Um blog para falar sobre o mercado da carne bovina,suina ,aves e seus cortes no Rio de Janeiro, tentando passar as melhores informações possiveis, do que realmente á falado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, com linguagem simples assim como o clipping de informações importantes de toda a cadeia produtiva.
O empresário Júnior Friboi, dono da maior grupo frigorifico do país, anunciou que vai gastar R$ 100 milhões na sua campanha ao governo de Goiás. Este valor é próximo aos R$ 120 milhões que gastou o candidato do PSDB, José Serra, à Presidência da República em 2010. A campanha da presidente Dilma Rousseff custou R$ 176 milhões. A previsão do que Junior chama de “investimento” foi feita em entrevista ao programa De Frente com o Poder, do portal O Hoje, de Goiânia. Pré-candidato do PMDB ao governo, Junior argumentou que “é hipocrisia” dizer que em uma campanha de governador tenha gasto inferior aos R$ 100 milhões previstos pelo empresário.
Companhia foi processada após inspeções identificarem falhas nas instalações de distribuidora de carnes, diz MPT
IG
Maranhão - O frigorífico JBS, dono da marca Friboi, foi condenado a pagar indenização de R$ 2 milhões por dano moral coletivo por más condições de trabalho.
A sentença, da Vara do Trabalho de Açailândia (MA), também obriga a empresa a adequar-se às normas de saúde e segurança do trabalho.
Segundo nota publicada no site do Ministério Público do Trabalho (MPT), a companhia foi processada após inspeções identificarem falhas nas instalações da distribuidora de carnes Equatorial Alimentos, empresa adquirida pelo grupo JBS.
A juíza Carolina Burlamaqui Carvalho também condenou o frigorífico a conceder intervalos de 20 minutos a cada 1h40 de trabalho aos empregados de câmaras frigoríficas e demais ambientes frios e aos que movimentam mercadorias em locais com diferentes temperaturas.
A empresa também deve fornecer equipamentos de proteção individual, água potável e adotar medidas de proteção contra queimaduras e contra incêndios, além de melhorar as condições de banheiros, vestiários e refeitórios e realizar a manutenção preventiva e corretiva em máquinas e equipamentos.
A multa é de R$ 10 mil por regra não cumprida, mais R$ 500 por trabalhador prejudicado.
Procurada às 17h, a JBS ainda não se manifestou.
Decreto foi publicado no Diário Oficial de terça-feira
Decreto isenta de ICMS estabelecimentos que processem e/ou industrializem carne no território no estado do Rio de Janeiro
Além de seu grande mercado consumidor, o estado do Rio de Janeiro passa a contar a partir de agora com mais um fator de atração e manutenção de indústrias de processamento de carnes. O decreto número 44.658, assinado pelo governador Sérgio Cabral e publicado no Diário Oficial da última terça-feira, 18, isenta de ICMS os estabelecimentos que processem e/ou industrializem carne bovina, suína, caprina, ovina, avícola, entre outras, além de pescado, em todo o território fluminense.
De acordo com o secretário estadual de Agricultura, Christino Áureo, a medida também vai gerar mais empregos e valorizar a cadeia de proteína animal do estado. "Assim como aconteceu com a cadeia láctea, acreditamos que o incentivo à indústria proporcionará melhores preços para os criadores fluminenses, estimulando o aumento da produtividade, além de reduzir o custo final para o consumidor”, frisou ele.
A legislação alcança também a distribuição de carnes no Rio. Empresas com unidades industriais no estado vão pagar 2% de ICMS sobre as vendas, em vez de 18% mais 1%. O benefício fiscal valerá tanto para a produção local quanto para a mercadoria trazida de outras filiais do país.
Os estabelecimentos industriais que quiserem se instalar no Estado do Rio para usufruir do incentivo, de acordo com o decreto, deverão apresentar proposta de enquadramento à Comissão Permanente de Políticas para o Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro (CPPDE), por intermédio de carta-consulta com todas as informações relevantes sobre o empreendimento a ser implantado.
A deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) vai apresentar ao Ministério
Público do Estado (MPE) e ao Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) um
estudo técnico sobre os incentivos fiscais concedidos aos frigoríficos
de Mato Grosso. Ele pretende, por meio do levantamento, questionar o
motivo de o Estado estar beneficiando diretamente apenas um frigorífico
do Estado que deveria pagar R$ 400 milhões em impostos, mas o montante
recolhido é de apenas R$ 38 milhões. Ela levanta a suspeita de que
incentivos fiscais concedidos aos grandes frigoríficos sejam um meio
para o desvio de recursos públicos.
Segundo a deputada, mesmo diante da grande diferença de imposto não
recolhido, em 2012 o governo ainda concedeu um crédito em ICMS de R$ 70
milhões para a rede JBS. “O que o Estado está praticando não é mais
incentivo e sim renúncia fiscal. Além disso, eu não vejo motivo para
tanta ajuda a um setor que já é grande, para mim isso é uma forma de
desvio de dinheiro pelo qual alguém está sendo beneficiado
indevidamente”, afirma Luciane.
Entre
os maiores prejudicados com essas renúncias fiscais estão os
pecuaristas e o consumidor final. De acordo com Luciane Bezerra, os
produtores se tornam reféns dos frigoríficos que ainda ditam o preço do
mercado e a população que continua pagando caro pelo quilo da carne
produzida em Mato grosso.
“Essa ação dos frigoríficos de Mato Grosso decidir o preço da carne sem
haver concorrência está virando um cartel, e o Estado está sendo
conivente com isso, pois não realiza nenhuma ação para interromper esse
tipo de comércio”, argumenta. Na outra ponta, o consumidor. “Com tantos
incentivos, não há motivo para o preço da carne ser tão alto para os
consumidores”, completa Luciane.
Prejuízo aos cofres públicos é incalculável
Os poucos frigoríficos estabelecidos em Mato Grosso usufruem de
incentivos fiscais que chegam a 50% do valor devido aos cofres públicos e
que envolvem desde a mercadoria exportada até as que são vendidas na
própria região. De acordo com o especialista em direito tributário
Carlos Montenegro, esses benefícios – feitos pelo sistema de Crédito
Presumido – vieram para ‘compensar’ o fim do regime de cobrança
estimada.
De acordo com o especialista, além desse benefício, as empresas ainda
têm a redução da base de cálculo de 41% a 58% dependendo do Estado para
onde a mercadoria será enviada. Ou seja, todo produto oriundo de
frigoríficos tem automaticamente um corte no imposto.
“Esses
incentivos são considerados cumulativos e não há nenhuma lei que impeça
que elas sejam aplicadas. Com isso fica complicado estimar o prejuízo
que os cofres públicos sofrem, porque é benefício em cima de benefício
concedido”, diz Montenegro.
O advogado ressalta ainda que a arrecadação do Estado já é considerada
alta, mas Mato grosso sofre em dois pontos: um é fiscalização desse
dinheiro que deixa de entrar e o outro é o fato de o montante que é
recolhido em impostos ser mal distribuído. “Apesar da boa arrecadação,
temos uma péssima aplicação do dinheiro”, complementa o especialista.
Secretário de Agricultura e
Pecuária do estado garantiu que a iniciativa do governo é um estímulo
para as indústrias e processadoras da proteína localizadas no Rio
Bianca Lobianco
Rio - O secretário de Agricultura e Pecuária do
estado do Rio, Christino Áureo, divulgou nesta terça-feira, que a
cadeia de carnes está isenta de impostos. A isenção é uma forma de
estimular o setor no estado, que embora não tenha um grande número de
empresas, é muito significativa para as indústrias e processadoras da
proteína. A informação foi dada na Expofood, feira realizada no Rio
Centro, na Zona Oeste, que reúne empresários e profissionais dos setores
de Supermercado, Panificação, Hotelaria, Conveniência e Restaurante.
