sexta-feira, 16 de março de 2012

Informações de mercado

Ontem foi vendido no Rio contra filé no prazo a R$ 10,50 kg ,por frigorifico do norte do país e ainda vendidos  para charque coxão duro com lagarto (capote)  a R$ 8,00 no saco e em caixa para charque também a R$ 8,20 Kg . O mercado muito parado de forma geral !!!

Incêndio em frigorífico é controlado no sul do Pará


Um grande incêndio que atingiu hoje o frigorífico do grupo JBS-Friboi na cidade de Santana do Araguaia (PA) foi controlado por volta das 16 horas, quatro horas após o início, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Segundo a JBS-Friboi, o incêndio iniciou-se, aparentemente, dentro da unidade, por volta das 11h30, e se espalhou por todo o frigorífico. A brigada da empresa  tentou conter o fogo, mas não teve sucesso. Como a cidade não tem unidade dos bombeiros, os agentes do município de Redenção, a cerca de 230 km, foram acionados, chegando ao local após mais de duas horas.

A empresa disse que houve o esvaziamento da área, onde trabalham cerca de 600 funcionários, e ninguém ficou ferido. A guarnição dos bombeiros, com apoio da brigada da Friboi e de dois carros-pipa da prefeitura, contiveram o incêndio. De acordo com o sargento J. Silva, uma chuva que atingiu a região também ajudou no controle do fogo. Os agentes continuavam na região no início da noite para rescaldo da área.

Em comunicado, a JBS-Friboi informou que o frigorífico tem seguro contra incêndio e que, com a destruição, a produção seria transferida para outras unidades do Pará. As causas do incêndio serão investigadas.

Fonte: Diario do Grande ABC

quinta-feira, 15 de março de 2012

GO deve se tornar o maior produtor de carne do país em 5 anos, diz FGV

Frigoríficos instalados no estado serão responsáveis pelo crescimento.
Agronegócio é riqueza de sete entre os dez maiores municípios no estado.

Goiás deve ser o maior produtor de carne do país em no máximo cinco anos. A previsão é da Fundação Getulio Vargas (FGV) e foi divulgada durante uma mesa-redonda realizada pelo jornal O Popular, em parceria com a Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), na quarta-feira (14), em Goiânia.
Os grandes frigoríficos e confinamentos instalados no estado são os responsáveis por esse crescimento. O pesquisador da FGV Mauro Lopes explica que a grande infraestrutura dessas empresas é responsáveel por essa mudança de posicionamento no mercado. “Elas estão em um padrão de competitividade mundial. Abatem mais de mil cabeças por dia”, comenta.
Campo
Sete entre os dez dos maiores municípios de Goiás têm como fonte de riqueza o campo. Eles representam 84% da renda gerada pelo agronegócio. O índice é superior à média nacional, que é de 78%. Os números são da Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan), e serviram de base para uma análise feita pela FGV.
O presidente da Faeg, José Mário Schereiner, calcula que o estado tem fôlego para crescer mais. “Eu acredito muito em um crescimento de 5% a 6% para esta safra para Goiás. Nós dependemos muito da China para mantermos o nosso ritmo de exportações. Portanto, é importante que a China mantenha o seu crescimento para que possamos manter o nosso no mercado externo”, analisa.
Os números mostram também uma preocupação com os pequenos agricultores. A ideia é criar oportunidades para que os produtores das classes C e D possam acompanhar esse crescimento.
O município de São Simão tem o 10º melhor Produto Interno Bruto (PIB) em Goiás. O prefeito da cidade, Francisco Assis Peixoto, quer ajuda do governo para incentivar a pesca. “A região de São Simão tem o Lago Azul, que poderia ser transformada em um assentamento aquífero. Penso eu que o governo federal não teria tanto o que gastar com compras de terra e ele estaria qualificando essas pessoas.
O jornal O Popular vai publicar um caderno especial sobre o PIB em Goiás no próximo domingo (18).

