o preço suba ainda mais. Até o final do ano o consumidor pode esperar pagar mais pela mesma quantidade de produto”, alerta Santos.
Se para o pecuarista a arroba do boi teve alta de até 12%, para o consumidor em alguns cortes o aumento do preço chega a 27,4%. Na avaliação de Moacir de Almeida,  proprietário de uma casa de carnes em Campo Mourão, quem sente não é apenas quem compra a carne, mas também os donos de açougue. “A gente sentiu muito a alta, agora já estamos acostumando, mas nos primeiros dias todo mundo estranhou. Aumentou o preço para quem revende também”, relata. Não foram apenas os cortes bovinos que subiram. Puxados pela alta no consumo, as carnes alternativas escolhidas por muitos consumidores como o Frango e o corte Suíno também tiveram elevações.
A região de Campo Mourão não tem muita tradição em pecuário. O dono do frigorífico lembra que apesar de comemorar a alta do setor, Santos lembra que como está já é suficiente. “Se o preço subir demais quem compra vai começar a reclamar e acabar mudando principalmente para a carne de frango e em menor escala para o peixe”, finaliza.







Ana Carla Poliseli

SJB com Posto de Defesa Agropecuária

Por intermédio de convênio entre a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento e a Prefeitura de São João da Barra, foi implantado no município o Posto Municipal de Defesa Agropecuária, que está funcionando na sede da Secretaria de Agricultura. De acordo com o secretário de Agricultura de São João da Barra, Osvaldo Barreto, a iniciativa facilita a vida do produtor rural e dos proprietários de açougues, que não precisarão ir a Campos para resolver questões ligadas aos serviços prestados pelo Posto da Defesa Sanitária Estadual.

— Com a instalação do posto, poderão ser emitidas aos produtores rurais e açougueiros a Guia de Trânsito Animal (GTA), declaração de vacinação contra aftosa, brucelose, cadastro dos produtores e outras atividades relacionadas à Defesa Agropecuária — disse, lembran-do que, além do Posto de Defesa Agropecuária, os açougueiros serão beneficiados com o transporte gratuito de São João da Barra que será abatido em Matadouro em Campos.

Na contrapartida para implantação do posto a prefeitura disponibilizou uma equipe de funcionários treinada e qua-lificada para prestar atendimento aos produtores e cedeu uma sala na sede da secretaria com toda infra-estrutura para o funcionamento.

Qualquer tipo de transporte de animais, para fins de venda, abate ou transferência de pasto é obrigatório a emissão do GTA, que está condicionada à apresentação da nota fiscal do produtor rural e do Documento de Arrecadação do Estado do Rio de Janeiro (DARJ) pago.

sábado, 16 de outubro de 2010

Frigorífico fecha as portas em Araucária

A Empresa Aves Aliança, mais conhecida como Frigorífico Cancela, localizada em Araucária, não abriu as portas ontem. A razão, de acordo com o departamento jurídico do frigorífico, seria o fato da diretoria estar revendo a viabilidade econômica do negócio, uma vez que a organização apresenta sérios problemas financeiros.
A prefeitura de Araucária, porém, diz que já é dado como certa a decisão da empresa de encerrar suas atividades no município da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
Nem o departamento jurídico da Cancela, nem a prefeitura souberam precisar em qual dia o frigorífico parou de funcionar. O departamento jurídico do frigorífico se limitou a explicar que os funcionários da empresa estão com a folha de pagamentos em dia e que, há aproximadamente 10 dias, recebem licença remunerada. Ainda pela área jurídica, foi informado que até a semana que vem os diretores irão se pronunciar sobre o destino da Cancela.
Um ano de problemas