Secretário de Agricultura e Pecuária e o presidente da Asserj na Expofood 2014, no Rio Centro
Foto: Bianca Lobianco / Agência O Dia
"O governador aprovou o decreto
44508, que isenta a cadeia produtiva da carne nas indústrias localizadas
no estado do Rio para que essas indústrias cresçam de forma
significativa. O ICMS não será cobrado sobre a carne bovina, suína, aves
e pescados. Isso é um estímulo à cadeia de proteína animal. Então carne
in natura, carne processada, do bife à mais sofisticada apresentação
desses produtos não pagarão mais impostos. Além disso o estado está
dando um estímulo para a distribuição desses produtos, que antes tinha
um imposto de 18%, que agora está vindo a zero. O mesmo acontece com o
imposto da logística", afirmou Áureo.
Para o secretário, a Expofood é muito
importante. "Todas as granjas de alimentos estão posicionando suas
baterias no estado. A cadeia do complexo horti também está apresentando
inúmeros produtos processados. Tudo baseado na modernidade do consumidor
que quer facilidades, usando para isso produtos da região",
acrescentou.
Segundo o secretário, seja como
processadoras de alimentos, distribuidoras, logísticas, ou como produtor
do campo, o Rio está cada vez mais se tornando relevante. "É um estado
muito importante, com 16 milhões de consumidores com a maior renda
percapita. É o estado dos grandes eventos, que significa agregar no
turismo aproximadamente 27% na média do ano dos consumidores de
alimentos", disse Christino Áureo.
O modo de vida das pessoas e o calor
que tem feito no Rio influenciou de forma determinante na Expofood. Uma
demanda por comidas rápidas e bebidas prontas, como sucos dos mais
variados sabores e guaranás naturais se deu devido à rotina do perfil do
consumidor moderno.
Sucos mais sofisticados passam a ser vistos na gôndolas dos supermercados com preços até R$9
Foto: Bianca Lobianco / Agência O Dia
"Cada vez mais os setores oferecem
opções para facilidade, diminuindo as porções por conta de pessoas
solteiras, ou com famílias em pequenos números, revelando até uma
mudança de perfil das famílias. Então temos a junção de facilidade de
preparo, rapidez, posicionamento menor e modernização na apresentação
dos produtos, como embalagens novas e muitas comidas prontas. Aqui se vê
não só o alimento básico, mas muita coisa já pronta para o consumo",
finalizou o secretário de Agricultura e Pecuária.
O presidente da Associação dos Supermercados do
Rio de Janeiro (Asserj) também estava presente e afirmou que a feira
proporciona o conhecimento de novos produtos e uma alta significativa na
venda dos alimentos e equipamentos.
Autoridades sanitárias russas retiraram a suspensão temporária imposta em dezembro de 2012
O Serviço de Controle Veterinário e Fitossanitário russo
(Rosselkhoznadzor) levantou as restrições contra a empresa frigorífica
brasileira BRA S.A., autorizando a retomada de suas exportações de carne
suína para a Rússia. De acordo com os sanitaristas, veterinários e
biólogos do órgão, a companhia do Brasil atendeu a todas as exigências
sanitárias para consumo humano, deixando de processar carne cujos
animais fossem alimentados com ractopamina, substância utilizada por
pecuaristas para engorda e fortalecimento do gado.
A Rússia
considera esta substância como nociva para seres humanos por identificar
em sua composição agentes cancerígenos. As importações de carne de
porco do Brasil para a Rússia, por parte da empresa BRA S.A., estavam
restritas desde dezembro de 2012.
Acordo sobre transferência do frigorífico Boi Bravo é vislumbrado
A localização da sede do frigorífico é tema de discussões antigas
A novela envolvendo o frigorífico Boi Bravo e os moradores do bairro Abadia está próxima de um final. Os vereadores Paulo César Soares – China (SDD) e João Gilberto Ripposati (PSDB) se reuniram com o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Edson Alves Fernandes, e o empresário Romeu Teles para discutir sobre a desapropriação da área do frigorífico para um local para apropriado. “Na próxima semana, empresários de Belo Horizonte estarão na cidade para conhecer a área e, caso haja interesse, iniciará o processo de negociação”, declarou Fernandes.