Senadora quer apertar cerco a frigoríficos irregulares

Ana Amélia Lemos, do PP-RS, finaliza Projeto de Lei que propõe regras mais rigorosas a todos os abatedouros do País
São Paulo, 14 de março de 2012– A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) está preparando uma alteração no texto do Projeto de Lei 85/2011, do qual é relatora, obrigando que todos os matadouros do País – mesmo aqueles não fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) – passem a informar diariamente ao Ministério da Agricultura dados sobre abate e preço dos bovinos. Dessa forma, entende ela, aumentaria o controle sanitário sobre os abatedouros irregulares. “Queremos que todos os matadouros, sobretudo os que deveriam ser fiscalizados pelas autoridades municipais e estaduais, informem diariamente o número de animais abatidos, sua procedência e idade” – justifica a senadora, ao comentar que esse controle reduziria riscos de que bovinos sigam para o abate com enfermidades que tragam problemas para a saúde do consumidor.
De autoria do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), o Projeto de Lei 85/2011 previa a obrigatoriedade de repasse das informações apenas por parte de frigoríficos sob inspeção do SIF. Mas, segundo a parlamentar, a ampliação da exigência oferecerá maior garantia de controle sanitário para a carne bovina brasileira. Para Ana Amélia, é fundamental que as autoridades do município também fiscalizem a atuação dos abatedouros. “A inspeção sanitária deve ser observada de perto pelos conselhos municipais de saúde, que têm a obrigação de verificar se os bovinos seguem para o frigorífico livre de doenças”.
Numa entrevista concedida à agência Radioweb, cuja íntegra pode ser ouvida no blog Carne Saudável, a senadora Ana Amélia alertou que as autoridades agropecuárias e sanitárias estaduais também devem zelar pelo controle do abate e do processamento das carnes que seguirão para açougues e supermercados.
Sobre o blog Carne Saudável
O blog Carne Saudável (www.carnesaudavel.blog.br) foi criado como um espaço de discussão e alerta para a importância do acompanhamento da qualidade fitossanitária da carne bovina do Brasil, país que é dono do maior rebanho do mundo e produz anualmente 9 milhões de toneladas de carne – 7,3 milhões só para consumo doméstico. Seu objetivo é erradicar possíveis enfermidades e, em última instância, colaborar para salvar vidas. Carne Saudável tem por compromisso denunciar os contraventores que colocam no mercado produtos que põem em risco a nossa vida e a de nossos filhos. Pretende também exigir probidade e decência dos órgãos competentes, cobrando o rigor no trabalho de fiscalização para o qual foram criados, já que metade da carne comercializada no País não passa por inspeção federal e até mesmo frigoríficos legalizados operam sem cumprir as normas fitossanitárias básicas.

Empregados em frigoríficos querem reajuste acima da inflação

Os trabalhadores em frigoríficos de Mato Grosso do Sul querem ganho real acima da inflação nas negociações salariais que estão ocorrendo nos municípios, por intermédio dos sindicatos laborais com a classe patronal. A informação é de Vilson Gimenes Gregório, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados de Campo Grande – Stiac/CG e presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Mato Grosso do Sul – Ftiaa/MS. 

Gimenes Gregório participou ontem em Lins/SP de uma reunião com a direção nacional do Frigorífico JBS, sobre a Convenção Coletiva de Trabalho 2012/13. Os empresários teriam oferecido apenas a reposição salarial de acordo com o acumulado da inflação nos últimos 12 meses. A entidade laboral não aceitou e insistiu em ganho real, com percentuais acima do acumulado da inflação. “Ontem em Bataguassu foi fechado acordo salarial de 8%. Nós queremos fechar com os grandes frigoríficos um pouco mais, para que os trabalhadores tenham maior poder aquisitivo e, consequentemente, tenham melhor qualidade de vida”, justificou o líder sindical.

Além do ganho real, os trabalhadores insistem também em fechar um acordo sobre a participação no lucro das empresas. Vilson Gimenes lembra que em 2010 os frigoríficos chegaram a assinar um acordo nesse sentido e depois quiseram voltar atrás. Para ele, as empresas deveriam resolver de vez essa questão e estabelecer sim um percentual de participação no lucro pelos empregados. “É justo, pois os trabalhadores são grandes responsáveis pelo faturamento astronômico dos frigoríficos em todo o Brasil”, insistiu Vilson Gimenes.

Como não se chegou a um acordo ontem em Lins/SP, o JBS pediu nova reunião com os trabalhadores na próxima terça-feira (20), para tentar fechar a convenção coletiva de trabalho. 


14/03/2012 - 21:06
Permitida a reprodução desde que citada a fonte.