Instalado desde 1973 em Araucária, o frigorífico Cancela vinha colecionando transtornos por conta dos prejuízos ambientais e sanitários que a destinação incorreta dos resíduos de produção de frango vinha causando ao município.
Em maio deste ano, os moradores das proximidades da empresa se mobilizaram para cobrar uma solução quanto ao mau cheiro e os notórios problemas ambientais do local, que fica próximo à margem do lago do Parque Cachoeira, formado pelo represamento do Ribeirão Chimbituva.
Desde então, a prefeitura e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) vinham estudando maneiras de apresentar uma solução definitiva que atendesse a todos os interesses.
A empresa foi cobrada a assinar um termo de compromisso para o cumprimento da legislação. Também foram emitidas autuações que, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de Araucária, ainda não foram quitadas.
Além disso, foi proposta a realocação do parque fabril para uma área ecológica e legalmente viável, assim como abatedouro. Segundo a prefeitura, a ideia era disponibilizar apoio, via a Companhia de Desenvolvimento de Araucária (Codar), para a mudança da fábrica, dada a tradição e o caráter estratégico que ela representa para a economia municipal.
Magaléa Mazziotti

Sopa de cebola

Tipo de receita: Entrada

Número de doses: 4 

Tempo de Preparação: 5 Minuto(s)

Tempo de Confecção/Cozedura:20 Minuto(s)

Dificuldade: Muito Fácil



Ingredientes:

- 2 cebolas medias

- 1 litro de caldo de galinha ou verdura

- 4 torradas redondas

- Queijo mossarela ralado

Preparação:

Corte as cebolas em juliana e depois refogue com um pouco de azeite até que a cebola fique dourada, depois de pronta escorra o azeite e reserve. em uma panela funda coloque o caldo ja pronto para esquentar, quando começar a ferver ponha a cebola e deixe ferver por 2 minutos mais, retire do fogo e coloque em soperas individuais. coloque 1 torrada em cima da sopa e logo depois o queijo. Colocar para gratinar e ja esta pronta para saborear.










Bolo pudim de chocolate | leite condensado pudim

Tipo de receita: Sobremesa

Número de doses: 8 

Tempo de Preparação: 1 Hora(s)

Tempo de Confecção/Cozedura:1 Hora(s)

Dificuldade: Muito Fácil



Ingredientes:

Caramelo:
- 1 xícara de açúcar
Bolo:
- 1/2 xícara de margarina
- 1 xícara de açúcar
- 3 ovos
- 1 1/2 xícara de farinha de trigo
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 1/2 xícara de leite
- 1/2 xícara de chocolate em pó

Pudim:
- 1 lata de leite condensado
- 2 1/2 xícara de leite
- 3 ovos
Preparação:

1. Caramelize o fundo e os lados de uma fôrma com 30cm de diâmetro (com furo central) com o açúcar.
2. Bolo: bata bem na batedeira a margarina com o açúcar e os ovos.
3. Junte a farinha de trigo, o chocolate, o fermento e o leite, sempre batendo, até obter uma massa homogênea.
4. Coloque a massa na forma preparada com a calda.
5. Pudim: bata no liquidificador o leite condensado, o leite e os ovos.
6. Despeje lentamente sobre a massa.
7. Leve ao forno quente, preaquecido, em banho-maria por cerca de 1 hora ou até que, enfiando um palito no centro, ele saia seco.
8. Deixe esfriar e leve à geladeira.
9. Desenforme gelado








Bolinho de carne com massa de mandioquinha

Tipo de receita: Prato Principal

Número de doses: 8 

Tempo de Preparação: 1 Hora(s)

Tempo de Confecção/Cozedura:40 Minuto(s)

Dificuldade: Muito Fácil

Ingredientes:

Massa
450g de mandioquinha
4 xícaras de farinha de trigo
1/2 xícara de óleo
1/2 cubo de caldo de carne.
sal
1 xícara de leite.
farinha de rosca

Recheio
400g de carne moída
2 ovos
1 cebola
2 dentes de alho
cebolinha
tomilho
azeite
sal
pimenta do reino

Preparação:

PRODUZINDO

* Vamos começar preparando a carne moída, coloque azeite, a cebola picada e quando ela começar a suar coloque o alho picado, doure um pouco e coloque a carne.
* Frite bem a carne, acerte o sal, a pimenta.
* Coloque o tomilho, desligue o fogo, coloque a cebolinha picada, misture e reserve.
* Coloque os ovos para cozinha, quando estiver cozido, retire da agua, descasque e pique em pedaços pequenos. Reserve.
* Agora vamos colocar a mandioquinha na agua com sal e deixar cozinhar até que esteja bem molinha, ponto de pure.
* Quando estiver no ponto, você pode tirar e bater no liquidificador ou na própria panela bater com o mixer.
* Na mesma panela acrescente o óleo o 1/2 cubo de caldo de carne deixe ferve e dissolver bem o cubo de carne misture bem.
* Coloque a farinha de trigo uma xícara por vez e mexa bem para ter a textura da massa.
* Deixe esfriar até você conseguir manusear.
* Em uma tigela coloque um copo de leite e uma colher de sopa de farinha de trigo, bata com um garfo para misturar bem.
* Coloque farinha de rosca em uma travessa.
* Pegue um pedaço pequeno da massa, o que de na palma da sua mão, aperte bem, faça uma bola, e comece a apertar para ela ir esticando na palma da mão.
* (Coloque 1l de óleo em uma panela para já ir esquentando, quando você já estiver terminando os bolinhos.)
* Faça uma concha com a massa na mão, coloque uma colher de sobremesa de carne no centro da massa, um pedaço de ovo.
* Feche o bolinho, apertando bem.
* Passe o bolinho no leite em seguida coloque na farinha de rosca, ai repita a operação no leite e na farinha novamente e reserve.
* Frite com cuidado, o óleo tem que estar bem quente. Sirva em seguida.





















Cooperativa de MS vai vender carne diretamente ao varejo

SUZANA INHESTA - Agencia Estado
SÃO PAULO - No início de 2011 uma cooperativa de pecuaristas de Campo Grande (MS) começará a vender carne bovina diretamente ao varejo. A ideia é agregar valor à produção, industrializando a matéria-prima e reduzindo a dependência da empresa frigorífica, o que aumentará as margens do produtor. Segundo o coordenador da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famato) e presidente do Sindicato Rural de Campo Grande (MS), José Lemos Monteiro, a cooperativa bovina de Campo Grande terá inicialmente a participação de 20 pecuaristas da região, que inclui cidades como Maracaju e Pantanal. O volume inicial previsto de venda será de 4 mil a 5 mil animais/ano, com um mínimo de 200 animais/ano por produtor e negócios regulares de cinco a seis vezes por ano. O abate dos bois será realizado em um frigorífico prestador de serviço a ser eleito pela cooperativa e o custo dessa operação será absorvido pela própria cooperativa.
"Até o final do ano teremos toda a papelada pronta para começar a operar em 2011. Queremos funcionar como prestadores de serviço e queremos vender para o varejo - especialmente em casas de carnes próprias - assim como a JBS-Friboi está fazendo", explicou Monteiro hoje, no seminário "Dificuldades de relacionamento entre pecuarista e a agroindústria da carne bovina", promovido pelo Centro de Conhecimento em Agronegócios (Pensa) da Fundação Instituto de Administração (FIA). "A iniciativa não é pioneira, mas todas as outras tentativas não deram certo. O objetivo é conseguir o incremento de preço para o produtor rural que o varejo tem conseguido", completou.
De acordo com estudos preliminares do Sindicato Rural de Campo Grande (MS), o produtor vende seu produto normalmente abaixo do custo de produção, enquanto a indústria trabalha com margem bruta de 15% a 20% e o varejo, de 80% a 120%. "A lucratividade real da indústria e do varejo ainda é desconhecida, mas tenho certeza que a média dos pecuaristas brasileiros está operando sem margem de lucro", ressaltou o executivo.
Para a médica veterinária e analista da Scot Consultoria, Maria Gabriela Tonini, a formação da cooperativa bovina é positiva para o setor. "É uma ótima ideia. O duro é convencer todo mundo a participar. Mas é um caminho para juntar a força da produção para a negociação com o resto da cadeia", disse.
Conseboi
Monteiro também adiantou que a Câmara Setorial de Bovinos de Corte de Mato Grosso do Sul também está estudando a viabilidade da criação do Conseboi, que funcionaria igual ao Consecana - da cadeia produtiva da cana-de-açúcar - e do Conseleite, do leite. "Os conselhos são necessários para harmonizar as relações entre os produtores rurais e as indústrias. Mas para o setor de bovinos o grande desafio é o preço, já que as variações da arroba do boi são praticamente diárias", declarou.