No encontro, China sugeriu que a área seja destinada à instalação de um shopping popular, acrescentando que esteve recentemente em Juiz de Fora para conhecer um modelo e aproveitou para convidar alguns empresários para conhecerem o potencial econômico de Uberaba, bem como fazer o mesmo investimento, já que eles manifestaram interesse, garantindo que, em breve, estarão na cidade. “A reunião foi positiva porque o empresário Romeu Teles disse que está aberto a qualquer tipo de negociação, pois reconheceu que está na hora da empresa ser transferida para um local apropriado, onde tenha condição de aumentar sua produtividade”, explicou.
Segundo China, o empresário disse que governos passados desapropriaram parte da área para construção de um campo de futebol e abertura de uma rua. O valor negociado na época com a PMU foi de R$ 10 milhões, dinheiro este que não foi repassado a ele, mas o subsecretário ressaltou que a atual administração tem conhecimento desse fato e deixou claro que esta dívida não irá interferir no atual processo. “Eu estou confiante, porque acredito que o momento é favorável para que aconteça a desapropriação, já que o empresário está disposto a negociar com o atual prefeito. Agora, depende dele entrar na discussão. Eu já estou fazendo a minha parte”, ressaltou.
Outra possibilidade – Caso a PMU e o empresário não cheguem a um acordo, o vereador informou que entrará com um projeto de iniciativa popular na Câmara, pois vem colhendo assinaturas num abaixo-assinado que tem pontos fixos no calçadão e na UPA do Mirante. Inclusive, na próxima semana, será instalado também ponto na UBS do conjunto Silvério Cartafina. “Semanalmente, estamos colhendo cerca de 1.500 assinaturas e a meta é chegar a 50 mil. Ou seja, não teremos dificuldade para apresentar uma proposta popular para resolver esse problema”, concluiu. (LR)
Uma missão da Administração de Inspecção de Qualidade e Quarentena da China visitará o Brasil até 15 de Dezembro próximo para inspeccionar câmaras frigoríficas, disse a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, senadora Kátia Abreu.
O objectivo da missão chinesa é averiguar o estado sanitário do gado bovino do Brasil e eventualmente pôr termo ao embargo à carne de vaca brasileira que vigora desde Dezembro de 2012, adiantou a senadora em comunicado divulgado ainda no Brasil.
A presidente da confederação está em Xangai, China, onde participa hoje no seminário AgroInvest Brasil 2013, que pretende servir para apresentar a compradores e investidores chineses as oportunidades oferecidas pelo negócio agrícola brasileiro.
Kátia Abreu afirmou que os técnicos chineses poderão constatar da inexistência de vacas loucas no Brasil e adiantou haver expectativas de que, além do levantamento do embargo, ser ampliado o número de empresas autorizadas a vender carne de vaca para a China.
Recordando que a China importou em 2012 mercadorias cujo valor se cifrou em 1,75 biliões de dólares, de que apenas 41 mil milhões tiveram origem no Brasil, a senadora disse que as empresas brasileiras pretendem aumentar a venda de carne de vaca, de porco, de algodão e particularmente de café. (macauhub)
Decisão pode abrir um grande mercado para a indústria da carne tocantinense A senadora tocantinense Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, cobrou ontem em Xangai a suspensão do embargo chinês à carne brasileira, imposto, conforme a parlamentar, "sem nenhuma razão técnica". A cobrança foi feita na presença do diretor do ministério do Comércio da China, Wu Guo Liang, e do vice-diretor da AQSIQ - a agência chinesa de vigilância sanitária que tem status de ministério, no Seminário AgroInvest Brasil 2013, coordenado pela parlamentar tocantinense e realizado pela CNA. Técnicos da agência chinesa de vigilância sanitária devem visitar o Brasil até o dia 15 de dezembro para inspecionar frigoríficos. A mudança vai beneficiar a industria da carne tocantinense. Números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelam que, de janeiro a setembro deste ano, o Tocantins exportou o equivalente a US$ 136,5 milhões de carne bovina desossada congelada, fresca e congelada, um índice de crescimento de 19% superior aos US$ 111 milhões exportados no mesmo período do ano passado. Inferior apenas aos US$ 400 milhões de exportações da soja no mesmo período deste ano, para uma balança comercial de janeiro a setembro de US$ 570 milhões em exportações. A China é o maior comprador de produtos do Tocantins, o equivalente a US$ 194 milhões de janeiro a setembro de 2013.