Juíza obriga frigorífico de Juara dar pausa a funcionários

A Justiça do Trabalho, por meio da juíza Cláudia Regina C. de Lírio, da Vara do Trabalho de Juara/MT, deferiu liminar pedida pelo Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso, 08, determinando à empresa JBS, unidade de Juara, que conceda intervalos de 20 minutos a cada 1 hora e 40 minutos trabalhados, para todos os que trabalham em ambientes frios, ou seja, em temperaturas inferiores a 15ºC.

A liminar foi pedida na ação civil pública ajuizada pela Procuradoria do Trabalho em Sinop/MT, após o procurador do trabalho Leontino Ferreira de Lima Júnior e o analista processual Leandro Marcidelli de Almeida, constatarem em inspeção realizada no dia 14/02, que a empresa descumpre a obrigação que está prevista no artigo 253 da Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT.

De acordo com a decisão judicial, a empresa terá o prazo de 60 (sessenta) dias para se organizar e começar a conceder as pausas diárias de recuperação térmica, sob pena de pagar multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais) por dia em caso de descumprimento.

Segundo o procurador do Trabalho, o objetivo da ação judicial é a preservação da saúde do trabalhador. "Ao fixar pausas e intervalos durante a jornada laboral, a lei não quer mercantilizar a saúde do trabalhador, com o pagamento de adicionais pela prática de labor em condições insalubres, penosas ou perigosas, ou, ainda, remunerá-lo pelas horas extras trabalhadas em decorrência do intervalo não concedido. Ao contrário, o objetivo é impedir que o trabalho ocorra nessas condições, em defesa da vida e da saúde do trabalhador, com a eliminação ou redução dos agentes nocivos."

Além disso, o Procurador ainda enfatiza que "os riscos de doenças ocupacionais e de acidente de trabalho são potencializados quando há o descumprimento de normas de medicina e segurança do trabalho, como vem ocorrendo na unidade frigorífica do JBS S/A em Juara/MT".

De acordo com o Procurador, a empresa sequer compensou financeiramente o trabalhador, com o pagamento das horas extras e reflexos, pela supressão do intervalo. Em termos monetários, equivale a 1h20min que cada trabalhador trabalha a mais por dia, sem a correspondente contraprestação financeira."

Na ação, o Ministério Público do Trabalho, ainda, pede a condenação do frigorífico ao pagamento de indenização, no valor de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), pelo dano moral causado à coletividade. ´Se acolhido, os valores serão revertidos em favor da comunidade de Juara, por meio de incentivos à educação, assistência social, cultura ou demais formas que reparem à sociedade pelos danos causados pelo frigorífico", concluiu Leontino Ferreira de Lima Júnior.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Argentina -O governo promete medidas pela crise nos frigoríficos.

Ele irá analisar como dinamizar as exportações e uma Guild levantado o bloqueio Liniers 

Depois de quase 48 horas do bloqueio, o ofício da Federação do pessoal da indústria de carne decidiu ontem levantou a medida da força que tinha sido feita para impedir a entrada de financiamento para o mercado de Liniers na reivindicação para a perda de Empregos no sector da refrigeração. A União se reuniu com o governo após a suspensão do protesto, mas não marcou qualquer acordo concreto exceto a promessa de estudo oficial algumas ordens, tais como acelerar as exportações de carne, hoje sujeitos a um controlo rigoroso.

A Guild, chefiada pelo seu secretário-geral, Alberto Fantini, desativado o bloqueio em 10. Fiz isso depois de receber uma chamada do Ministro do trabalho, Carlos Tomada, que ele convocados para uma reunião desse portfólio. Fantini foi 2.30 da reunião, enquanto o Liniers mercado tornou-se um "guarda" de quase 70 trabalhadores da carne para o enquanto aguarda o resultado dos trabalhos do conclave.

O sector perdeu 8000 empregos nos últimos três anos e em Dezembro passado 31 outros trabalhadores 2400 estavam no regime de subsídios Repro. Esta situação ocorreu pela queda do trabalho vacina em instalações frigoríficas, que se seguiram após uma forte redução do stock de nacional 12 milhões entre 2007 e 2010 parte pela seca e a intervenção oficial no mercado. Nas últimas semanas, a crise foi impulsionada pelo anúncio da JBS brasileiro para fechar a fábrica da Swift em Venado Tuerto, que tinha mais de 500 trabalhadores. Além disso, o frigorifico Bel Sud, que opera no território de Buenos Aires, dispensou 170 pessoas.