A Senadora lidera uma missão de empresários brasileiros da agroindústria na China com a participação também de empresários do Tocantins, tanto da indústria da carne como da agropecuária. Ainda na abertura do Seminário, Kátia Abreu cobrou mais agilidade na habilitação de novos frigoríficos e se queixou da escalada tarifária que penaliza alimentos processados que o Brasil exporta para a China.
O Semináro em Xangai comprovou o enorme interesse da China pelo agronegócio brasileiro. A previsão inicial de 150 participantes dos dois países acabou duplicada para 300, com a presença de executivos de bancos, como o HSBC, o Santander e o Banco do Brasil, entre outros; dos cinco maiores fundos de investimento da China e da estatal chinesa de alimentos, Bright Food Group, que tem uma pesada estratégia para investir no exterior.
O Agroinvest em Xangai foi o ponto alto da missão empresarial da CNA, liderada por sua presidente, senadora Kátia Abreu. Ela abriu o encontro apresentando a história de sucesso da agropecuária brasileira. Em 40 anos, o Brasil saiu da condição de importador de alimentos e, com um ganho de 300% em produtividade, passou a disputar a liderança mundial do setor com os Estados Unidos.
Para dar a dimensão exata do tamanho e da diversidade da agropecuária brasileira e das potencialidades de investimento no Brasil, a missão da CNA reuniu presidentes de sete Federações da Agricultura nos estados (MS, MG, CE, ES, MA, RR, AP) e dirigentes de entidades setoriais – como soja, algodão, celulose e frigoríficos. Também participaram da série de painéis sobre as cadeias do agronegócio a cúpula do Senar nacional e dos estados, além de expoentes do quadro técnico da CNA.
“O seminário apresentou, com precisão, um panorama de oportunidades com dados e possibilidades concretas de investimentos e os caminhos para que as parcerias possam ser desenvolvidas”, resumiu, ao final do encontro, o ex-embaixador brasileiro na China e consultor da CNA, Clodoaldo Hugueney.
Segundo o vice secretário-geral do Conselho Chinês para a Promoção de Comércio Internacional (CCPIT) em Xangai, Yu Chen, a China demanda cada vez mais alimentos. “O governo também encoraja muito o desenvolvimento de nossas empresas no exterior”, afirmou, destacando que os investimentos fora de seu país este ano vão ultrapassar 80 bilhões de dólares.
“A China fica muito distante do Brasil, mas isso não é dificuldade”, disse o representante da CCPIT. Para que não haja dúvida e de olho nos bilhões que a China ainda vai investir, a CNA aproveitou o seminário para lançar o Portal Agroinvest Brasil (www.agroinvestbrasil.com), uma plataforma em três idiomas – português, inglês e mandarim – que funcionará como uma vitrine de projetos e de oportunidades de investimentos on line, facilitando a concretização de negócios. “O portal apresenta projetos de forma mais detalhada e contribui para romper a barreira da língua, aproximando compradores e vendedores. Além disso, dará continuidade à ação que foi iniciada neste seminário”, explicou o presidente do Instituto CNA, Moisés Gomes.
Ao encerrar o painel sobre as potencialidades das exportações brasileiras de alimentos para a China, o ex-ministro e consultor da CNA, Roberto Brant, destacou que “o Brasil deixou claro que tem todas as condições de atender o aumento da demanda chinesa por alimentos, seja pela fartura de terras e de água, seja pelos ganhos de produtividade. Estamos prontos e com os olhos voltados para a China”, concluiu. http://surgiu.com.br/
Foto: Ascom/Kátia AbreuFonte: Ascom/Kátia AbreuPostador: Fernando Calin Sá