Na noite passada, do Ministério do trabalho descrito na reunião com o sindicato como uma "reunião preparatória" e desde que não há mais detalhes. Além disso, do Ministério da agricultura eles pediu desculpas para falar com o argumento de que "a comunicação" foi seu curso para lidar com a equipe de tomadas.

No entanto, como ela poderia reconstruir a nação, a União tomou do conclave tomado, também com a presença de funcionários do Ministério da agricultura, incluindo animais, Alejandro Lotti, Subsecretário com um par de promessas.

A este respeito, o governo concordou em discutir uma série de pontos que o sindicato considera as chaves para que a atividade pode ser implementada novamente, como agilizar a entrega dos registros de operações de exportação (ROE) para as empresas e uma eventual baixa de deduções para exportação, que estão agora em 15 por cento.

No entanto, estas questões estão sob a órbita do Secretário do comércio interno, Guillermo Moreno, autor da intervenção no sector. Precisamente, o governo pediu que negociações Guild continuam depois de amanhã, mas nos escritórios do Moreno. Será este funcionário que dá a resposta final. Circularam ontem versões que, nos contatos do telefone com a Guild, Moreno pediu-lhe para abrir um canal de diálogo.

PROMESSAS

Com a JBS na planta de Venado Tuerto à beira do fechamento - empresa adiada esta medida até que no dia 10 do próximo mês-, tomadas também concordaram em envidar esforços para a empresa então eventualmente reconsiderar a situação. Na verdade, de ontem de reunião também participaram o prefeito de Venado Tuerto, José Luis Freyre.

"Existem pontos que poderiam seguir em frente." "A questão das deduções é um deles, bem como da racionalização do ROE", disse Carlos Molinares, Secretário de organização do sindicato."Fizemos um pedido para que ele fala com a empresa", disse Molinares, sobre os regimes a tomada pela crise da JBS no frigorífico de Venado Tuerto. Apesar da trégua, desde a União ontem esclarecida que apenas continuou tendo a planta dessa empresa.

Sair da reunião, Fantini, cujas origens trabalhista vêm de Swift em Rosário, disse que o levantamento do embargo deve ser interpretado como um "voto de confiança" que o governo face à crise. Na manhã, antes do encontro de trabalho, Fantini foi com o Liniers executivos de mercado e se desculpou-los para o bloqueio. Ele disse que ele fez isso para chamar a atenção. Na noite passada, os operadores do mercado esperado uma renda reduzida das finanças porque, eles disseram, o levantamento do bloqueio foi formalizado depois...

Traduzido por BING TRANSLATOR

Abrafrigo leva quatro associados para a Sial China 2012

SAFRAS (13) - A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) está levando quatro dos seus associados para participar de uma das maiores feiras de alimentos do mundo, a SIAL China 2012, que será realizada de 9 a 11 de maio próximo em Shanghai.
A iniciativa conta com o apoio do Departamento de Promoção Internacional (DPI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que coordena a participação brasileira no evento, através do seu estande oficial. Os frigoríficos que irão levar seus produtos à SIAL China são o Cooperfrigu (Tocantins), Mafripar (Pará), Barra Mansa (São Paulo) e Frigo Silva (Rio Grande do Sul).
A SIAL China é o maior evento para a indústria de alimentação, atraindo compradores da China e outros países asiáticos, incluindo varejistas, atacadistas, supermercados, empresas de catering, importadores de bebidas, serviços de alimentação e outros. Com 60.000 metros quadrados de área e expectativa de receber mais de 1.500 expositores, o público de compradores esperado é de mais de 35.000 pessoas. Em 2011, a feira contou com a participação de 76 países e 1.500 expositores. Recebeu perto de 30.000 visitantes e contou com 29 pavilhões nacionais.
"Estamos incentivando a participação dos nossos associados em feiras internacionais como forma de ampliação de sua participação nos mercados internacionais de carne bovina. Estivemos em Dubai, no início do ano, e agora estaremos na China. Em setembro vamos a Moscou e em outubro a Paris para outros eventos do gênero", relata Péricles Salazar, Presidente Executivo da Abrafrigo. (AB)

terça-feira, 13 de março de 2012

Produção de carne bovina cresce 13% no mundo e 65% no Brasil

USDA e Beef Point
Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram que a produção brasileira de carne bovina cresceu 64,75% nos últimos 20 anos, passando de 5,481 milhões de toneladas em 1991 para 9,03 milhões de toneladas em 2011, ficando em segundo lugar no ranking dos países produtores. A produção brasileira em 2011 representou 15,9% do total mundial.

Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, cuja produção em 2011 foi de 12,048 milhões de toneladas, 14,37% a mais que em 1991, quando foi produzido 10,534 milhões de toneladas. A produção dos Estados Unidos em 2011 representou 21,2% da produção mundial total.

A produção mundial de carne bovina em 2011 foi de 56,848 milhões de toneladas, 13% a mais que em 1991.

A produção de carne bovina da União Europeia (UE), em terceiro lugar no ranking, foi de 8,05 milhões de toneladas, ou seja, 14,2% do total mundial em 2011. Em seguida estão China (9,8% do total mundial), Índia (5,4% do total mundial), Argentina (4,4% do total mundial) e Austrália (3,8% do total mundial).

Exportações

Quanto às exportações de carne bovina em 2011, o Brasil está em segundo lugar, com 1,325 milhão de toneladas exportadas. Esse volume representa um aumento de 295,5% com relação ao volume exportado há 20 anos, que foi de 335 mil toneladas. As exportações brasileiras de carne bovina representaram 16,8% do total exportado em 2011, de 7,869 milhões de toneladas.

O maior exportador de carne bovina em 2011 foi a Austrália, com 1,350 milhão de toneladas exportadas e 17,2% do total. Com relação a 1991, as exportações australianas aumentaram em 25%.

Os Estados Unidos exportaram 1,241 milhão de toneladas, representando 15,8% do total. A Índia exportou 1,1 milhão de toneladas, representando 14% do total em 2011.

Importações

O maior importador de carne bovina em 2011 foi a Rússia, com 1,05 milhão de toneladas importadas, 15,3% do total de carne bovina importada em 2011, de 6,861 milhões de toneladas.

Os Estados Unidos foram o segundo maior importador de carne bovina em 2011, com 911 mil toneladas importadas (13,3% do total). Em seguida, vieram Japão, com 725 mil toneladas (10,6% do total), Coreia, com 410 mil toneladas importadas (6% o total) e UE, com 370 mil toneladas importadas (4,5% do total).

Consumo per capita

O Uruguai liderou o ranking do consumo per capita de carne bovina em 2011, com 60 quilos consumidos por pessoa. Em segundo lugar, ficou Argentina, com um consumo per capita de 54 quilos.

O Brasil ficou em terceiro lugar no consumo per capita de carne bovina em 2011, com uma taxa de consumo de 38 quilos por pessoa por ano. Estados Unidos, Austrália e Paraguai vieram em seguida, com um consumo per capita de 38 quilos, 35 quilos e 34 quilos por pessoa por ano, respectivamente.

 

Gado apreendido pelo Ibama no Pará durante a Operação Disparada é doado para programa social

Brasília (12/03/2012) – O Ibama concluiu na semana passada o processo de doação de 907 cabeças de gado apreendidas em Altamira/PA durante a Operação Dispara, realizada em 2011 para conter o aumento do desmatamento ilegal na Amazônia. A doação foi feita ao programa Mesa Brasil, do Serviço Social do Comércio no estado (SESC/PA), uma rede nacional de bancos de alimentos contra a fome e o desperdício.


O gado,  mantido em uma propriedade em Itaituba, foi transportado para Santarém em cinco caminhões e duas balsas que navegaram pelo rio Tapajós durante a última semana e entregue ao programa Mesa Brasil. “Concluir a doação tem grande importância para o combate ao desmatamento na região, mostra que não adianta insistir nessa atividade ilegal. O resultado será a perda do gado”, afirmou Hugo Américo Schaedler, gerente do Ibama em Santarém/PA.

A operação Disparada combateu a pecuária ilegal simultaneamente em cinco regiões da Amazônia Legal, localizadas no Pará, Mato Grosso e Amazonas. Em toda a Amazônia, foram apreendidos 5,4 mil animais. A pecuária desenvolvida em áreas ilegais é considerado um dos principais vetores do desmatamento da Amazônia. 

Ascom – Ibama
Fotos: Fernanda Gaio/Ibama